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Archive for the ‘Cinema – Eu Fui!’ Category

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Tem uma pitada de humor tosco, daqueles que não se vê mais…

Fui ontem ver Zohan com a idéia de que estaria vendo uma comédia sem grandes aprofundamentos. Minha intenção era rir e me divertir. Qualquer outro propósito para ir ver Zohan não iria funcionar.

Antes de mais nada deixa eu fazer uma reclamaçãr em torno do nome em português do filme, argh “O Agente Bom de Corte”? Quem é o imbecil que cria estes nomes toscos pros filmes aqui no Brasil? O original é muito mais bacana “You Don’t Miss With Zohan”, algo como “Ninguém Mexe com Zohan”
. O que é bem mais a cara do filme.

Voltando, o humor do filme não é algo que todos irão gostar. Não é pastelão e babaca como o de filmes como Espartalhões ou Super-Heroi o Filme. O humor é um pouco mais nostalgico, e relembra um pouco filmes da década de 80 como Corra que a Polícia Vem Aí ou Apertem os cintos, o piloto sumiu. Aquele humor tosco, sem noção, mas ainda assim que te faz rir sabe? Nos primeiros minutos de filme, com Zohan na praia já mostra isso com uma cabo de guerra de Zohan contra um touro. Não são piadas escatológicas como algumas comédias são hoje em dia, mas de situações exageradas que por sí só são engraçadas, como citei, as antigas comédias dos anos 80. Quem não se lembra da tosquissima e hilária abertura com a sinere em Corra que a Polícia vem Aí? Um outro exemplo que leva os espectadores a esse gênero é quando ele invade sozinho um esconderijo atrás de seu eterno inimigo.

Não vou nem contar outras situações porque estragaria sua diversão, mas eu gostei muito do humor “nonsense” do filme e das situações ali criadas. Não são piadas que você viu em outro filme, Zohan cria situações interessantes e divertidas.

O único adendo é que em geral os filmes de Adan Sandler costumam passar uma mensagem ao fim, como o “Eu os Declaro, Marido e… Larry”, onde tem uma reflexão bacana em torno da comunidade gay. Em Zohan, Sandler tenta fazer alguma coisa com relação a eterna guerra entre palestinos e israelenses, mas não consegue, o filme é muito zoado e tosco para que qualquer mensagem ao fim funcionasse, ficando apenas aquele fim basico mesmo de qualquer comédia.

Vale a pena ver nos cinemas num dia em que você esteja sem nada para fazer e queira se divertir. Vi alguns reviews de críticos incomodados com Zohan por ele ser meio extravasado e traçar velhinhas, mas não concordo, não tem porque se incomodar. É uma comédia e dentro do contexto que é o personagem de Zohan, faz todo o sentido, de maneira bizarra de ser. XD

Aliás a piada dos pés que você viu nos trailers do filme, funciona mesmo. Não uma e nem duas vezes, mas em todas as vezes que ela aparece no filme. XD

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Feito apenas para 1 público em específico…

Fui ontem ver o segundo filme para os cinemas de Arquivo X. Me arrependi. Isso porque apesar de gostar de Arquivo X, não sou fã de carteirinha. Não vou ficar falando mal do filme desta vez. O review hoje será curtíssimo.

Arquivo X 2 funciona da seguinte forma: Se você não é fã e nunca assistiu a série da década de 90, não vá assistir. Não há explicações para apresentar o universo ao público novo. O filme foi feito especificamente para os fãs da série. Para aquele que está já a 5 anos sem Mulder e Scully.

Ele também não funciona exatamente como um filme, pois parece mais um episódio-duplo do antigo seriado. Muita pouca ação, bastante enrolação, mas tudo no clima que consagrou a série.

O tempo passou. É isso que trata esse filme. Os personagens seguiram seu caminho. Scully e Mulder amadureceram e evoluiram uma relação de amor, que diga-se de passagem é muito mal aproveitada no filme e dá aquela impressão de falsa e pouco trabalhada. Claro que mais afetiva e explícita do que na antiga série, mesmo assim alguns podem sair decepcionados da sala de cinema esperando ver um romance épico entre Mulder e Scully. Não, a coisa é bem pé no chão mesmo e faltou simpatía.

