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Wiiware ocupa espaço? Terça-feira, Maio 13, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões, Wii.
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Já era de se esperar que após o lançamento do Wiiware, o pessoal começasse a reclamar da falta de espaço na memória do Wii.

Em média, o Wii tem 2163 Blocos de espaço livre. Com alguns canais, ele tem até menos.

No Virtual Console, alguns games são leves, tirando os de N64, os de SNES, NES e Mega Drive ficam na faixa de 20 a 70 blocos. Para um espaço de 2.000 blocos tá beleza.

Os games de Nintendo 64 complicam um pouco, alguns chegam a ocupar 250 blocos, como Paper Maio. Em média eles estão entre 120 a 250 blocos. Dá para entender porque a Nintendo não lança tanto game de 64 no VC.

E os games de Wiiware? Vocês já sabem o quanto de espaço ocupam? Olhem só:

FFCC: My life as a king: 287 Blocos
Defend Your Castle: 121 Blocos
LostWinds: 259 Blocos
Pop: 110 Blocos
TV Show King: 290 Blocos
V.I.P. Cassino Blackjack: 207 Blocos

Total de espaço que você precisa caso baixe todos os games do Wiiware: 1274 Blocos.

Fica a reflexão… a Wiiware está apenas começando e seus games já ocupam teoricamente metade do espaço interno do Wii. Como vai ser quando ela tiver mais de 50 games para download? A memorinha do Wii vai dar conta de tanta coisa até quando?

Pow Nintendo…. tá apertado aqui…será que você não reparou ainda?

HQ: Pirataria… Sexta-Feira, Maio 9, 2008

Posted by T_thiago in DVD, Games, Quadrinhos, Reflexões.
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Bem, falando em pirataria…

Genial tira do genial Laerte. Sem Mais.

Quer entender porque 2008 está fraco nos lançamentos de DVD? Sexta-Feira, Maio 9, 2008

Posted by T_thiago in DVD, Reflexões.
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Materia publicada HOJE na Folha de São Paulo:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0905200807.htm

Venda para locadoras caiu 33% neste começo do ano

Redução da venda de DVDs das distribuidoras para as locadoras atinge 580 mil unidades

Perdas em locações é de R$ 650 mi, diz associação; para diretor da Sony, expansão da rede de varejo e “grandes promoções” são tendência

SÉRGIO RIZZO
CRÍTICO DA FOLHA

O mercado brasileiro de locação de DVDs passa pela maior crise desde que o formato começou a se popularizar no país, no início da década. O sinal de alerta foi acionado em 2007 e, no primeiro trimestre deste ano, ficou estridente.
De acordo com dados da União Brasileira de Vídeo (UBV), que reúne as principais distribuidoras de filmes e laboratórios de reprodução, as vendas de discos para videolocadoras sofreram em 2007 uma redução de 28,1%, equivalente a 2,4 milhões de unidades.
O que já era ruim piorou. O recuo na venda de títulos de cinema e televisão, de janeiro a março deste ano, foi de 33,1%, ou 580 mil unidades, com relação ao mesmo período do ano passado. Os dados dizem respeito apenas a discos de filmes e séries nacionais e internacionais, embora o mercado de DVDs musicais também passe por um mau momento.
As vendas diretas, em que o consumidor compra em lojas ou na internet, haviam registrado um aumento de 6,6% (correspondente a 1,335 milhão de cópias) em 2007 em relação ao ano anterior. Mas, ainda no primeiro trimestre deste ano, caíram 32,5% na comparação com o mesmo período de 2007 (1,4 milhão de unidades). Os estragos de 2007 corresponderam, segundo a UBV, a perdas de aproximadamente R$ 650 milhões em locações, com redução de 40% nos postos de trabalho nas videolocadoras (e de 25% a 30% na indústria de DVDs).
A associação estima que funcionem hoje, no Brasil, algo entre 8.000 e 9.000 locadoras regularizadas (eram 12 mil no início de 2006), com cerca de 35 mil empregos diretos.
“Será difícil recuperar essas perdas”, diz Tânia Lima, diretora-executiva da UBV, para quem a venda de cópias piratas foi o que mais afetou o cenário.
“Hoje, 60% do mercado de DVDs no Brasil é ilegal, o que representa uma circulação de 10 milhões de discos por ano.” Tânia diz ainda não acreditar na “erradicação total” da pirataria, mas lamenta o fácil acesso ao produto ilegal. “A indústria teria mais chances se houvesse maior repressão. Precisamos falar com o consumidor final, lembrá-lo de que, ao comprar um DVD pirata, ele se transforma em receptador.”
O aumento de downloads de filmes pela internet e a falta de divulgação dos lançamentos pelas distribuidoras contribuem igualmente para o cenário, na avaliação de Luciano Damiani, presidente do Sindicato das Videolocadoras do Estado de São Paulo (Sindemvideo), que reúne 1.600 associados, 50% deles na capital, onde a redução nas locações “é mais acentuada do que no interior”.
“A maioria das locadoras manteve a estrutura por muito tempo, achando que a situação iria melhorar, e se endividou”, afirma Damiani. “A situação é muito delicada.”

Mudança de hábito
A UBV e o Sindemvideo apostam que o Blu-ray, novo formato de vídeo doméstico, possa contribuir, a longo prazo, para reaquecer o mercado de locação, por oferecer maior qualidade do que o DVD e dificultar a pirataria.
A mudança de hábitos de lazer dos jovens -hoje, mais associados à internet- tende a definir em novos patamares não só o mercado de DVD, mas também o de cinema, diz Wilson Cabral, diretor da distribuidora Sony. “O formato físico do filme não morrerá, mas a sua circulação cairá substancialmente”, prevê.
As perdas no mercado de locação devem ser recuperadas pela indústria, segundo Cabral, com a expansão da rede de varejo, preços “ao alcance do consumidor” e “grandes promoções”. Até a pirataria contribuiria para incrementar as vendas diretas. “A tendência de quem comprou um disco pirata é, em seguida, ter ou dar de presente um original.”
O impacto inicial da retração, no entanto, pode reduzir a oferta de títulos. “O mercado de cinema será afetado porque, se você não tem mais a certeza de que recuperará o seu investimento na segunda mídia que é o vídeo, como investir na compra de produções para exibir daqui a um ou dois anos?”, pergunta Wilson Feitosa, diretor da Europa, distribuidora que atua em cinema e DVD.


