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Archive for the ‘Cinema – Eu Fui!’ Category

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Personagens carismáticos, boas piadas, mas faltou tempero…

Eu poderia sem dúvida fazer um review de Monstros Vs. Alienígenas e apenas elogiar o filme, que é divertidíssimo. Esse tipo de animação em 3D está cada vez mais saturada nos cinemas, o que exige que produtoras como Dreamworks trabalhem melhor em suas produções.

Os personagens do filme são simpáticos, carismáticos e você vira fã deles assim que os vê pela primeira vez. Mas não basta apenas bons personagens se a teia do enredo não estiver bem estruturado. O resultado é um filme simples, de curta duração, com algumas piadas bacanas.

A maior atração dele certamente deve ser o Efeito 3D, que tristemente, não tem aqui em Jacareí-SP. Tinha na cidade vizinha, mas só fiquei sabendo depois de ter visto a sessão ontem. Pena. O filme deixa óbvio que foi feito com este propósito, já que tem jogada de cameras, objetos vindo em direção a tela entre outras coisas para o efeito em 3D. Sem a princípal atração, perde-se um pouco do que deveria ser Monstros Vs. Alienígenas.

Um personagem que merece parabéns é o presidente dos EUA, que em quase todas as cenas em que apareceu, me arrancou algumas risadas. Principalmente com o botão de ataque nuclear ao lado do botão de café na parede. XD

Em contrapartida, a Dreamworks trabalhou bem por cima com o conceito de alienígenas do filme. o Robozão que vinculou pelos trailers no mundo todo é fantástico, mas sua participação é curtíssima. O antagonista real mesmo da coisa, é patético e sem graça. E todo filme precisa de um bom vilão.

Quem merece destaque é Bob, o monstro geleca azul. Um dos mais engraçados do filme. Perdi as contas de quantas risadas ele me arrancou do início ao fim. Susan, a mulher-gigante é a protagonista principal, e também ficou simpática e bacana, apesar de que boa parte do filme ela é meio bobinha. O Dr. Barata e o Elo Perdido completam o time, engraçados, mas nada além do básico. Ah tem o Insetosário, mas achei o papel do “bichinho” tão curto. Merecia mais.

Posso parecer duro com o filme, que óbviamente é voltado ao público infantil, mas vale lembrar que este não é o primeiro filme de monstros em 3D criados. Alguém se lembra de Monstros S.A.? Claro que é injusto querer comparar Pixar com Dreamworks, mas depois de tantos anos, é difícil ver um filmes de Monstros em 3D e não pensar em Mike e Sully.

Quem quer se divertir com algumas piadas e situações engraçadas, além de poder, se possível, ver em 3D, está mais do que recomendado Monstros Vs. Alienígenas. Mas já vá sabendo que é um filme leve, para descontrair, não leve ele a sério e não terá problemas.

Espero uma continuação, com mais ação e aventura. Este passou tudo rápido demais.

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Cinema: Watchmen – Eu fui!

Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Não é genial, mas ainda assim é fantástico.

Nunca li a HQ de Watchmen. Sei que ele está na prateleira das melhores HQs já criadas em todo o universo. Mas não li. Devido a toda essa adoração por Watchmen, a obra sempre foi vendida num preço não amigável, brasileiro sofre até mesmo para ler quadrinhos com estes preços. Então fui ver Watchmen confiante de que não acharia falhas ou problemas que certamente eu veria se tivesse lido a HQ.

Esperava um filme genial, com uma sacada de gênio, personagens complexos e situações que me fariam revirar na poltrona do cinema. Não foi para tanto. Me senti enganado em determinado ponto do filme, ao notar que a cena mais chuta bundas do filme seria mesmo a abertura com a luta do Comediante contra o misterioso assassino.

Não que o filme seja cansativo. São 2 horas e 40 minutos que você não sente passar. Não há momentos de tédios, mas sabe aquela situação em que a coisa é apenas ótima e você esperava algo sensacional. Isso acontece vendo Watchmen.

Há furos? Certamente que há. A abertura de introdução exige uma concentração além do normal para entender tudo que está acontecendo. Afinal, quem nunca leu a obra, se sente perdido a tantos flashbacks de personagens e heróis em situações além do normal. Admito que não entendi porque o Comediante mata o presidente Kennedy nessa rápida introdução. Também li por aí que o filme exagera ao dar um poder extra para os super-herois. Realmente cheguei a pensar durante a sessão sobre esse assunto. Se o filme conta a história de pessoas normais que passaram a usar fantasias e se tornarem vigilantes, de onde diabos vem estes exageros de força e velocidade? Fica meio anormal em determinado ponto.