Uma outra decepção talvez gire em torno do tema tratado do filme. Puxa, depois de anos sem Arquivo X custava montar um roteiro passeado em ETs, Aliens e vida extraterrestre? Afinal, era isso que gostavámos em Arquivo X. Era quase sempre esse tema que fechavam as temporadas, anos após anos. Deixaram esse fato de lado e colocaram um tema de videntes, frankstein e religião, claro que explorados na série, mas quem se importa? Queriamos ver os homenzinhos-verdes de que Mulder tanto gosta.

Mesmo assim é uma maneira saudável, ao menos, para os fãs matarem a saudades. Ressalvando que os que nunca viram Fox e Dana na TV, devem passar longe do filme…

Poderia ter sido muito melhor, faltou um melhor roteiro. Entretanto, para os fãs, e eu entendo essa coisa de “ser fã”, um filme assim é muito melhor do que filme nenhum.

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Com tantos problemas.. difícil não entrar areia no seu olho…

Tem coisa que é difícil de engolir. Esse terceiro filme da franquia Múmia é um deles. Em ano onde vimos Indiana Jones 4, é até injusto lançarem um filme assim.

A comparação Rick O’Connell e o SR. Jones é inevitável. Rick é um personagem vazio nesse terceiro filme, inserido na trama apenas para fazer graça já que o ator que faz seu filho adulto não tem a menor capacidade de levar nas costas um filme desse peso.

Em contraste, do herói ao vilão, temos Jet Li como a múmia da vez. Ator esse da qual não tenho muita simpatia. Sou mais Jackie Chan. Jet Li parece que só serve mesmo para fazer vilão, incrível. Entretanto, neste filme,o Imperador está anos luz em carisma e simpatia que Imhotep. E isso é um problema pois não há química entre Rick e a múmia. Não há gracinhas e piadinhas entre vilão e herói. É tudo muito frio e sem graça. Imhotep era mais cool.

E mais problemas, Evelyn, a esposa de Rick. Mudou a atriz e estragou mais ainda a química que era primordial para o personagem de Rick. A nova atriz, Maria Bello, é totalmente sem carisma. Além de aparecer muito mais velha que Rick, o que descaracteriza a personagem dos dois filmes anteriores. Tanto que a personagem não tem uma só cena engraçada ou primordial no filme. Evelyn é jogada como personagem secundária, estamos ali apenas para cumprir seu papel de mãe e esposa. Antes inventar um divórcio ou qualquer outra coisa para tirar a personagem da trama e tornar o filme uma coisa entre pai e filho.

Concluindo-se, a trinca primordial de personagens no filme, falha desastrosamente, refletindo em tudo mais no filme.

2 personagens no filme tem carisma em tela, ainda bem, o primeiro é Jonathan, que continua engraçado como sempre, apesar de ter poucas cenas, pouco destaque e aparentar estar extremamente mais velho do que nos filmes anteriores, o que causa uma certa estranheza. E a japonesinha (ou chinesinha?), Isabella Leong, interesse amoroso do filho de Rick, o Alex.

Enredo vai do mais clichê possível a momentos de verdadeiro tédio a falta total de originalidade e criatividade, coisa que os 2 primeiros tinham de sobra. Salvam-se duas cenas bacana a perseguição de carruagem na China e o dos Yetis no Himalaia, e só. A batalha final com o exército de mortos vivos não empolga e nem em números, já que o exército do Escorpião-Rei no filme 2 é incrivelmente maior, cerca de 5 vezes mais. Vale apenas a piadinha com o morto-vivo e a cabeça, que diga-se de passagem nem é tão inovadora assim.

É uma aventura, diverte em certos momentos, mas falha vergonhosamente em honrar uma franquia de qualidade e divertida e, provavelmente, é a receita exata de como não fazer uma continuação. Se é pra fazer porcamente, por favor, não faça.

Não valeu nem o preço promocional de R$ 5 pago pelo ingresso…

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Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Deveria se chamar Coringa – O Filme!

Demorei para ir ver Batman 2. Se eu soubesse que seria tão perfeito o filme, teria ido Sexta-Feira passada. Mas não acreditei quando as críticas disseram que o filme estava mesmo perfeito e só fui conferir ontem. Acabei pegando uma sessão muito tarde e quando cheguei em casa não tinha condições e nem tempo para fazer o review. Por isso, faço-o agora.