Colaborou AUDREY FURLANETO , da Reportagem Local

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É isso. Eu sou contra a pirataria. Tenho só DVDs originais, games originais e sei que não é todo mundo que pode ter. Mas é justamente por causa de quem pode e mesmo assim usa pirata que estamos hoje nessa situação. Sem contar os que afirmam que não podem comprar originais, mas lá no fundo sabem que podem.

Lamentável.

Agora imaginando o seguinte cenário: O Blue-Ray não emplaca. Depois das mortes das locadores de games, teremos as mortes da locadores de DVD?

“Para Frente Brasil que o Progresso Pede Passagem”? Sei… Sei…

E o que tem de seriado que está em hiato por causa do esfriamento do mercado… Buffy… Angel.. One Tree Hill… Ally Mcbeal… Firefly… Tru Calling… Pinky e Cérebro… Animaniacs… Liga da Justiça… Batman (o último box)… Batman do Futuro… Ducktales… Fullmetal Alchemist… Carnivale… etc etc etc…

NGM Online: Espreme Nintendo! - Impressões do novo Nintendo Channel… Quinta-feira, Maio 8, 2008

Posted by T_thiago in Games, NGM Online, Reflexões, Wii.
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Site da NGM ganhou mais uma edição da minha coluna:

Clique na imagem para ler lá na NGM ou em “more”, abaixo, para ler aqui no blog mesmo.

(more…)

E3 é como um barco afundando? Terça-feira, Maio 6, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões.
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Estou acompanhando algumas notícias que vem saindo estes dias a respeito de algumas produtoras que estão saindo fora da E3. Nomes como Ativision, Vivendi (e Blizzard), NCsoft, Altlus e Foundation9. Hoje já está correndo a notícia que talvez a id Software, produra dos clássicos Doom e Quake também abandone o barco.

Parece que está tudo mundo realmente decepcionado com os rumos que a E3 vem tomando. A maior feira anual de games já não tem tamanho glamour, tamanha fama e parece que tamanho interesse pelas produtoras, pelo menos as menores. Até o momento nenhuma gigante, como Square ou Capcom, pulou fora, assim como as fabricantes de consoles: Nintendo, Sony e Micrsoft.

O fato é que desde que a E3 foi oficialmente reduzida a um eventinho de segunda categoria, migrando do mês de Maio, começou a pipocar com mais fervor os eventos indepentes. Praticamente toda produtora agora tem em seus calendários seu eventos e é neles que elas saltam informações sobre seus games. Vide o quando jogo novo foi revelado desde Março, em tais eventos.

Fora as feiras japonesas, as dos desenvolvedores, que desde então se tornaram mais importantes. Hoje mesmo está tento um evento da Sony onde várias novidades já foram reveladas como Resistance 2 no fim do ano, Killzone 2 em 2009 e LittleBigPlanet adiado para próximo de Outubro deste ano. Claro que isso não quer dizer que a Sony não guardará nada para a E3, porém isso mostra que ela não tem interesse em guardar tudo para a feira.

Quanto coisa a Nintendo também já não revelou deste o término da E3 em Maio, em diversas feiras espalhadas pelo ano de 2007? Ela acabou deixando para a E3 somente o Wii Fit. Esse ano nem grandes expectativas eu tenho. E não só em relação a Nintendo.

Será mesmo que foi um bom negócio essa decisão e mudanças feitas na E3? Por um lado, outras feirinhas se tornaram mais importantes. Outras produtoras podem ter assim a chance de mostrar seus games sem serem ofuscadas pelas gigantes. Assim como também podem ter melhores decisões de quando vão revelar os novos games. Infelizmente o efeito colateral foi a banalização da maior feira anual. Aquela que todos esperávamos ansiosamente todo ano. A que faziamos festas sempre que estava próxima.

Não dá para negar que ter suas veias entupidas com tantos novos games em uma única semana do ano dava uma sensação de extase muito maior que as pequenas doses mensais picadas por todo o período do ano…

E3 de 2008 ocorre dia 15 a 17 de Julho. Ansioso?

Não como antes…

*suspiro*

Não como antes…

Análise Mario Kart Wii Sábado, Maio 3, 2008

Posted by T_thiago in Games, NGM Online, Reflexões, Wii.
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Conforme prometido, a análise de Mario Kart Wii!

Clique na imagem, caso queira ler direito no site da NGM ou clique em “more” e leia aqui no Blog mesmo :)

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Impressões Single Player Call of Duty 4: Modern Warfare (X360) Quarta-feira, Abril 23, 2008

Posted by T_thiago in Games, PS3, Reflexões, X360.
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Modern Warfare

Cresci como um fã da Nintendo. Sempre gostei de jogos de plataforma no estilo Super Mario. Nunca achei grande coisa games em primeira pessoa (FPS) e muito menos os de guerra. Enfim, com um X360 passei a experimentar novas emoções e novos gêneros de games que nunca liguei enquanto estava na Nintendo. Admito ficar surpreso hoje com a quantidade de coisa que experimento e que acabo gostando. Call of Duty 4 adquiri sem muitas expectativas, mais pelo seu multiplayer online, que ainda não experimentei, do que pelo estilo de jogo de guerra. Mordo a língua novamente e fico impressionado com o single player do game que desfrutei bastante neste fim de semana prolongado.

A Fórmula

Nunca joguei um Call of Duty. Então este texto está longe de comparar o game com suas versões anteriores. Se você procura essa comparação, já pode parar de ler.

A grande sacada do game é a sua fórmula que prende o jogador num jogo graficamente fantástico, sem repetição de jogabilidade, com interatividade, com desafios difíceis, porém não impossíveis e variedade de impressionar.

