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Archive for the ‘Cinema – Eu Fui!’ Category

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Personagens carismáticos, boas piadas, mas faltou tempero…

Eu poderia sem dúvida fazer um review de Monstros Vs. Alienígenas e apenas elogiar o filme, que é divertidíssimo. Esse tipo de animação em 3D está cada vez mais saturada nos cinemas, o que exige que produtoras como Dreamworks trabalhem melhor em suas produções.

Os personagens do filme são simpáticos, carismáticos e você vira fã deles assim que os vê pela primeira vez. Mas não basta apenas bons personagens se a teia do enredo não estiver bem estruturado. O resultado é um filme simples, de curta duração, com algumas piadas bacanas.

A maior atração dele certamente deve ser o Efeito 3D, que tristemente, não tem aqui em Jacareí-SP. Tinha na cidade vizinha, mas só fiquei sabendo depois de ter visto a sessão ontem. Pena. O filme deixa óbvio que foi feito com este propósito, já que tem jogada de cameras, objetos vindo em direção a tela entre outras coisas para o efeito em 3D. Sem a princípal atração, perde-se um pouco do que deveria ser Monstros Vs. Alienígenas.

Um personagem que merece parabéns é o presidente dos EUA, que em quase todas as cenas em que apareceu, me arrancou algumas risadas. Principalmente com o botão de ataque nuclear ao lado do botão de café na parede. XD

Em contrapartida, a Dreamworks trabalhou bem por cima com o conceito de alienígenas do filme. o Robozão que vinculou pelos trailers no mundo todo é fantástico, mas sua participação é curtíssima. O antagonista real mesmo da coisa, é patético e sem graça. E todo filme precisa de um bom vilão.

Quem merece destaque é Bob, o monstro geleca azul. Um dos mais engraçados do filme. Perdi as contas de quantas risadas ele me arrancou do início ao fim. Susan, a mulher-gigante é a protagonista principal, e também ficou simpática e bacana, apesar de que boa parte do filme ela é meio bobinha. O Dr. Barata e o Elo Perdido completam o time, engraçados, mas nada além do básico. Ah tem o Insetosário, mas achei o papel do “bichinho” tão curto. Merecia mais.

Posso parecer duro com o filme, que óbviamente é voltado ao público infantil, mas vale lembrar que este não é o primeiro filme de monstros em 3D criados. Alguém se lembra de Monstros S.A.? Claro que é injusto querer comparar Pixar com Dreamworks, mas depois de tantos anos, é difícil ver um filmes de Monstros em 3D e não pensar em Mike e Sully.

Quem quer se divertir com algumas piadas e situações engraçadas, além de poder, se possível, ver em 3D, está mais do que recomendado Monstros Vs. Alienígenas. Mas já vá sabendo que é um filme leve, para descontrair, não leve ele a sério e não terá problemas.

Espero uma continuação, com mais ação e aventura. Este passou tudo rápido demais.

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Cinema: Watchmen – Eu fui!

Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Não é genial, mas ainda assim é fantástico.

Nunca li a HQ de Watchmen. Sei que ele está na prateleira das melhores HQs já criadas em todo o universo. Mas não li. Devido a toda essa adoração por Watchmen, a obra sempre foi vendida num preço não amigável, brasileiro sofre até mesmo para ler quadrinhos com estes preços. Então fui ver Watchmen confiante de que não acharia falhas ou problemas que certamente eu veria se tivesse lido a HQ.

Esperava um filme genial, com uma sacada de gênio, personagens complexos e situações que me fariam revirar na poltrona do cinema. Não foi para tanto. Me senti enganado em determinado ponto do filme, ao notar que a cena mais chuta bundas do filme seria mesmo a abertura com a luta do Comediante contra o misterioso assassino.

Não que o filme seja cansativo. São 2 horas e 40 minutos que você não sente passar. Não há momentos de tédios, mas sabe aquela situação em que a coisa é apenas ótima e você esperava algo sensacional. Isso acontece vendo Watchmen.

Há furos? Certamente que há. A abertura de introdução exige uma concentração além do normal para entender tudo que está acontecendo. Afinal, quem nunca leu a obra, se sente perdido a tantos flashbacks de personagens e heróis em situações além do normal. Admito que não entendi porque o Comediante mata o presidente Kennedy nessa rápida introdução. Também li por aí que o filme exagera ao dar um poder extra para os super-herois. Realmente cheguei a pensar durante a sessão sobre esse assunto. Se o filme conta a história de pessoas normais que passaram a usar fantasias e se tornarem vigilantes, de onde diabos vem estes exageros de força e velocidade? Fica meio anormal em determinado ponto.

Também senti um certo desconforto pela decisão de não explicar porque a máscara de Rorschach se mexe? São 2h40m de filme e não dava para explicar rapidamente qualé o da máscara do personagem? Certos detalhes não dá para deixar nessa ambiguidade num filme.

Mas não se iluda achando que o filme é ruim porque estou apontando falhas, na realidade ele é curioso. Se HQ é genial, na tela do cinema é um universo onde transborda personagens curiosos e situações de mistério que entretem o espectador, e afinal não é isso que um filme precisa?