Também senti um certo desconforto pela decisão de não explicar porque a máscara de Rorschach se mexe? São 2h40m de filme e não dava para explicar rapidamente qualé o da máscara do personagem? Certos detalhes não dá para deixar nessa ambiguidade num filme.

Mas não se iluda achando que o filme é ruim porque estou apontando falhas, na realidade ele é curioso. Se HQ é genial, na tela do cinema é um universo onde transborda personagens curiosos e situações de mistério que entretem o espectador, e afinal não é isso que um filme precisa?

O final meio que fica atropelado. Qualé do grito do Coruja quando aquele personagem morre? Não estava óbvio que aquilo aconteceria? Quebrou um pouco a importância da cena fazer isso. E a paz que se busca tanto durante a história foi obtida assim, criando o “inimigo comum” para toda a humanidade? Quanto tempo você acha que um sistema de paz mundial vigoraria numa criação assim? Não nos cansariamos de caçar o ser impossível de ser caçado? O fim não funcionou do jeito que eu esperava que fosse funcionar, mas novamente, para um filme, está ótimo.

Watchmen é uma obra prima sem dúvida. Uma belíssima adaptação dos quadrinhos para o cinema. Mas faltou a ousadia para criar sacadas tão originais e criativas como foi ano passado o Coringa de Batman o Cavaleiro das Trevas. Só adaptar, as vezes não basta…

Trailer do Filme:

Nota extra: O diretor prometeu que será lançado uma versão do diretor em DVD que terá 1h a mais de cenas. Certamente isso trará mais riquezas e detalhes para o filme, deixando-o ainda mais interessante.

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Warning! Warning!
Risco de spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Até consegue arrancar umas risadas…

O primeiro filme que assisti do Kevin Smith foi “Dogma”, uma comédia ácida que faz uma dura crítica a doutrina da Igreja Católica. Nem preciso dizer que fiquei fã do cara. Nerd assumido, ele ainda dirigiu vários outros filmes, sempre fazendo referências ao mundo pop. Nenhum outro diretor conseguiu captar a “essência vazia” que era a juventude dos anos 90. Infelizmente, seus últimos trabalhos apenas possuem um fraco brilho dessa época. “Pagando Bem…” é exatamente isso: uma comédia sem brilho, mas que ainda nos deixa ver o quão talentoso é Kevin Smith. Mesmo que seja por alguns momentos…

Zack e Miri são amigos de longa data que moram juntos e estão afundados em dívidas. Após terem a água e a luz cortadas do apartamento onde moram, eles precisam arranjar um jeito de ganhar dinheiro rápido ou não conseguirão pagar o aluguel. A solução? Fazer um filme pornô. E lá partem os dois para botar a idéia em funcionamento.

Essa primeira parte, que mostra o processo de escolha dos “atores” e a discussão sobre o nome do filme é ótima. Várias piadas de caráter duvidoso pipocam na tela. Em qualquer outro filme elas seriam ofensivas, mas não aqui. Grande parte disso se deve ao excelente elenco do filme: Seth Rogen e Elizabeth Banks estão a vontade em seus papéis. Aliás, Rogen parece que interpreta ele mesmo em cada um de seus filmes.

Durante a gravação do filme, Zack e Miri percebem o que realmente irão fazer e começam a pensar sobre as conseqüências disso. Conseguirão manter a amizade? O que realmente sentem um pelo outro? Após surgir essas perguntas na tela, o filme perde o fôlego. Deixa de ser uma comédia para se tornar um romance água-com-açúcar.

Apesar do tema e das várias cenas de nudez (algumas bem gratuitas, diga-se de passagem), este é o filme mais comercial de Kevin Smith. Sem ousadia alguma e com apenas alguns bons momentos de diversão, “Pagando Bem…” deixa a desejar.

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Warning! Warning!
Risco de spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Um filme de vampiro diferente de tudo que você já viu.

Faz um tempinho que estou procurando um filme de terror bom para assistir. Encontrei alguns que me chamaram a atenção e um deles foi o elogiadíssimo e premiado Deixe Ela Entrar. É um filme sueco, baseado em um livro de mesmo nome, que não trata o vampiro como um vilão sedento por sangue. Pelo contrário, adiciona uma boa pitada de drama na mitologia desses seres fantásticos.