Alguns pensam em games de guerra, algo como sair fase a fase atirando nos inimigos, sobrevivendo e indo até o fim. Cod 4 não é assim. Tem tantas fases diferentes, tantas missões criativas, tantos momentos em que você para só para ficar impressionado. Eu esperava um modo campanha monótono, meio como é a campanha de Halo 3, onde o jogador, anda, mata, anda e mata e só.

Os gráficos do game são de arrepiar é claro. Uma cidade em guerra, destroços, prédios, sujeira, algo que numa TV de LCD não tem como não parecer real. Acredito que um game assim com gráficos da geração passada não iriam me agradar muito. A sensação do jogo é realmente a imersão de realidade que o game mostra. Faz você se sentir como se aquilo fosse real.


“A imagem é do Multiplayer, mas serve como base para demonstrar a qualidade gráfica de Cod 4.”

Quanto ao som, também não há o que reclamar dele, inclusive dos efeitos sonoros praticamente reais.

Jogabilidade é fácil, ágil e intuitiva, Não é algo complicado ou truncado. Você mira, atira e mata. Trocar de armas é fácil, usar granadas mais ainda. Fico admirado como o controle do 360 faz de tudo, sem complicar.

Mas o que me impressionou mesmo, como já disse, é a quantidade de coisas diferentes que se faz no modo campanha.

Em um determinado momento você está num esquadrão numa cidade islâmica ou árabe (faz diferença?) e precisa percorrer o caos da cidade atrás do líder revolucionário que está transmitindo numa estação de TV. O barato aqui é que você como soldado, em meio a tantos outros que estão ao seu lado, pode ser mais criativo, o jogador pode ir para linha de frente no meio da rua e atirar no inimigo direito da linha de fogo, ou então pode ser rasteiro e ir pegando eles através dos prédios e casas, entrando neles e deixando que os outros soldados de preocupem com quem está na rua.

Munição também não falta, já que é possível pegar as armas dos inimigos mortos, mas nada melhor do que uma arma com mira para headshots. Também é preciso ficar atento neste tipo de fase com as granadas e quando você está muito perto de um carro, pois se um ou outro explodir ao seu lado é morte na certo. O bom é que o game é bem servido de checkpoints e assim não precisa ficar refazendo longas caminhadas novamente pela fase.

Em outro momento, você não está mais com o pelotão no chão. Está controlando um lança míssel de um helicóptero, dando cobertura ao pessoal que está no chão. É impossível não pensar nos ângulos de vista que o jogo traz, e as várias perspectivas dos soldados nas várias linhas de batalha. “Puxa, eu estava lá baixo na outra fase.” Agora a minha missão é proteger esse pessoal.

A coisa fica mais alucinante ainda quando em determinados momentos o helicóptero pousa, você sai, resgata um grupo aliado em apuros e volta ao helicóptero. Logo em seguida o helicóptero ao seu lado explode, cai a poucos metros de distancia e novamente você pousa e tem 1 minuto e 30 segundos para chegar até os destroços, resgatar o piloto e voltar ao seu helicóptero antes que os inimigos chegam com tudo. Claro que nessa correria, você ainda topa com inimigos que estão próximos ao local. É de tirar o fôlego momentos assim, onde tudo poderia acontecer em animação, mas o game dá ao jogador a missão de fazer isso.

Em outro momento, você precisa proteger um tanque de guerra. Como proteger um tanque? O_O Está encurralado, Inimigos por toda a parte, num campo extremamente grande, é necessário se posicionar estrategicamente para poder abater o máximo possível de inimigos até o reforço chegar. Essa foi uma das fase que tive que refazer umas 10 vezes até achar a melhor posição e pegar os inimigos que maior tinham potencial para destruir o tanque.

Ainda em falando em diversidade do modo campanha, desta vez apenas com uma visão como se fosse de um satélite, em tons amarelados com contraste em preto e branco, eu posso lançar mísseis tão poderosos que podem destruir casa. Posso dar zoom na imagem e atirar com uma metralhadora nos inimigos fugindo ao campo, isso enquanto dou segurança aos soldados que estão isolados numa igreja, tomando cuidado para eu mesmo não destruir a igreja. Logo após isso, eles precisam ser escoltados em jipes até o ponto de extração e novamente eu ali dando apoio com essa imagem longínqua de tudo.

Há inclusive os momentos de tocaia, onde o negócio é ficar quieto, deixar o inimigo se mover. Atirar no momento certo para salvar uma pessoa. Fugir de cães, marcar casas para os helicópteros destruírem e muito mais.

Essa variedade de situações, missões e cenários fazem Call of Duty 4 um game inesquecível. Uma experiência que dificilmente será esquecida.

Ainda não terminei o modo campanha, parei justamente na fase que foi mostrada na E3 ano passado, onde o personagem está camuflado no meio da folhagem. Mas não vejo a hora de continuar jogando.

Quanto ao multiplayer? Este a gente conversa uma outra hora, pois com certeza acabará merecendo um novo texto à parte, já que ele também foi bem elogiado pela comunidade gamer. Este texto é apenas para comentar o single player de Cod 04.

New York Times e o Nintendo Wii Terça-feira, Abril 22, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões, Wii.
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Não vou traduzir na íntegra o artigo, apenas falarei sucintamente, pois o assunto é bem polêmico e acho que farei um artigo para ele na NGM.

Mas o caso é que uma matéria publicada ontem no jornal americano New York Time sobre o Nintendo Wii fala exatamente algo que pode vir a preocupar a Nintendo no futuro.

Lá é dito que apesar do console vender horrores, seus games não seguem tal tendência. Games da própria Nintendo continuam vendendo bem e encabeçam a lista dos mais vendidos, citando como exemplos, Smash Bros Brawl, Mario Galaxy, Wiiplay e Mario Party 8 (sim, MP8, vendeu bem).

No entando games de produtoras terceirazas já não se saem tão bem. Indepentende se os games são realmente bons. No exemplo entram Zack e Wiki e No More Heroes, que tiveram vendas abaixo do esperado.