O final meio que fica atropelado. Qualé do grito do Coruja quando aquele personagem morre? Não estava óbvio que aquilo aconteceria? Quebrou um pouco a importância da cena fazer isso. E a paz que se busca tanto durante a história foi obtida assim, criando o “inimigo comum” para toda a humanidade? Quanto tempo você acha que um sistema de paz mundial vigoraria numa criação assim? Não nos cansariamos de caçar o ser impossível de ser caçado? O fim não funcionou do jeito que eu esperava que fosse funcionar, mas novamente, para um filme, está ótimo.

Watchmen é uma obra prima sem dúvida. Uma belíssima adaptação dos quadrinhos para o cinema. Mas faltou a ousadia para criar sacadas tão originais e criativas como foi ano passado o Coringa de Batman o Cavaleiro das Trevas. Só adaptar, as vezes não basta…

Trailer do Filme:

Nota extra: O diretor prometeu que será lançado uma versão do diretor em DVD que terá 1h a mais de cenas. Certamente isso trará mais riquezas e detalhes para o filme, deixando-o ainda mais interessante.

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Risco de spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Até consegue arrancar umas risadas…

O primeiro filme que assisti do Kevin Smith foi “Dogma”, uma comédia ácida que faz uma dura crítica a doutrina da Igreja Católica. Nem preciso dizer que fiquei fã do cara. Nerd assumido, ele ainda dirigiu vários outros filmes, sempre fazendo referências ao mundo pop. Nenhum outro diretor conseguiu captar a “essência vazia” que era a juventude dos anos 90. Infelizmente, seus últimos trabalhos apenas possuem um fraco brilho dessa época. “Pagando Bem…” é exatamente isso: uma comédia sem brilho, mas que ainda nos deixa ver o quão talentoso é Kevin Smith. Mesmo que seja por alguns momentos…

Zack e Miri são amigos de longa data que moram juntos e estão afundados em dívidas. Após terem a água e a luz cortadas do apartamento onde moram, eles precisam arranjar um jeito de ganhar dinheiro rápido ou não conseguirão pagar o aluguel. A solução? Fazer um filme pornô. E lá partem os dois para botar a idéia em funcionamento.

Essa primeira parte, que mostra o processo de escolha dos “atores” e a discussão sobre o nome do filme é ótima. Várias piadas de caráter duvidoso pipocam na tela. Em qualquer outro filme elas seriam ofensivas, mas não aqui. Grande parte disso se deve ao excelente elenco do filme: Seth Rogen e Elizabeth Banks estão a vontade em seus papéis. Aliás, Rogen parece que interpreta ele mesmo em cada um de seus filmes.

Durante a gravação do filme, Zack e Miri percebem o que realmente irão fazer e começam a pensar sobre as conseqüências disso. Conseguirão manter a amizade? O que realmente sentem um pelo outro? Após surgir essas perguntas na tela, o filme perde o fôlego. Deixa de ser uma comédia para se tornar um romance água-com-açúcar.

Apesar do tema e das várias cenas de nudez (algumas bem gratuitas, diga-se de passagem), este é o filme mais comercial de Kevin Smith. Sem ousadia alguma e com apenas alguns bons momentos de diversão, “Pagando Bem…” deixa a desejar.

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Um filme de vampiro diferente de tudo que você já viu.

Faz um tempinho que estou procurando um filme de terror bom para assistir. Encontrei alguns que me chamaram a atenção e um deles foi o elogiadíssimo e premiado Deixe Ela Entrar. É um filme sueco, baseado em um livro de mesmo nome, que não trata o vampiro como um vilão sedento por sangue. Pelo contrário, adiciona uma boa pitada de drama na mitologia desses seres fantásticos.

Posso até dar ao filme o título de “drama sobrenatural”, pois não temos aqui um vampiro milenar charmoso procurando por sua esposa. Não, em Deixe Ela Entrar, acompanhamos Oskar, um menino solitário de 12 anos que sofre bullying na escola e em casa sonha com o momento que finalmente irá criar coragem e se vingar de seus colegas.

Certa noite (aliás, noite é modo de falar, já que durante o inverno na Suécia anoitece super cedo) ele conhece Eli. Uma menina que aparenta ser tão estranha quanto ele. Oskar nota que, apesar do frio intenso, Eli está descalça e usando apenas uma camiseta e uma calça não aparentando sentir frio algum. A partir daqui inicia relação dos dois.

Como disse antes, é um filme de vampiro diferente de todos. Tem um desenvolvimento calmo, as cenas de terror são poucas, mas bem construídas. Um mérito do filme é não mostrar totalmente o que acontece durante os ataques de Eli, deixando apenas que os sons animalescos dela e os gritos de suas vítimas aticem a nossa imaginação. A cena final, do confronto entre Eli e seus agressores não irá sair da minha cabeça por muito tempo…

Todo o filme poderia ser prejudicado se os dois protagonistas não soubessem interpretar seus personagens. E os atores-mirins fazem um ótimo trabalho, apesar da pouca idade, conseguem transparecer a confusão de sentimentos.

Mesmo sendo um excelente filme há dois pontos que achei que mereciam ser melhor trabalhados: um é o roteiro. Por se tratar de uma adaptação, muita coisa foi cortada ou simplesmente mostrada pela metade. Deixando alguns pontos da estória totalmente sem explicação. Outra falha é a trilha sonora, que é grandiosa demais para um filme tão sutil.

Usando com maestria todas as características da mitologia vampiresca, Deixe Ela Entrar é um filme imperdível.