Primeiro, o enredo é incrivelmente bem amarrado. O filme conseguiu inserir dentro de seu contexto a participação de 3 vilões da galeria do Morcego – Espantalho, Duas-Caras e Coringa – de forma que o espectador não se sinta empurrado com o roteiro ou com encaixes de histórias mal feita como fizeram com Homem Aranha 3, que por ter vilões demais, acabou sendo o pior filme do personagem.

O filme também ficou o mais real possível dos maiores e mais famosos arcos do Batman nas HQs. Há uns dois ou três momentos que você diz, “acabou o filme” e já se prepara para os desfechos finais, quando de repente… “não!” reviravolta e se tudo parecia se encaixar, os roteiristas de forma maestral desencaixam tudo e dizem “fim? ainda não meu amigo”. Isso gera uma sensação de êxtase, agonia e desespero com os personagens. Quanto mais tudo irá piorar até que haja um final feliz? E, pior, na medida dos acontecimentos, será mesmo possível um final feliz? Até mesmo depois que o filme acaba, você ainda precisa fazer um balanço de quem “MENOS” perdeu na batalha final. Eu realmente acredito que nenhum personagem saiu ganhando algo, só resta mesmo avaliar quem menos perdeu. Quem ganhou mesmo foram os espectadores com o melhor filme de super-heroi já realizado. E digo isso com toda a absoluta certeza, de um cinéfilo que tem e adora todos os filmes DC e Marvel.

Claro que o filme não seria metade do que é se não fosse pela interpretação de Heath Ledger, O Coringa. Devo dizer que em uma de suas primeiras aparições com o truque de mágica eu cai na gargalhada e ao mesmo tempo fiquei impressionado com a performance em que tudo aconteceu e de que esse sim, era o Coringa mais real já visto. Acredito que em muitos momentos do filme Heath consegue superar até mesmo o Coringa original das HQs. Gostei de tudo no personagem, a forma como ele brinca com a sua origam, a forma como não precisamos saber nada sobre seu passado e como os roteiristas brincaram com isso, a cada desfecho e discuros que o personagem faz, as suas caras e bocas e é claro, as piadas psicóticas do personagem. Uma tragédia a morte do ator e espero mesmo que o pessoal do alto escalão do Oscar resolvam sesu preconceitos contra filmes de super-heróis e indiquem Heath Ledger para concorrer ao Oscar e que ganhe-o, pois é uma atuação perfeita e de impressionar qualquer espectador. Faz anos que não vejo algo assim. Você não vê o ator, você vê o personagem. O Coringa é real. Não há um momento sequer em que ele parece falso.

Mas todo o resto do elenco estão de parabens. Lucios, Gordon, Alfdred, Rachel, Harvey. Todos tiveram seus momentos de destaque. Eu diria que a aparição do Batman no filme só foi mesmo quando se tornou muito necessário, fazendo a coisa o menos forçada possível. Qualquer outra coisa que disser agora, estragaria muitas supresas que o filme o aguardo.

Só digo mais uma coisa. Se você não for assistir no cinema, se arrependerá amargamente quando ver no DVD ou na TV. Certas obras devem ser vistas no cinema, não adianta. VÁ AGORA VER BATMAN O CAVALEIRA DAS TREVAS.

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Cinema: Hancock – Eu fui!

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Will Smith ótimo como sempre… mas já fez melhores…

Sou fã assumido de Will Smith, gosto do ator desde Lendas da Vida (aquele filme de golfe). Mas devo ter virado fãzão mesmo com MIB – Homens de Preto. Tenho praticamente todos seus filmes em DVD e tento sempre ver seus novos filmes no cinema primeiro. Hancock não poderia ser diferente.

Primeiro grande problema com o filme DUBLADO que assisti. Trocaram a voz do ator. X_X Horrível. Depois de anos e mais anos acostumados com a dublagem do ator, os “gênios” da dublagem brasileira trocaram o dublador do ator. Aff. Se na sua cidade só tem versões dubladas, não perca seu tempo indo ver o filme. Metade do brilho dele se perde com a porcaria da dublagem. Agora só me resta esperar o DVD.

O enredo também acaba escorregando na maionese depois da metade dele. O começo é perfeito, Hancock é um super herói bêbado que mais causa destruição do que ajuda. A cena inicial dele com os bandidos no carro (que tem pedaços mostrados no trailer oficial) é sensacional. A rendenção do personagem é mais ainda. E até o momento que Hancock volta a ativa, é perfeito. Depois disso, tiveram que inventar uma história para o filme continuar, porque senão ele teria apenas 1 hora.