Eles comentam também que isso talvez seja devido a grande massa casual que se apossou do console e que não tem tamanho interesse em games deste gênero e preferem games como Wiisports, Wiiplay e Brain Age.

Games como Guitar Hero III, tiveram vendas satisfatórias no Wii (2.2 milhões), entretanto, também tiveram no Xbox 360 (2.8 milhões) e no Ps2 e Ps3 (quase 5 milhões juntos).

E também cita algumas exceções, como a própria Hudson que se beneficía da parceria com a Nintendo com Mario Party 8 e seus games no Virtual Console e a Ubisoft que conseguiu emplacar Rayman Raving Rabbits. Mas na maior parte das vezes, as vezes dos games multiplataforma e exclusivos de terceiras, acabam não tendo as vendas que se esperam.

O artigo também menciona que a Nintendo independente disso está vendendo e faturando horrores, seja com a suas vendas de consoles, seus games exclusivos que ela produz e com a extensão lista de acessórios que o Wii possui. Mas alerta se ela não deveria se preocupar mais com as produtoras terceiras e com a baixa venda dos games.

Também menciona que a Nintendo acredita que Mario Kart Wii servirá de ponte para o casual e hardcores, possibilitando que quem gosta de games simples como Wiisports, possam avançar um pouco e preferir outros games após Mario Kart Wii.

E, por fim, menciona que consoles como Xbox 360 e Playstation 3 apesar de não vender horrores como o Wii em termos de consoles, a média de jogadores que tem um destes consoles, tem compram mais games, que a média de pessoas que tem o Wii. O que dá a entender que acaba sendo mais atrativo produzir games para o 360 e PS3 do que o Wii, onde a base casual, acaba não comprando games.

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Se você quiser ler o artigo na íntegra em inglês (Clique)

Minha opinião? Serei bem curto. No passada a Nintendo já se ferrou mostrando que produtoras terceirizadas não conseguem ser bem sucedidas em seu console. O Playstation One na época abocanhou quase que todas as franquias de terceiras da Nintendo, incluindo Final Fantasy e Mega Man, cuja, até hoje as séries principais não voltaram para a Nintendo, ficando só com spin-offs. Isso é sim um problema para a Nintendo, que mais uma vez corre o risco de produzir um console só para ela.

Desabafo: Submarino desrespeita consumidor. Sábado, Abril 19, 2008

Posted by T_thiago in Bobagens, Reflexões.
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Vou contar uma histórinha real aqui, mas de forma sucinta para não matar ninguém de tédio.

A menos de 30 dias comprei uma máquina digital. Vocês devem ter notado as fotos que tirei com ela com uma boa resolução de algumas coisas minhas para o blog (Bonecos do Kingdom Hearts, Cogumelo do Super Mario, Encadernado do Garfield etc).

Quarta-feria agora, dia 16. Ela parou de funcionar. Algum problema com o zoom dela, que causa “lens protection” segudo por um “error 3″. Não dá para fazer mais nada com ela a não ser usar de peso de papel.

Garantia, você pensou não? Eu também. Entrei em contato com o Submarino, no mesmo dia. Procedimento correto é entrar em contato com a assistência técnica e enviar para lá. A maquina digital é da marca Mitsuca, modelo DS 10333BR (Não comprem).

Liguei para a assistência (011 5904-3698), que não fica na minha cidade. Preciso de uma ordem de serviço, que deve ser encaminhada para mim por e-mail. Aí eu imprimo, preencho e mando a máquina pelo correios e em 30 dias eu tenho outra máquina ou a mesma consertado. Até aqui OK, está tudo de acordo com o código de defesa do consumidor, inclusive o prazo de 30 dias.

O problema é que até hoje sábado, não recebi a maldita ordem de serviço via e-mail. Desde quarta liguei todos os dias para a asistência, pedindo o papel. Passei 2 endereços de e-mail. E nada deles me enviarem. Revoltado liguei ontem ao Submarino.

Expliquei todo o descaso da assistência técnica do Mitsuca e que não estava conseguindo resolver o problema. Na própria página do Submarino de ajuda aos clientes, há um regulamento dizendo que caso o cliente não consiga contato com a assistência, que retorna a eles. Era o que eu estava fazendo.

A atendentem que mais parece um robô me informou que eles não podem fazem nada. E mesmo que pudesse, precisariam de um laudo da assistencia, dizendo porque não poderiam pegar minha máquina. Boa, se eu não consigo nem a ordem de serviço, ia mesmo conseguir tal laudo. Mandei um e-mail para o submarino para também formalizar a queixa. A resposta deles é que só pegam o produto até 7 dias depois da do recebimento, depois disso, que se foda o consumidor com a assistência técnica.

Beleza. Informei a atendente que segundo o código do consumidor, o comerciante é tão responsável quanto a empresa do produto e por isso caberia a elas me ajudar com o problema ou pegar a máquina de volta e se entenderem com a Mitsuca, já que eu estou tomando um chá de cadeira da empresa.

Mas não, o consumidor que se ferre, já que o produto já está pago ao Submarino. A Mitsuca já ganhou o seu também vendendo a mercadoria ao Submarino. Só eu, trouxão, que perdi o dinheiro, ou melhor, peguei R$ 800 numa máquina que só serve para não deixar os pápeis da minha mesa voarem.

Então galera, não recomendo o Submarino, por mais que a empresa seja confiavél. Infelizmente eles são uma vergonha com tratamento ao consumidor, resrespeitando as leis nacionais de proteção ao consumidor e fazendo pouco caso. Não recomendo a Mitsuca também, que faz um produto que quebra antes mesmo de 1 mês de uso, que tem uma assistência técnica porca, que deixa o cliente 3 dias esperando, sendo que tal prazo vai aumentar obviamente, já que hoje sábado é o quarto dia e nada de contato com a ordem de serviço. Enquanto isso a minha máquina está aqui, quebrada.