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Jim Carrey está longe de ficar enferrujado…

Pelo menos é esta sensação que tive ao ver horas atrás Sim Senhor, a nova comédia do ator. Claro, as rugas e os sinais de velhice já começam a aparecer, mas Jim Carrey continua engraçado como sempre. Com muitas caras e bocas, situações além do normal, a nova comédia começa agradável logo nos primeiros minutos e não perde o ritmo em nenhum momento.

A idéia pode ser meio batida, um homem que sempre diz NÃO, tem sua vida mudada quando passa a dizer SIM a tudo, independente da proposta. Lembra um pouco a idéia de O Mentiroso, filme lá da década de 90 com o ator, mas funciona de forma totalmente diferente. Aqui não existe uma “mágica” que obriga o ator a dizer sim, mas simplesmente a força de vontade para nunca negar nada.

Jim Carrey realmente leva uma vidinha ordinária, preso a seu mundinho. Ele não é feliz. Em boa parte do filme tem-se a idéia de que todos mundo deveria viver a vida sem pensar nas consequências. A oportunidade apareceu? Pegue-a. Deu errado? Algo bom vai acontecer mais a frente. Por sorte o filme não deixa essa idéia ir até o fim, já que não é uma mensagem tão boa assim. É preciso sim negar algumas coisas na vida, mas não tudo. E Jim Carrey aprende isso em determinado momento.

O filme tem momentos hilários, como a briga atrás do bar e as festinhas do chefe dele. Não sei, mas Jim Carrey sempre consegue arrancar risadas, seja a piada imbecil ou já batida em dezenas de filmes. Junta-se ao elenco a atriz, que adora fazer papéis maluquinhos, Zooey Deschanel. A atriz não casa tão bem assim com Jim, mas continua simpática e agradável como sempre. É uma atriz adorável que também me faz rir sempre. Outro que merece destaque é o ator Rhys Darby, chefe nerd de Jim. Sensacional o cara, não dá nem para expressar com palavras. A piadinha com o filme 300 é suprema e a festa de Harry Potter é de morrer de rir.

Assim “Sim Senhor” é um filme engraçado. Não tem nada de brilhante [e original se parar pra pensar], mas continua provando que Jim Carrey aguenta fazer comédias e arrancar dezenas de vezes de gargalhadas de todos no cinema. Vale a pena assistir nas telonas e tem em DVD para ver e rever quantas vezes quiser.

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Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Nem todos conseguirão ver a beleza deste filme.

Fernando Meirelles é um diretor corajoso. É dele o cultuado filme Cidade De Deus e do tocante O Jardineiro Fiel. Mais uma vez ele prova essa coragem ao adaptar para o cinema o difícil livro Ensaio Sobre A Cegueira, do autor José Saramago. Meirelles cria um filme que faz justiça ao livro: é cruel e extremamente real. Talvez por isso esta seja uma obra que não agradará a todos.

Acompanhamos no filme o drama de um grupo de pessoas colocadas em quarentena em um manicômio por estarem sofrendo da inexplicável Cegueira Branca. Uma epidemia que se alastra por uma cidade não identificada e que deixa todos cegos, ou na descrição de um personagem: “como se se encontrasse mergulhado de olhos abertos num mar de leite”. Todos os personagens estão cegos, exceto por um: a Mulher do Médico. Ela inexplicavelmente está imune a epidemia e recai sobre suas costas a responsabilidade de cuidar de todos. Tentando manter a idéia de sociedade, os cegos procuram se organizar na distribuição da comida e no “funeral” dos companheiros. Mas, após pouco tempo trancafiados no manicômio a desordem se instala e nesse cenário é onde o instinto de sobrevivência fala mais alto.

Não veremos no filme a causa da cegueira ou a sua cura, no seu lugar é retratada a decadência da sociedade e a perda de todos os seus valores e o esforço de um pequeno grupo em manter o resto de humanidade que ainda possuem.

Uma característica importante do livro e que Meirelles manteve no filme foi a ausência de nomes para os personagens. Todos são conhecidos por suas profissões (O Médico), seus relacionamentos (A Mulher do Médico) ou suas características físicas (O Menino Estrábico). A fotografia do filme é tomada por um branco saturado que chega a doer os olhos, passando ao público a sensação da tal cegueira branca.

O elenco é incrível, mas a atenção volta-se totalmente para Juliane Moore que interpreta a Mulher do Médico. Sendo a única que pode ver ela carrega a enorme responsabilidade de cuidar não somente do marido, mas também de todos os outros. Ela é excepcional em registrar o desespero velado da personagem.

Gostaria de recomendar o filme para todos, mas não posso. É um filme difícil de ser digerido e que necessita de uma profunda reflexão após ser assistido. É como diz Saramago em seu livro: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”

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O trailer engana MUITO…

Gosto de Adam Sandler, os filmes do ator sempre são interessantes e tem um diferencial das outras comédias. Claro que nem por isso os filmes são genias, são apenas criativos. “Eu os declaro marido e… Larry” e “Zohan” são 2 bons exemplos de como suas comédias podem ser agradáveis. Infelizmente não é isso que acontece em “Um faz de conta que acontece”.

Alias esse nome escolhido para a versão brasileira é parte responsável pela idéia errada que o trailer passa. O original é Bedtime Stories, algo como “histórias da hora de dormir”, ou pelo menos esta é a idéia que passa. O verbo acontecer na versão brasileira estraga tudo. Você vai esperando uma coisa no cinema e quando chega lá, não é o que você pensou. Um exemplo que aparece no trailer é o menino na cama interrompendo Sandler, que contava uma história, e diz que nela começa a chover chiclete. Aí corta para uma cena onde Sandler abre um guarda-chuva no meio de uma chuva de chiclete. Ok, você pensa, as histórias começam a acontecer literalmente na vida real. Não se trata nada disso.