Posso até dar ao filme o título de “drama sobrenatural”, pois não temos aqui um vampiro milenar charmoso procurando por sua esposa. Não, em Deixe Ela Entrar, acompanhamos Oskar, um menino solitário de 12 anos que sofre bullying na escola e em casa sonha com o momento que finalmente irá criar coragem e se vingar de seus colegas.

Certa noite (aliás, noite é modo de falar, já que durante o inverno na Suécia anoitece super cedo) ele conhece Eli. Uma menina que aparenta ser tão estranha quanto ele. Oskar nota que, apesar do frio intenso, Eli está descalça e usando apenas uma camiseta e uma calça não aparentando sentir frio algum. A partir daqui inicia relação dos dois.

Como disse antes, é um filme de vampiro diferente de todos. Tem um desenvolvimento calmo, as cenas de terror são poucas, mas bem construídas. Um mérito do filme é não mostrar totalmente o que acontece durante os ataques de Eli, deixando apenas que os sons animalescos dela e os gritos de suas vítimas aticem a nossa imaginação. A cena final, do confronto entre Eli e seus agressores não irá sair da minha cabeça por muito tempo…

Todo o filme poderia ser prejudicado se os dois protagonistas não soubessem interpretar seus personagens. E os atores-mirins fazem um ótimo trabalho, apesar da pouca idade, conseguem transparecer a confusão de sentimentos.

Mesmo sendo um excelente filme há dois pontos que achei que mereciam ser melhor trabalhados: um é o roteiro. Por se tratar de uma adaptação, muita coisa foi cortada ou simplesmente mostrada pela metade. Deixando alguns pontos da estória totalmente sem explicação. Outra falha é a trilha sonora, que é grandiosa demais para um filme tão sutil.

Usando com maestria todas as características da mitologia vampiresca, Deixe Ela Entrar é um filme imperdível.

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Jim Carrey está longe de ficar enferrujado…

Pelo menos é esta sensação que tive ao ver horas atrás Sim Senhor, a nova comédia do ator. Claro, as rugas e os sinais de velhice já começam a aparecer, mas Jim Carrey continua engraçado como sempre. Com muitas caras e bocas, situações além do normal, a nova comédia começa agradável logo nos primeiros minutos e não perde o ritmo em nenhum momento.

A idéia pode ser meio batida, um homem que sempre diz NÃO, tem sua vida mudada quando passa a dizer SIM a tudo, independente da proposta. Lembra um pouco a idéia de O Mentiroso, filme lá da década de 90 com o ator, mas funciona de forma totalmente diferente. Aqui não existe uma “mágica” que obriga o ator a dizer sim, mas simplesmente a força de vontade para nunca negar nada.

Jim Carrey realmente leva uma vidinha ordinária, preso a seu mundinho. Ele não é feliz. Em boa parte do filme tem-se a idéia de que todos mundo deveria viver a vida sem pensar nas consequências. A oportunidade apareceu? Pegue-a. Deu errado? Algo bom vai acontecer mais a frente. Por sorte o filme não deixa essa idéia ir até o fim, já que não é uma mensagem tão boa assim. É preciso sim negar algumas coisas na vida, mas não tudo. E Jim Carrey aprende isso em determinado momento.

O filme tem momentos hilários, como a briga atrás do bar e as festinhas do chefe dele. Não sei, mas Jim Carrey sempre consegue arrancar risadas, seja a piada imbecil ou já batida em dezenas de filmes. Junta-se ao elenco a atriz, que adora fazer papéis maluquinhos, Zooey Deschanel. A atriz não casa tão bem assim com Jim, mas continua simpática e agradável como sempre. É uma atriz adorável que também me faz rir sempre. Outro que merece destaque é o ator Rhys Darby, chefe nerd de Jim. Sensacional o cara, não dá nem para expressar com palavras. A piadinha com o filme 300 é suprema e a festa de Harry Potter é de morrer de rir.

Assim “Sim Senhor” é um filme engraçado. Não tem nada de brilhante [e original se parar pra pensar], mas continua provando que Jim Carrey aguenta fazer comédias e arrancar dezenas de vezes de gargalhadas de todos no cinema. Vale a pena assistir nas telonas e tem em DVD para ver e rever quantas vezes quiser.

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