Felizmente, ambos não sabem é que eu sou formado em Direito e que como todo bom estudante do curso, sabe quando seus direitos estão não só sendo violados como desrespeitados. Estou dando tempo, gravando contatos com ambas e deixando o prazo de 30 dias correr. Logo mais uma senhora ação judicial envolvendo ambas acabará sendo feita.

Infelizmente, por enquanto, aquelas fotos legais que eu postava aqui, estão suspensas, até eu ter outra máquina.

Não sejam enganados galera. Consumidor não deve jamais ser desrespeitado.

Reflexão: Naruto além do Anime Quinta-feira, Abril 17, 2008

Posted by T_thiago in Anime, Reflexões.
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WARNING! WARNING! SPOILERS! NÃO ULTRAPASSE SE VOCÊ NÃO LÊ O MANGÁ DO NARUTO!

Acompanhando Shippuuden pela Internet? Não está lendo o mangá? Se você não quer saber o que acontece com o enredo do Naruto além do que está acontecendo no Anime, vá embora agora! Agora se você está lendo o mangá ou não se importa com os spoilers detalhados das fases não exibidas de Naruto, bem vindo!

Não repare nos erros de digitação. Fiz esse texto correndo. No fim de semana o revisarei.

Clique em more para ver a avaliação.

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WordPress pode sair do ar? Aff…mais um pepino do dia… Sexta-Feira, Abril 11, 2008

Posted by T_thiago in Bobagens, Reflexões.
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Hoje tá complicado, só pepino.

Por causa de um blog, todo o wordpress pode ter seu conteúdo bloqueado no Brasil. Leia a notícia inteira aqui:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u390548.shtml

Mais uma do Mundo Digital Vs Justiça Brasileira. Mas tem dia que você não sabe quem é mais desgraçado. Essa de que não dá para proibir apenas um blog é boa. Tem coisa que fica difícil também de aturar. É claro que o wordpress precisa ter meios e ferramentas para proibir blogs. Caramba, excluir a conta dos donos do blogs, exclui o domínio do blog, fale com os responsáveis e blá blá blá.

Não acredito que seja tá difícil assim retirar um blog criminoso do ar. Se não há suporte técnico dentro do wordpress pra isso já começou errado, pois deveria haver. O WordPress dá e não monitora conteúdos ilegais? Está certo que não dá para olhar tudo devido a grandiosidade da internet, mas assim que tal blog é denunciado, deve haver obrigatoriamente meios de retirar ele do ar sem ter a necessidade de se retirar todo o wordpress do ar. Falha grave.

Tem dias que o Mundo Digital também não ajuda a Justiça Brasileira.

Banimento Tupiniquim de Bully ganha repercussão internacional… Sexta-Feira, Abril 11, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões.
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Tenho que admitir que quando algumas palhaçadas do nosso “Brasilzão” viram noticia, eu não ligo muito, afinal aqui é o país onde tudo dá em pizza. Mas fico extremamente preocupado quando nossos vizinhos acabam sabendo de tais palhaçadas.

O dia está só começando e fui nos sites internacionais ver as notícias do mundo gamístico para o blog e não é que dou de cara com a notícia do Juiz Brasileiro que baniu Bully no Rio Grande do Sul em tais sites? Vejam a scan do Kotaku e Gamespot.

 

 

Minha opinião em torno do caso Bully:  O Juiz foi um infeliz.
Existem tanto na mídia de entretenimento que questiona valores morais, que vai contra as regras padrões da sociedade, que entope artérias com violência e por que só Bully tem que ser pisoteado? Quer dizer, Bully e os outros 2 games banidos meses atras (Counter Striker e o outro que me escapou da memória). E quando estou falando de mídia de entretenimento eu quero dizer tudo, revistas em quadrinhos, novelas da globo, filmes americanos, músicas tocando em rádio. Por que essa caça as bruxas contra os games?

Vou dizer algo que um membro do forum NGM disse, a decisão desse Juiz é lamentável e uma vergonha ao crescimento do mercado de games no Brasil. É um retrocesso e um caso claro de censura. Não cabe ao Juiz dizer o que um gamer pode ou não jogar. Se ele é menor de idade é obrigação dos pais o vigiarem e regularem o que a criança vê, seja no videogame ou na TV. Por isso existem medidas de classificação etárias para tudo. Se elas não são cumpridas no mercado, que se façam meios de serem cumpridas ao invés de simplesmente retirar o produto do mercado.

São Juizes assim que demonstram o quando a justiça brasileira é atrasada, burra, ignorante e vergonhosa.

Veja a reação internacional do caso Bully aqui:
Kotaku: http://kotaku.com/378588/brazil-gets-the-memo-bans-bully
Gamespot: http://www.gamespot.com/pages/news/show_blog_entry.php?topic_id=26335493

Já xingou alguém na Internet? Quinta-feira, Abril 10, 2008

Posted by T_thiago in Bobagens, Reflexões.
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Opa, essa aqui é legal. Quem nunca xingou alguém pela Internet? Pow, fala sério? Aquele noob sem noção? E aquele maldito a sabichão? E aquele Ista desgraçado? Pela internet é comum ser ofendido e ofender. Mas olha só o “causo”:

Juiz condena Google por ofensas no Orkut

Um juiz de Mato Grosso condenou a Google Brasil a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a uma mulher de Cuiabá que foi alvo de ofensas em uma comunidade do site de relacionamentos Orkut. Para o juiz Yale Mendes, a Google responde pelas eventuais conseqüências dos serviços que se dispõe a prestar, “independentemente de culpa”. Conforme informa a Folha de S. Paulo , a mulher já havia obtido, em novembro do ano passado, uma decisão provisória para exclusão imediata da comunidade, na qual era descrita como “a caloteira”. Em sua defesa, a empresa disse não ter sido a autora da ofensa. Caso não recorra da decisão judicial, a Google terá 15 dias para pagar a indenização.

Essa é boa. Não digo que é errado isso, mas é meio bizarro a Google ser punida pelos maus-trato que determinadas pessoas tem no Orkut. Afinal é precisa pensar um pouco o objetivo do Orkut e a maneira como a ferramenta é utilizada.