O filme trata de metáforas. O contexto da história para dormir começa a acontecer no dia seguinte, mas conforme as suas limitações. No caso da chuva de chiclete é apenas um caminhão de chicletes que bateu e começou a escorrer chicletes pela rodovia. Em outro momento Sandler salva a mocinha numa história de Cowboy de bandidos que querem a sequestrar, enquanto na vida real ela apenas a pega no meio de um monte de Paparazzis. O dia seguinte é recheado de coincidências e semelhanças com as histórias contadas na noite anterior. O personagem percebe isso e passa a se aproveitar da oportunidade. Claro que nem sempre isso vai dar certo já que somente o que as crianças contam funcionam no dia seguinte.

Outra coisa bizarra é o tal do Hamster “Zoiudo”, com seus olhos gigantes. Quando se vê o trailer, há a falsa impressão que o status do bichinho se deve ao enredo do faz-de-conta que se torna realidade, mas não é nada disso. O hamster simplesmente é assim e pronto. E como aqueles mascotes de antigas animações disney, que está ali unicamente para proporcionar algumas piadas, ainda que bobas.

No fim Sandler parece já desgastado para um filme infantil com crianças. O ator não soa convincente, talvez pelo personagem vazio, e o carisma mesmo fica as 2 crianças do filme. Nem mesmo o interesse romantico chega a fazer diferença. O resulta é um filminho de sessão da tarde e olhe lá.

Odeio me sentir enganado. Isso é uma prática desrespeitosa com o publico sem dúvida. Talvez a culpa seja da versão brasileira, com um trailer e um nome que passam uma idéia totalmente errada do filme. Não valeu o ingresso pago e não valerá nem mesmo o DVD.

A única coisa que se salva são 2 cenas com Rob Schneider e Adam Sandler. Uma parceira que vem de longa data e que poderia ser melhor aproveitada com certeza. Gostaria de ver um filme onde ambos os atores trabalhassem juntos do começo ao fim.

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Risco de spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Mais que um curioso caso, é uma fábula fantástica de um homem incomum.

Ao entrar na sala de cinema para assistir O Curioso Caso de Benjamin Button prepare-se: são 2 horas e 46 minutos de um filme que te transportará para um universo onde o impossível é possível. Clichê? Talvez, mas este é sem duvida um filme para ser visto com o coração aberto.

Benjamin Button nasceu em circunstâncias incomuns: ele era um bebê feio e possuía todas as doenças de um senhor de 80 anos a beira da morte. Mas a cada dia que passa, Benjamin se sente melhor: seus sintomas vão diminuindo e seu corpo vai rejuvenescendo. O trabalho de maquiagem desse filme é simplesmente incrível. Ver o rosto de Brad Pitt totalmente envelhecido e ir rejuvenescendo aos poucos (ou observar os outros personagens envelhecendo) é surreal. Não tenho dúvida de que ganhará o Oscar de Maquiagem.

A história principal é simples: o romance entre Benjamin e Daisy. Mas o diferencial aqui é como toda a trama se desenvolve, as experiências de cada personagem e o aprendizado que se tira de cada situação. É quase uma fábula, recheada de lições sobre a vida, a morte e o amor.

Mas nem tudo no filme funciona bem. A duração de 2 horas e 46 minutos é um tanto cansativa, levando em conta que a história se desenvolve devagar. Alguns acontecimentos parecem ser um pouco forçados, como quando ele retorna para sua casa (após passar um tempo fora) exatamente no dia do funeral de sua mãe adotiva. São acontecimentos forçados, mas relembrando agora, percebo que são importantes para o desenvolvimento dramático do roteiro.

Sem dúvida O Curioso Caso de Benjamin Button é mais um excelente filme do diretor David Fincher. É a mistura perfeita entre ótimos atores, produção fantástica e uma história única que deve emocionar a todos.

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A ignorância versus sabedoria.

Este foi o impacto que tive ao assistir “O dia em que a Terra parou”, ontem, nos cinema. O que acontece com o ser humano quando ele tropeça no desconhecido? É aquela velha história do “Eu atiro primeiro, e depois pergunto”.

Logo no primeiro momento do filme, um objeto espacial chega a Terra. E o filme começa a criar separações de classes. Temos em volta do objeto cientistas tentando fazer contato com a criatura pacificamente e os soldados do exército americano apontando centenas de armas para o tal ser. Não preciso dizer que um soldado retardado acaba disparando na criatura preciso? E o filme continua a partir deste ponto a criar o conflito cientistas/sabedoria contra governo/ignorância.

A sociedade hoje em dia é composta a maior parte por pessoas que realmente não param e pensam como resolver um conflito sem violência. Somos seres que reagimos exageradamente com violência a situações onde bastaria conversar. O ET/Keanu Reeves/Neo não demostra agressividade em momento algum enquanto está preso. Pede para falar com os representantes da Terra. Calmamente. E mesmo assim, o prendem, tentam dopar e interrogá-lo da pior maneira possível. Muito civilizados nós somos.