A desculpa até cola, mal e porcamente, mas  tem seus problemas e acaba virando um clichê gigante. Veja bem, não estou dizendo que não diverte, pois com Will é claro que são momentos divertidos, mas a proposta de anti-heroi do filme acaba se perdendo.

Um outro problema e que eu já tinha percebido no traile é a falta de um vilão. Um super-herói tão parecido com o Superman da DC, e que não tem um vilão fodão, acaba-se limitando a bandidinhos de segunda categoria, não fica fácil ficar empolgado. Não depois dessa maratona de filme de heróis nos últimos anos. Poderia até se dizer que Charlize Theron tenta uma mini papel flash de vilã, mas não convence ninguém a cena do pega-pega.

No fim é mais um filme de herois. Diversão garantida com Will Smith, mas longe de sua último mega sucesso, Eu sou a Lenda!

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Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Hype demais… Dreamworks já fez melhores…

Fui feliz hoje ao cinema, afinal foi uma sessão especial de pré-estréia de Kung Fu Panda que só vaaaaai estrear semana que vem. Afinal, a animação tem trailers hilários, não tinha porque ir ver sem esperar qualidade.

Infelizmente, graças a algumas normas do Ministério da Cultura, que obriga o cinema a ter os filmes dublados, ainda mais os de classificação livre, não pude conferir a versão legendada, que óbviamente deve ser 2 vezes mais engraçado.

O caso aqui é que Kung Fu Panda é um filme que tem mais expectativa do que fato. Em primeiro momento cheguei a pensar que todas as melhores piadas estão no trailer. Uma ou outra sobreviveu fora dos trailers. Fica aquela sensação amarga de “estou rindo de algo que já ri?”.

O segundo problema é o mau aproveitamento dos personagens secundários. Quem espera ver o Macaco e cia junto com as trapalhadas do Panda, pode esquecer, se eles atuam junto em 20 minutos de filme é muito. O que parece é que tais personagens só foram inseridos na trama para a grande batalha na ponte, que diga-se de passagem é a segunda melhor. Tudo bem que isso é aceitável, mas eu realmente queria ver o Macaco (Jackie Chan) mais vezes e mais caricato com o ator.

O Panda vai atuar mesmo é com o mestre, aquele esquilinho pequeno na qual não foi o suficiente para eu lembrar o nome. E aqui temos um outro probleminha. O enredo flue de forma muito mal planejada, sabe aquela jornada do personagem principal que o muda e o define como heroi na história? Pois é, não existe aqui. Num clipinho musical Panda vira um ninja mediano e já está a OK. Se não fosse a excelente montagem final com a briga pelo último bolinho (que é extremamente bem montada, porém não tão hilário assim) seria uma desculpa e arranjo muito mal feito.

Isso são duas tremendas falhas de enredo (mal aproveitamento dos secundários e protagonista sem uma reflexão digna). Claro que o filme é infantil. Para crianças mesmo, se você quer algo mais reflexivo, vá ver Wall-E. Digo isso porque Dreamworks é responsável por Shrek puxa. Burro e Gato de Botas? Secundários incrivelmente bem trabalhados. Sem falar que ela sabe criar situações engraçadas com o conjunto da obra e em Kung Panda não tem isso. Está para existir um diálogo tão engraçado como a do Burro e Shrek discutindo sobre bolos e cebolas.

O que o filme tem de bom? Primeiramente a belíssima arte gráfica. A arte dos personagens são fantásticas. A arte dos cenários é algo supremo, incrivelmente perfeita. E os lances e angulos de camera são magnificos. Mas aspectos técnicos são irrelevantes sem o resto do conjunto da obra.

O segundo ponto positivo do filme são as lutas. O efeito slowmotion é perfeito e dá o clima exato para as lutas. 2 delas ficam marcadas, a luta dos 5 secundários versus o vilão do filme numa enorme ponte num precipício e a ultima luta do Panda versus o vilão. Alias a última é incrivelmente engraçada visualmente, mas não chega a ser possível dar gargalhadas, é um humor contido.

Vale a pena ver nos cinemas? Só se você for sem expectativa. Eu diria que Kung Fu Panda está no nível de qualidade de Os Sem-Florestas, também da Dreamworks. Um filme bacana e olhe lá.