Imagina se isso vira moda? O Google seria obrigado a fechar o Orkut, porque nunca conseguiria refrear todas as ofensas que o ser humano faz a outro pela simples convivência. E o que se dizer dos foruns espalhados pela Internet, que querendo ou não tem tais praticas?

Claro que cada caso é um caso, seria preciso ver o que aconteceu com essa mulher e até onde foi o nivel de ofensa a ela. Mas ainda assim acho complicadíssimo punir o Google por algo tão incontrolável como o Orkut.

Internet é ainda algo de outro planeta no mundo jurídico e estas coisas acabam mesmo acontecendo.

Fica aí a curiosidade e o agradecimento ao amigo Chicão Ventura que mandou a notícia por e-mail.

Alias o link oficial dela:
http://ultimainstancia.uol.com.br/clipping/ler_noticia.php?idNoticia=49643

Eu também quero 3 metros de cabo… Quinta-feira, Abril 10, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões, Wii.
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Ontem era finalzinho de expediente quando essa notícia começou a pipocar na internet. Quem quer trabalhar em final de expediente oras essa? Eu é que não. XD

Então não postei a notícia ontem de que  a Nintendo no Japão vai lançar este mês ainda um novo controlezinho para gamecube, branquelo pra combinar com o Wii. Agora não tem um site made in Brazil que não tenha notíciado.

O caso é que eu não daria muita corda para uma notícia assim porque eu vim da geração Gamecube e por isso fiz questão de guardar 4 controles do Gamecube para serem utiluzados no Wii, 2 wavebirds (sem fio) e 2 normais.

Entretanto uma coisa me chamou atenção: Cabo de 3 metros!!! Putz…. genial… alguém já notou que como o Wii é um console sem fios para controles, o videogame está sempre longe do jogador? No natal passado fomos fazer um racha de Smash Bros Melee no Wii e tive que deixar 2 amigos praticamente sentados no chão porque o cabo do controle do cube não chegava até o sofá XD. Fala sério!

Com 3 metros de cabo a conversa é outra. Agora é torcer pra esse novo controlezinho sair lá na Terra do Tio Sam. Alias também tem aquela torcida de fãs que querem mais jogos com o controle do cube sendo utilizado, eu estou nela. Brawl com Wavebird é fanstático!!

Speed Sonic… eu curto… Terça-feira, Abril 8, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões, X360.
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Nos últimos dias está havendo um debate acirrado na net a respeito do novo Sonic. Uns reclamam da histórinha clichê de heroi virando lobisomem, outros de que os Sonics 3D não funcionam, e por aí vai.

Por mim a Sega podia fazer um Sonic só com fases assim:

Speed Stages são insanos, loucas e não dá para piscar. Sem falar que você morrer um par de vezes até achar e decorar a trilha (uma coisa que também acontecia nos Sonis do Mega Drive se o jogador saisse no gás pela fase).

Speed Stages foram criados para o Sonic The Hedgehog que ninguém jogou, so testaram o péssimo demo e em comum acordo, todos falam mal.

Também não acho legal o Sonic 3D plataforma, pulos precisos e camêra maluca onde você precisa posicionar e blá blá blá.

Nas Speeds Stages é pulos e pros lados só, sem se preocupar com cameras ou locais para subir. Sonic Wii também tem essa mecanica, mas não sáo tão insanas como os Speeds Stages do Sonic The Hedgehog. E particularmente, acho-as muito mais rápidas que Sonic Wii (mesmo com Sonic elevado aqui).

Sonic deve morrer. Segunda-feira, Abril 7, 2008

Posted by Mr Boddah in Bobagens, Games, Reflexões.
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Sim, vocês leram certo: Sonic deve morrer. É o que diz Susan Arendt em um artigo para o site Wired. E eu concordo totalmente com o que ela diz.

“A Sega fez o registro da marca Sonic Unleashed para “jogo eletrônico [e] programa de computador”, o que pode significar que outro Sonic está a caminho. Mas o que este membro aqui do Game=Life sente mesmo é apatia. Não, apatia não, um lamento mesmo. Um profundo e doloroso pesar e tristeza pela perda de um amado membro de nossa família gamística.

A verdade não pode ser negada de maneira alguma: Sonic, o porco-espinho, tem que morrer.

Eu não digo isso porque eu odeie o Sonic, mas sim porque eu amo o Sonic, quero dizer, amava. Na verdade, o porco-espinho azul que conhecíamos e adorávamos se fôra há muitos anos atrás. O que foi deixado é um pouco mais do que um corpo animado, um fantoche manipulado, sem alma. Este Sonic moderno é uma abominação, uma coisa grotesca que simplesmente não deveria ter sido, e eu, por exemplo, quero a cabeça do Sonic.

O Sonic roubou nossos corações quando aterrissou no Mega Drive em 1991. Ele era rápido, ele era ágil, ele era bonitinho, mas o mais importante, ele era a estrela de um jogo de plataforma bem-construído e bem-inspirado cuja qualidade permaneceu com o passar do tempo.

As seqüências diretas tentaram expandir as fronteiras do universo Sonic, adicionando personagens ou elementos desnecessários, mas o principal da jogabilidade permaneceu relativamente intacta e sólida. Spin-offs como Sonic Spinball and Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine não foram nem um pouco originais, foram apenas maneiras da Sega se aproveitar da popularidade do Sonic.

É então que tudo começou a ficar horrível, muito horrível. Sonic Adventure para o Dreamcast colocou o personagem azul em questão para aventurar-se numa ousada e nova maneira de jogar.

Mas não era para ser assim. Os jogos do Sonic eram e deveriam ser feitos para serem simples, com bases sólidas e elegantes, e o Sonic acabou entrando no território da jogabilidade genérica, mecânica de jogo confusa, e péssimos personagens coadjuvantes. Na época do insosso Sonic Heroes, Sonic se tornou um mero coadjuvante no próprio jogo dele, ao lado de personagens classe D como o coelho Cream e a abelha Charmy.