O filme tem esse clichê inteligênte. Klatus, o nome do alienigena no filme, não está lá para destruir o planeta, mas impedir que nós o façamos. E mesmo assim respondemos a ele com misséis, tiros e ignorância.

Keanu Reeves representa um papel que ele faz bem. O cara sem sentimentos, a la Neo de Matrix, fodão e que não faz muitas caras e bocas. Jennifer Connelly está ali, como a cientista que acredita que conversar dará melhores resultados do que chegar chutando bundas. O filho de Will Smith, Jaden Smith, está irritante, mas acho que era esse o papel da criança no filme, mostrar que a próxima geração também tende a atirar primeiro e perguntar depois. John Cleese, o personagem ganhador do premio Nobel tem a melhor cena do filme, onde Klatus realmente sente que existem pessoas que entendem o que é preciso para mudar o mundo.

A ameaça de extinção da raça humana vem através de um Robô gigante formado por cupins espaciais que devoram tudo. Uau, mais sci-fi que isso impossível. Mas é ótimo, pois passa aquela sensação de que os humanos abriram a caixa de pandora ao ficarem cutucando o Robô quando Klatus deixa bem claro que ele só reage quando há violência por perto. Nós cutucamos uma colméia, o que mais podíamos querer?

A única coisa lamentável é o final do filme. Klatus passa por toda essa experiência e entendimento da raça humana e no fim somente Jennifer Connelly recebe a mensagem? Como se ela sozinha fosse mesmo mudar o mundo. Utopia impossível. Mas e a mensagem de fim de mundo? OK, mas desde quando entendemos o que está implícito nas coisas… raça ignorante, dã.

Não sei, o fim do filme é amplo demais. Dá impressão que ele veio, deu um tiro de advertência, não disse porque veio [disse apenas para a cientista bonitinha], e foi embora.

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Cinema: Bolt – Eu fui!

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Não tem a Magia que você espera, mas até que não é ruim.

Disney tem um sinônimo de magia. Pode não ter dito isso nos últimos anos é verdade, mas nem por isso ela tenha perdido essa característica. Bolt com certeza é o filme em 3D da Disney mais equilibrado. O Galinho era um tanto ridículo em termos de estrutura, Selvagem era um clone mal feito de Madagascar, mesmo com o Koala impagavelmente hilário, aí fechamos com Família do Futuro, um filme criativo, original, mas que era estranho o fato do vilão brilhar mais do que o protagonista. E desta vez a Disney vem com Bolt, a primeira produção dela após a compra da Pixar.

Inicialmente Bolt se chamava American Dog, e seria produzido também em 3D pelos brilhantes criadores de Lilo & Stitch. Clique nesse link e ouse dizer que o gato na última imagem não tem uma face meio “Stitch”. Aí a Pixar se vendeu e John Lasseter, responsável por Toy Story e Carros, assumiu o projeto. O pessoal de Lilo foram descartados como lixo e o roteiro inicial foi pro saco. O mais triste é que não para saber até onde essa decisão foi ou não correta.

Bolt não é ruim, pelo contrário, é um filme bacana. Tem um roteiro bem amarradinho, com um trio de protagonistas simpáticos e situações que pedem por uma grande aventura ou jornada, como preferir. Mas o que dizer quando a primeira cena, com ação e efeitos especiais de babar, acaba se tornando a melhor cena de todo o filme? É um problema quando a ficção é mais bacana que a realidade. Bolt é um cachorro com superpoderes na TV e que não sabe que é TV. Ele não entende o que é real, ele vive seu personagem 100% do seu tempo. A abertura é assim, com explosões, uma bela trilha de suspense, perseguições e muitos efeitos. Depois disso, Bolt foge achando que sua dona, que também é uma personagem na série, está em perigo.

Na vida real ele descobre que tudo em sua vida é uma mentira, que ele não tem poderes, mas é claro que vai demorar muito para sua ficha cair, já que ele apenas pensa que está temporariamente sem poderes. Entram os secundários, a Gata e um Hamster, meio biruta alias, que viajam os Estados Unidos inteiro atrás da menina. Eu diria que o filme é bacana para crianças, porém para o público adulto, faltou mais ousadia e criatividade.

Um outro detalhe, para um bom protagonista, sempre é necessário um antagonista. Bolt é um filme sem vilão. O perigo existe no filme, mas um vilão, bem não existe um verdadeiro. É uma regra natural ter um Lex Luthor para todo Superman. Acaba tendo um fim previsível, sem surpresa ou até mesmo uma reviravolta. Ok, a Disney fez um filme certinho. Mas nos dias atuais, só certinho não basta para o público mais grandinho. Ih, rimou.

Faltou fantasia, ousadia e originalidade. Lilo & Stitch, Aladdin, Pequena Sereia, Rei Leão e dezenas de outros clássicos tem. Bolt não. Será que American Dog teria?

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Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Você só vai assistir porque é Will Smith.

Até que não é uma coisa ruim, afinal Will Smith é um ator bacana. Sabe interpretar e o público brasileiro parece simpatizar com ele. Sete Vidas não há absolutamente nada de original. Não há uma idéia inédita, um conceito novo ou um roteiro que surpreenda. Na realidade é apenas mais um filme com uma história boa realizada por um ator excelente. É um filme triste, você descobre isso nos 5 primeiros segundos de filme e se você espera que ela fique alegre no andar do roteiro, pode esquecer.