Espero o DVD de Kung Fu Panda para assistir legendado. Aí sim talvez fique mais bacana. Semana que vem vá ver Hancock de Will Smith, acredito que será mais lucro…

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Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Mais um Oscar de Melhor Animação do Ano? Absolutamente.

Não preciso nem ir ver as outras animações que ainda faltam esse ano. Wall-E é um filme ganhador de Oscar. Acabei de sair da sessão, já tenho vontade de ir assistir de novo e a minha esposa já marcou com algumas amigas e irá novamente quarta-feira.

O protagonista é encantador e hipnotizante. Apesar dele pronunciar poúquissimas palavras, suas feições falam por si própria. Você sente exatamente cada sentimento do robozinho. Você sofre com ele, se apaixona com ele, fica feliz com suas trapalhadas.

O enredo é maravilhoso. Tudo muito bem amarradinho, pode ter um probleminha aqui ou ali, mas o filme é tão mágico que eu não consigo nem citar um. A questão ecológica do filme, da raça humana, das sensações de solidão, de ser apaixonar, tudo isso a Pixar demonstra de forma maestral no filme.

O filme não é tão sem falas quanto eu imaginei. No meio dele, fatos levam Wall-E a conhecer um novo mundo e as falas vão surgindo não por ele, é claro. O filme pode ser dividido em 2 fases, Terra e Espaço. No espaço a Pixar prova novamente que sabe mexer com o imaginário do espectador e coloca o protagonista perfeito para lidar com todas as situações e problemas que surgem a seguir.

Até aquela trupe de secundários que todo Pixar tem está no filme. Claro que eles tem um espaço limitado para a história, mas nos poucos momentos que apareceram, fazem seu trabalho e vão além.

O grande charme mesmo do filme é os efeitos sonoros, principalmente dos robôs. A trilha sonora do filme é outra estrela de ouro. A dança no espaço de Wall-E e Eva é tão mágico que deve marcar a história dos clássicos Disney assim como o Beijo de Macarrão da Dama e Vagabundo.

Eu estou tentando falar o mínimo possível sobre o filme de propósito, ele é tão fantástico que quanto menos detalhe você souber melhor.

As coisas fluem tão bem que não existe um só momento sequer desnecessário, um momento impefeito, um momento sequer onde a trama do filme perde sentido ou para sem querer (Rattatoile tinha momentos imperfeitos que entravavam a história, Wall-E não para por nem um segundo). Você senta na poltrona do cinema e só vai piscar quando os créditos finais terminarem. (sim fiquei até o último momento e valeu a pena).

Assista Wall-E, não! melhor… sinta Wall-E.

E dizem que ainda não existem magia no cinema.

OBS: Em determinado momento lá no fim do filme se você não sentir um aperto no peito, você não é um ser humano.

OBS 2: O curta metragem Presto antes do filme é hilário. Acredito que seja o mais engraçado curta que a Pixar já fez, não o melhor (o velhinho jogando xadrez é supremo), mas o mais hilário com certeza é.

Que venha o próximo filme Pixar! E que chegue o DVD de Wall-E o quanto antes, pois já está decidido/comprado desde os 5 primeiros minutos de filme.

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Cinema: Agente 86 – Eu Fui!

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Steven Carel… por isso você irá assistir…

Mais um filme baseado num seriado americano. Este da década de 1960. Sinto-lhes informar que nunca assisti a série original é claro. Afinal eu só fui nascer em 1984, e ainda levei alguns anos até descobrir a mágia da TV.

Para os fãs da série o filme é uma bela homenagem é claro. Se você é um deles, nem termine de ler. Pare por aqui e vá imediatamente aos cinemas ver.

Mas para a legião de jovens que não fazem idéia de como era Agente 86, aí sim o filme tem alguns problemas. O começo é excelente. Steve Carel está hilário como sempre. Arranca risadas com facilidade do espectador e faz isso de forma tão fluente, como Jim Carrey fazia no começo de sua carreira. Um ator de caras e bocas com certeza. Você ri dele sem que ele precise falar. São poucos os atores que hoje em dia tem esse talento.

Voltando ao filme, como estava dizendo, o filme começa de forma muito fluente. Com piadas visuais excelentes, com mudanças de cenários e inclusão de personagens carismaticos. Alias o elenco de apoio do filme também merece os parabéns. Anne Hataway (do Diário da Princesa, é… aquela “coisa” da Disney) faz uma dupla perfeita com Carel. Alias ela também amadureceu muito e se tornou uma bela atriz. Nas cenas de ação e nas de comédia. Até o ator que faz Hiro em Heroes faz uma pontinha bacana no filme. Essa apresentação de personagens atrás de personagens deixa o filme descontraido, Carel contracena com todo mundo e o clima de agência de espionagem empolga.