Sonic Heroes, que recebeu uma nota 64 (de 100) da Metacritic, foi ruim ao dividir a jogabilidade por três personagens, um título humilhante em que o Sonic foi forçado a participar. Sonic Riders (Metacritic: 55) foi ruim ao tirar a velocidade do Sonic, marca registrada do personagem, e colocar ele parado numa “prancha flutuante”, o forçando a parar de correr, literalmente.

Sonic and the Secret Rings (Metacritic: 69), enquanto era rápido e fascinante, pôs o Sonic no mundo arábico das Mil e uma Noites e mandou o porco-espinho ir na frente, fazendo o jogador seguí-lo imperfeitamente atrás. Apesar de usando bem os sensores de movimento do Wiimote, para controlar o personagem de modo até satisfatório, o jogo tinha um enredo bem teatral e pomposo, completo com gênios e dinossauros (?), e a trilha sonora digna de causar pesadelos.

Qualquer esperança que tínhamos para a versão, verdadeiramente digna, da sétima geração de consoles, de Sonic the Hedgehog 2006 (Metacritic: 43) foi desanimada no momento em que tentamos jogar. Os níveis foram, certamente, reminiscências do clássico original do Mega Drive, mas os controles e a câmera fizeram do jogo algo praticamente “injogável”. Até o Yojiro Ogawa, do Sonic Team, admitiu que o jogo era uma falha, com esquema de controle ruim e uma câmera que apenas atrapalha, por causa da pressão do lançamento simultâneo para o PS3 e XBox 360 num pequeno time de desenvolvimento.

Posso resumir em uma só palavra o meu desdenho por Shadow the Hedgehog (Metacritic score: 45): Armas.

Ocasionalmente aparece alguns pontos brilhantes de esperança através dos anos: os jogos do Sonic no Game Boy Advance e no Nintendo DS não foram ruins. Mario & Sonic at the Olympic Games foi um dos piores, mas certamente não significa que foi um estorvo. O Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood desenvolvido pela BioWare parece promissor.

Mas, nos consoles de mesa, a saga principal do Sonic está perdida em um monte de caça níqueis. Já foi o suficiente, Sega. Tudo o que queríamos era um Sonic que pudéssemos amar. Um jogo do Sonic que faria justiça à memória dos bons tempos do azulão. Vocês provaram que não dariam conta do recado. Vocês tiveram mais chances do que deviam e desperdiçaram todas. Não me importo se ainda querem fazer dinheiro às custas do sacrifício do Sonic, recebendo o dinheiro dos falsos fãs que são jogadores ignorantes demais para distingüir de algo melhor. É e está errado e vocês da Sega deveriam se sentir profundamente envergonhados, do fundo da alma.

Com o porco-espinho Sonic já devidamente morto e enterrado, nós que o amamos podemos começar a curar nossas feridas, deixando a imagem de jogos como Sonic Shuffle desaparecerem gradualmente de nossas memórias, até não nos restar nada mais que as boas lembranças de fazer loopings em velocidades vertiginosas, de coletar as Esmeraldas Chaos, e sim, talvez até lembrarmos da raposa de duas caudas.

Contudo, eu tenho compaixão. Entendo se vocês não puderem convencer a Sega de que o Sonic está morto. Para tanto, sugiro o seguinte compromisso: se não puderem colocar o Sonic para descansar, então não deixem que qualquer outra equipe desenvolva os futuros jogos da franquia a não ser a Sonic Team.

Pode soar como uma verdadeira blasfêmia, eu sei, mas imaginem, por um momento, um jogo do Sonic criado pela Insomniac (que desenvolveu Ratchet & Clank), ou um produzido pela Ready at Dawn (Daxter). Talvez a Sucker Punch (criadores de Sly Cooper) poderia ter uma oportunidade, ou o que me dizem sobre concederem à The Benemoth (Alien Hominid) uma simples tentativa? Vocês já fizeram isso antes: a Backbone Entertainment desenvolveu Sonic Rivals para o PSP com resultados bem decentes.

Se vocês não desejam nem fazer até isso, Sega, então nossa melhor esperança seria o falecimento do porco-espinho e a possibilidade de que um dia, num futuro bem distante, o Sonic possa renascer das cinzas como uma fênix, para nos surpreender e assim nos divertir com suas aventuras renovadas.

De uma maneira ou de outra, Sega, eu lhe imploro: tenha a decência de pôr um fim ao sofrimento do Sonic.”

Fonte: Wired Blog Network

Como já disse, concordo com cada palavra escrita por ela. Tivemos jogos bons de Sonic no DS, simplesmente porque eles se mantiveram fiéis às raízes do jogo. Gameplay simples, controles precisos, 2D (apesar das lutas com os chefes) e o mais importante: sidescroller.

Não quero ver Sonic salvando princesas e muito menos na Arábia. Pior ainda é Sonic virando lobo (como parece ser a premissa do próximo jogo)! WTF?

Quero Sonic correndo em loops, quebrando televisões com escudos e pulando em cima de inimigos. Ah, e com o Dr. Robotinik.

Simples.

Revista Superinteressante traz matéria sobre clínica para viciados em videogames… Domingo, Abril 6, 2008

Posted by T_thiago in Games, Reflexões.
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A revista Superintetessante do mês de Abril/2008 traz uma matéria de apenas uma página a respeito de clínicas para viciados em videogame. Confiram a Scan da matéria:


(Clique na imagem para ver a scan em formato maior)

A matéria não é muito detalhada, ele apenas traz a informação da existência destas clínicas que cuidam de viciados em videogames (Coréia do Sul, Holanda, Alemanha e EUA). E alerta para o quanto essa risco vêem aumentando. Aqui no Brasil não há estas clínicas, informa a revista, entretanto isso não quer dizer que os brasileiros estão livres do vício e cita alguns exemplos de casos brasileiros de pessoas viciadas nos joguinhos. Inclusive relembra o caso ocorrido ano passado onde uma quadrilha sequestrou o melhor jogador brasileiro de Gunbound e como resgate exigiram os pontos do rapaz no game (é mole?), na qual os créditos valeriam cerca de R$ 15 (virtualmente é claro).