Alias não é a primeira vez que Will Smith na pele de um personagem para por estas situações onde a consciência humana pesa por atos insensatos ou onde vemos o personagem da trama tentando regular sua balança cósmica. Mas eu realmente me pergunto se um ser humano normal, fora da tela, vivendo no mundo real, ao passar por provações assim não consegue se reerguer diante de uma tragédia de tais proporções. Afinal é triste ver uma história onde não há esperança de uma certa forma de ângulo.

Os elementos da trama são bem amarradinhos, o roteirista deixa você saber o fim do filme no começo, não dá para não sacar o que Will Smith planeja, porém os elementos que o levaram a tal situação são contados aos pouquinhos. Nem a esperancinha de final feliz nos 44 minutos do segundo tempo convence. Claro que a performance da atriz Rosaria Dawson está mais do que perfeita, e há momentos que a atriz brilha muito mais que Will.

Porém preciso ressalvar a imbecil idéia de pedir ao dublador brasileiro que faz a voz de Jim Carrey dublar Will Smith. Horrível. Por favor empresas de dublagens nacionais, não façam isso. Ainda mais colocar vozes iguais de atores famosos. Gostaria muito de saber o que aconteceu com o real dublador de Will para que o mesmo não fizesse a dublagem deste filme. Pior ainda é a decisão idiota do Cinemark de Jacareí em exibir um drama de tamanha proporção em versão apenas dublada, já que a produção está anos-luz de ser algo voltado as crianças.

Vá assistir Sete Vidas, mas espere um filme triste e chore em seu fim, pois é pra isso que ele serve.

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Marley & Eu – Eu Fui! Primeiro Post de 2009!


A única coisa que Marley ainda não comeu são os Spoilers. Se não gosta deles, evite ao máximo

É dificil falar deste aqui! Tive a oportunidade de ler o livro pela escola (o único que presta que já li na escola, diga-se de passagem) e realmente adorei! Quando soube que o filme seria rodado fiquei extremamente surpreso, e até com medo, pois não há cachorro como Marley (talvez Amelie, minha sheep dog, tonta…). Mas assim como John Grogan (personagem principal da história, e autor do best-seller) me surpreendi a cada minuto do filme, seja nas horas dramáticas ou nas horas de extremo riso.

Clique em “mais” e corra atrás do seu cachorro

(mais…)

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Cinema: Crepúsculo – Eu fui!

Apenas um detalhe. Eu não fui! Esse texto foi escrito pelo Chief, estou apenas postando para ele por aqui. XD

Warning! Warning!
Se você é alergico à spoilers afaste-se ou será contaminado

Acabei de sair da seção do Crepúsculo, filme inspirado no best-seller mais novo entre os jovens do mundo todo. O livro criado por Stephanie Mayer trata de vampiros, aquele amor colegial (nada hollywoodiano pra falar a verdade) entre outras coisas. Só para lembrar, pode e conterá spoilers, então se você é alergico ou qualquer coisa assim, pare por aqui ok?

A história começa em Fenix (EUA) onde Isabella, adolescente que cursa o terceiro ano do segundo grau mora, junto de sua mãe e o novo marido (um mala, diga-se de passagem). Um belo dia ela resolve ir morar com o seu pai, um chefe de polícia de uma cidadezinha interiorana no estado de Washington. Até aí tudo bem, quem veria um filme desses? Quando ela chega lá, em seu primeiro dia de escola ela senta-se ao lado de um garoto estranho, aparentemente doente coisa e tal. Esse era Edward Cullen, o responsavel por todo o resto que acontece na trama.

Esse tal de Edward (que me deixou surdo, após TODAS as garotas do cinema gritarem de alegria em coro) é um vampiro, mas não é um vampiro comum. Ele não tem medo de cruzes, aparece em espelhos e fotografias e não dorme em caixões. Tudo bem, ele é um vampiro, o máximo que pode fazer é morde-la e ela virar uma vampira, certo? ERRADO, acontece que o tal Edward se apaixonou perdidamente por Isabella, assim como ela se apaixonou por ele. Ai que tá, filme beeeeeem chatinho né? parece que não vale o ingresso. Durante uns 70% do filme é isso (salvo por uma ou outra exessão, por exemplo quando ele a salva de um acidente).

Após Bella (como ela gosta de ser chamada) e Edward firmarem sua posição de namorados pra todo mundo ,após chegarem juntos a escola (Ai meu ouvido, again…) o vampiro leva sua namorada á uma partida de baseball com sua familia (no meio da chuva, para disfarçar os barulhos dos encontrões entre os trovões). Aí, começa a história (assim como Hackock, só vai ficar bom mesmo depois de quase um filme inteiro) com uma perseguição monotona entre dois grupos diferentes de vampiros.

O estilo de “arte” do filme é bem semelhante aos ultimos Harry Potters, com tudo cheio de névoa e clima bem sombrio. Os efeitos especiais, jogos de luz e câmera também são bem aproveitados, exceto pela senssação velocidade dos personagens, que ficou muito estranho como se estivesse mostrando o personagem em cada frame, como se fosse um blur, só que muito mal feito. Dentre as cenas mais bem feitas está a parte em que Edward trava uma mini-van e a cena da ultima luta (essa ultima extremamente bem gravada, toda continuamente, sem uma pausa aparente). Mas o filme não é todo legal. Só fica bom mesmo a partir do final, dando vontade de sair da sala (principalmente no meu caso, preciso urgente de uma consulta em um fono) e achei um erro que acaba com a diversão. quando Edward foge para a floresta e mostra sua pele de diamante ele desabotoa a camisa, em nenos de 2 segundos ele já aparece com a camisa abotoada novamente (a não ser que no filme não fale que a hiper-velocidade também sirva para abotoar a camisa em menos de 2 segundos). É um erro bobo mas indigna os poucos que percebem. Fora isso as atuações estão bem legaizinhas, mas não são um show, como visto esse ano com o coringa de Heat Ledger (longe disso, as atuações de Crepúsculo não chegam nem perto)

Se ainda não viu o filme aguarde mais um pouco e salve os seus ouvidos (a continuação, Lua Nova, nem me arrisco a ver na estréia). Mas é um bom filme, que acredito que falha mais apena do que o livro (que deve ser puuuuuura enrolação). Eu particularmente gostei do filme, achei que ia ser muito pior, embora ainda seja mal desenvolvido, com poucas explicacões (você tem que deduzir muitas coisas, o que não é bom para um filme, cujo qual o propósito é apenas proporcionar um bom momento). Outra dica é não ir com sua namorada (a não ser que tenha um bom motivo ou seja casado já) pois vai te dar raiva ela olhando para o ator que interpreta Edward, que por sinal é o mesmo que interpretou Cedrico Digory, em HP e o Cálice de Fogo: Robert Pattinson.

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Cinema: Madagascar 2 – Eu fui!

Opa, finalmente depois de um hiato de 3 meses, algo que valeu a pena ir conferir na telona! Nova temporada de filmes no cinemas tem início!

Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

De filme meia-boca à excelente…

Madagascar 2 estreou sexta passada, como cinema no Brasil para quem não paga meia entrada é absurdamente caro, só pude ir ontem, o dia mais barato. Vou admitir logo de cara 2 coisas: Não gostei de Madagascar 1 e não esperava que o 2 pudesse reverter a situação. Errei feio.

O segundo filme começa exatamente como deveria começar o primeiro, desenvolvendo personagens. No primeiro todos parecem tão vazios. O ritmo do roteiro é ágil, mesclando eventos que aconteceram no primeiro filme, relembrando o público sem deixar as coisas enfadonhas.

Não há tempo para enrolações num filme com tanto a se fazer. Talvez a melhor coisa em Madagascar sejam as excelente piadas. O filme está muito mais cômido e engraçado do que o primeiro, e aprendeu com maestria a trabalhar com todos os personagens coadjuvantes no tempo correto. Todos tem seus momentos, sua importância a trama e brilha na hora certa.

O rei Julien está impagável. Você não consegue ficar 1 segundo sem rir quando ele aparece em tela, assim como seus subordinados. Os Penguins são o orgamos do filme. Vendo-os pilotar um avião, rouber jipes ou negociar com macacos é de chorar de rir. Sem mencionar as piadas inteligentes, comos os macacos entrando em greve e negociando como um sindicato e exigindo licença-maternidade, sendo todos machos. XD

Os 4 protagonistas também saiem muito bem com tramas individuais, agora que eles caem, literalmente, dentro de uma reserva de animais na Africa. Alex encontra seu Pai, Marty descobre seus clones, Melman vira curandeiro das girafas e Gloria corre atrás de um amor. Cada trama mesmo correndo em paralelo, em várias partes se cruzam na trama para formar um final fantástico.

Vai ficar difícil é a Dreamworks fazer um Madagascar 3 melhor que o segundo. O review ficou menor do que esperava porque realmente não quero contar muito sobre o filme, pois vale a pena não saber muito.

Tecnicamente ficou mais bonito, com cenários mais amplos, detalhados e com muitos animais. Os sons, incluindo a dublagem ficaram ótimos, a música “Eu me remexo” abre o filme e a Dreamworks conseguiu encontrar outras músicas tão empolgantes quanto “remexo” sem a necessidade de repeti-la incansavelmente. Enfim, não tenho uma só reclamação sequer quanto a Madagascar 2. Consertou todos os terríveis defeitos do primeiro, trouxe uma história bacana e situações hilárias e trabalhou perfeitamente com todos os personagens, incluindo coadjuvantes, coisa que, por exemplo, Kung Fu Panda passou longe de conseguir. Está longe de ser uma repetição do primeiro, como certos filmes correm o risco de serem quando ganha número “2” ao lado do nome.

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007 Quantum of Solace – Eu Fui!

Warning: Risco de Spoiler

Se você é alergico mantenha-se longe!

Finalmente a minha espera acabou.Toda vez em que passava na frente do cnema olhava o poster de mais de 2 metros de altura da nova missão de “Double O’ Seven”. Agora se quer ver as  minhas impressões clique em more!

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Segunda dose de Hellboy é ainda melhor!

Segunda à noite, cinema barato, não puder perder a oportunidade de ir conferir Hellboy 2. Valeu a pena, alias valeria a pena até se eu pagasse pelo ingresso do dia mais caro. O filme é excelente em dezenas de aspectos. Se isso é suficiente para você nem precisa continuar lendo.

Uma das coisas em que adoro em filmes de fantasia (sim!, Hellboy é fantasia) é quanto o enredo da história explica que, sim, existem seres fantásticos como fadas, demônios e tipinhos semelhantes, porém a humanidade não os enxerga. Isso torna as coisas mais reais, pois se fizer sentido, é possível que uma fantasia assim possa ser contada num cenário atual, onde prédios, carros e esse mundinho miserável onde vivemos passa a ser palco da história.