Na minha opnião é claro que isso acontece pelo mundo afora e aqui no Brasil. Mas não é só com videogame. Tudo em demasia é considerado vício e pode comprometer a vida de uma pessoa. A palavra “vício” é muito ligada as drogas (entorpecentes), inclusive a imagem utilizada na matéria sugere isso, o que não aprovo, mas um vício não é só isso. Há casos registrados de pessoas viciados em televisão, viciados em comida, viciadas em internet. Hoje em dia, tudo em exagero pode ser considerado um risco.

O maior problema é impor um limite. Até que ponto você não é um viciado? e se depois disso passar a ser? A linha é complicada. O que é considerado normal deixar de fazer para jogar uma partida de videogame? E quantas vezes? Cada caso é um caso. Assim como tem aquelas pessoas que trocam vícios por outros. Uma deixa de beber, e passar a fumar. Será que não seria melhor, por exemplo, trocar um vício como alcoolismo, por videogame ao invés do fumo? Apesar de vício ser prejudicial independente do que seja, não há graus de periculosidade? Um não faz mais mal que o outro?

Um outro contraponto que a matéria traz é o fato de que realmente os games estão se tornando mais atraente aos adultos, já que é muito difícil uma criança ficar vicíada a ponto de ser prejudicial, já que ela tem a supervisão dos pais e ela se apega facílmente a outras coisas. Já o adulto e o jovem são mais fáceis de se viciarem e não se tocarem que estão se prejudicando. O vício quando mais velho, mais difícil é de largar?

Acho interessante a idéia de clinicas para viciados em videogame, só acho perigoso o que a mídia pode fazer com matérias assim. Há que se tomar cuidado para não mostrar os videogames como algo perigoso aos seres humanos. Existem por aí coisas muitos piores, na minha, opinião, do que ser viciado em videogame. Não diminuo o problema dos viciados, mas também o lado negativo não deve se soprepor sobre os benefícios de uma boa partida de videogame.

GTA IV terá conteúdo cortado… Sexta-Feira, Abril 4, 2008

Posted by nevellin in Games, PS3, Reflexões, Wii, X360.
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… na versão australiana.

Devido a algumas restrições dadas a produtos 18+ na Australia, a Rockstar confirmou hoje que cortará algumas coisas do game, só que não informou qual será esse conteúdo.

Claro, não deverá ser algo muito forte, duvido que cortarão do game as prostitutas ou as drogas. Acho que no máximo mudarão o foco da câmera (assim espero).

Somos felizardos nesse sentido, pois no Brasil não temos nada disso, ainda. Nosso mercado ainda é muito restrito, pequeno se comparado a alguns outros mercados de jogos emergentes, mas ainda assim tivemos há alguns meses o episódio CS e Everquest, em que ambos foram PROIBIDOS no Brasil. Hein? Como assim?

Pois é. Esses dois jogos tiveram sua comercialização probida no Brasil, pois em um você pode ser o terrorista e no outro, um MMORPG, você pode ser tanto bom quanto mau, desvirtualizando conceitos morais. Agora me digam: Em GTAIV você é o quê? Em Fable, você pode ser o quê? Em quantos outros jogos nós podemos ser o ladrão, o mau, o assassino, o terrorista, o sacana, o xyz e que têm sua comercialização feita legalmente no Brasil?

Assim como CS, esses games passaram pelos órgãos classificadores brasileiros tranquilamente, que fizeram seu trabalho e os classificaram devidamente, com a idade recomendada na capa e tudo mais. O problema no caso é que o PROCON não é um órgão com pessoas treinadas nesse sentido… e foram eles que proibiram a venda destes games.

Agora imaginem se a festa continua dessa maneira! Em GTAIV SEREMOS os bandidos, em Gears Of Wars nós podemos ser os maus (em multiplayer), em Hitman somos o assassino, em Fable podemos ser tanto bons quanto maus (e bota mau nisso), em Fallout podemos ser vilões da pior espécie e em muitos outros games há possibilidades tão cruéis quanto estas. Imaginem Gears of War 2 sendo proibido aqui no Brasil, devido a falta de bom senso do PROCON ou de qualquer outro orgão brasileiro?

Imagino o que aconteceria se a Sony lançasse seu console oficialmente no Brasil e tivéssemos que aturar esse tipo de insanidade com as séries God Of War e GTA.

Primeiras Impressões Sega Superstars Tennis (X360) Sexta-Feira, Março 28, 2008

Posted by T_thiago in Games, PS3, Reflexões, Wii, X360.
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Quer saber como ficou o game? Clique em “more”

(more…)

Uma Rosa Cálida Terça-feira, Março 25, 2008

Posted by nevellin in Reflexões.
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Olá a todos. Este é meu primeiro post aqui no Portallos, mas não sei por quê, mas me veio uma idéia totalmente diferente da primeira que eu imaginei para um post de apresentação.

Em pouco mais de 5 décadas, podemos contar os dias em que não víamos ou ouvíamos algo na tv ou rádio sobre guerras. Conversando com um amigo meu, que é veterano de guerra, reparei que vivemos em um mundo que se abstém das responsabilidades das mortes que nós mesmos causamos. Há muito sangue lavando a terra por causa de diamantes, mas ainda assim fazemos questão de comprar o melhor deles para nossa esposa, há muito sangue lavando as ruas por causa de drogas, mas a grande maioria não pensam duas vezes antes de ir dar uma pitada na esquina e isso, é no mínimo triste, se não deprimente.

Um bom exemplo de troca de vidas por dinheiro é a guerra. A Guerra nua e crua faz com que bilhões sejam movimentados, alimentando várias economias de uma única vez. E não é só de armas que a guerra vive: Todos os setores que envolvem as necessidades básicas são extremamente aquecidos com a guerra, além é claro de produtos tecnológicos, petrolíferas, etcs. War for oil, oil for war.

É, nada a ver… ou não?

Ps: Não houve um só dia, nos últimos 100 anos, em que não houve uma morte por guerras neste planeta.