E é disso que os primeiros minutos de Hellboy trata. Numa cômica cena de Hellboy ainda criança, quase adolescente, e seu pai contando porque o mundo dos seres de fantasia e o mundo dos homens foram divididos. O homem sempre retratado como o parasita, o sem coração, o ser que destroi tudo que toca, e não que nescessariamente isso seja mentira não concorda?

Dessa “lenda” surge o enredo principal de filme e faz com que tudo que seja visto em Hellboy, apesar de fantasioso, dentro de seu contexto, é muito e maravilhosamente real.

Hellboy está melhor em sua segunda dose. Dispensadas as origens e o atorzinho sem graça do primeiro filme (aquele que fez o parceiro de Hellboy), temos um filme que empolga em todos os aspectos.

Os acontecimentos do filme vem e vão a todo momento. Sempre tem algo novo sendo revelado ou acontecimento que não permite com que o espectador pisque ou durma. As cenas de ação são fenomenais, principamente a primeira com a batalha contra as fadas dos dentes. Mas o monstro elemental no meio da cidade me lembrou muito os grandes RPGs dos games. E a batalha final contra o exército dourado ou contra o prícipe Nuanda não deixa nem um pouco daquela sensação de “ei, que coisa falsa, computação gráfica sux”.

Em contrapartida a comédia e as piadas prontas do personagem vermelho sempre são hilários. A cena dos pinguções e a canção melada é impagável!

Fica a sugestão. Hellboy 2 é um amadurecimento saudável e excelente do primeiro. Consertou algumas coisas, acrescentou dezenas de outras coisas e o que temos é um filme de mágia. Me lembro de quando criança como os seres e personagens de “A História Sem Fim” faziam a minha alegria, ontem, vendo Hellboy na telona, pensei nessa mágia de filmes e seres fantásticos e fiquei incrivelmente satisfeito após sair da sessão de Hellboy.

Uma coisa é você sair empolgadão após ver um Batman versus Coringa. A sensação é de adrenalina. Outra é sair satisfeito de Hellboy 2, alegre e feliz pois acabou de ver um excelente filme em que não precisa roer as unhas, mas simplesmente sentar e se maravilhar com um universo que não está habituado, entretanto assim como ele começa na tela, você já se sente em casa, sabe?

Vale a pena medir e sentir tais sensações após cada filme ido ao cinema.

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O problema é o fio da meada…

Acabei de chegar da sessão de O Procurado (Wanted). Digo que não é um filme ruim, mas está longe de ser genial. Angelina Jolie é a estrela do filme, sem ela não acredito que ele teria o Hype que teve. Mas vamos lá, afinal o que não dá para engolir em Wanted?

Talvez seja o fato de uma Liga de Assassinos de centenas de anos que mata pessoas usando uma lista dada por um tear, chamado de Tear do Destino, que em seu tecido escreve números binários através de pontas soltas? Urgh… é isso mesmo. Que coisa pavorosa, até se fosse um monge budista imortal com poderes de prever pessoas ruins seria mais fácil de engolir do que isso.

Outra coisa que num quadrinhos pode parecer maneiro, num filme cinematográfico pode parecer forcado demais. Em determinado momento do filme começa um tiroteio onde uma bala acerta outra bala. Putz, fazer isso uma vez, até tudo bem, você diz “ohhhh, que cagada”, mas banalizar isso? Forçou. Uma coisa é brincar com isso, como Zohan (novo filme comédia de Adan Sandler que ele pega uma bala com a mão), outra é fazer um filme sério como Wanted e fazer com que o espectador ache plausível.

Os efeitos de balas em curva até são fáceis de aceitar pois sabemos que fisicamente as balas podem mudar a trajetória, acredito que não como fazem no filme é claro e muito menos com tal precisão. Isso porque quando se faz essa bala em curva, os personagens fazem um jogo de cintura com as armas, ao invés de apenas apontarem para a frente a mesma. Isso torna a prática bem mais aceitável.

Sendo assim, o filme é construido em base de uma história ridícula (Tear do Destino), com um final que deixa um pouco a ser questionado (E se Sloan estivesse mentido dona Angelina Jolie? Não seria uma idéia idiota o que você fez?).

Mas é um filme bacana, as cenas de ação são sensacionais, principalmente duas, a da perseguição de carro que pode ser visto um pouquinho no trailer e uma numa ponte e um trem que deixa qualquer um maluco. Mas é só isso que o filme tem de bom, cenas de ação recheadas de efeitos que são um colírio aos olhos.

Ah, um detalhe, odiei o trecho do filme onde o protagonista é praticamente torturado em seu treinamento. Totalmente problemática a cena e não sei qual pode ser a graça em assistir uma pessoa ser esmurrada na cara por vários minutos.

Não acho que valha a pena ir no cinema assistir, com certeza vale o DVD para asistir numa tarde de domingo ou com os amigos qualquer dia, mas sei lá, se você não se importar que um pedaço de pano diga as pessoas o que ser feito, vá ver.

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Bem feito sim.Aprofunda a série?Acho que não…

Sou uma das pessoas mais suspeitas quando o assunto é criticar Star Wars.Sou muito fã da série.E esse em animação me chamou atenção pois não teve participação direta do mestre da força e criador da série: George Lucas.

Clique em “more” e saiba mais! (mais…)

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