Aí vem o segundo ato. Menos comédia e mais ação, com Maxwel (Carel) em ação. Cenas de queda livre, infiltração e espionagens animam o filme e não deixa a peteca cair. Continua deixando o espectador ligado nos acontecimentos. Mas o clima de comédia ainda permanece e forma uma mistura perfeita.

Veja que não estou revelando muito da história até aqui. Exatamente porque não precisa. Ela é aquela simples e clichê. Cara quer ser espião. Torna-se espião. Vemos a sua primeira missão. E enfim, o fim com a reviravolta básica e o happy end. O gostoso destes filmes não é saber disso, mas ver as coisas acontecendo e fluindo. Afinal é uma comédia de ação.

E o problema surge exatamente no último ato do filme. O que é um pena. O diretor conseguiu segurar a bola até os momentos finais do segundo tempo, e num vacilo, deixa o time adversário empatar e vai para a prorrogação que ninguem queria. Odeio o clichê “Epa, eu, heroi e protagonista, sou inocente… não fui eu”. É neste ponto que o filme se perde e tenta um pouquinho de drama desnecessário e nossa atenção se perde por total.

Os eventos seguintes fracassam até os últimos minutos finais. A ação no finalzinho ainda grita, “EI, OLHA AQUI”, você olha, gosta, é engraçado, mas ainda fica um bocejo do trecho desnecessário e enfadonho que se passou.

No fim não é nada que você já não tenha visto por aí. Steven Carel está hilário e leva boa parte do filme nas costas. Anne está perfeita como dupla de Carel, sem tirar o brilho do portagonista, mas ao mesmo tempo tendo a sua atenção merecida. A homenagem a antiga série é claro que é bem vinda e o filme acaba sendo uma comédia que vale mais ver em DVD numa tarde de folga estiradão no sofá do que gastar com entrada no cinema.

A menos que você seja fã da série e que deveria ter parado de ler lá naquele parágrafo no começo do texto…

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Criativo e com seus momentos de agonia…

Não tem como fazer um review grande sem entregar o jogo do filme. Não que ele tenha uma grande sacada. Mas qualquer coisa que for revelada, com certeza fica menos bacana assistir. Nem o trailer do filme se você ainda não viu, não veja.

Eu li algumas crítica negativas sobre o filme. MUitas delas falando mais dos problemas com o autor ou como a forma como o filme é contado do que o enredo em si. O que é o jeito, já que assim você não entrega a história de bandeja ao leitor.

Só digo uma coisa, eu gostei do filme. Gostei da proposta e da idéia que ele dá. Da forma como os eventos acontecem. Dos personagens, mais da atriz que fez o guia do mochileiro, do que do atorzinho de cara séria. Mas não tiro seu momento bacana quando ele precisa resolver em puzzle antes que todo mundo resolva. Eu particularmente não tinha notada isso antes de começar a raciocinar com ele naquela hora.

O filme começa muito bacana, com muita agonia e desespero para os personagens. Tipo, caramba! O que é isso? Como é possível? Depois você mais um pouco de agonia na estrada, todos os lados são ruins? todas as escolhas levam a morte? Vamos para onde? São estas sacadas e estes momentos que o filme acerta.

O grande vilão não é escondido até o fim, ele é óbvio no começo, ficando apenas em aberto se você realmente acredita que seja aquilo.

Depois que Shyamalan brinca bastante com a agonia do telespectador, ele brinca um pouco como suspense no finzinho, como ele gosta. Qualé o da velha esquisita?

O fim fecha politicamente correto e isso vai desagradar muitos.

Não dá para falar mais. Vá aos cinemas e confira. Arrisco aqui e digo que foi muito mais reflexivo do que Hulk que vi ontem. No reino animal, há casos onde este fenômeno é real e gostei muito dessa parte química que o autor deu a certos acontecimentos assim como eventos inexplicáveis ainda não estão ao alcance da humanidade.

Veja, mas não espere uma sacada de gênio como Sexto Sentido, uma nerdisse pura como Corpo Fechado ou um suspense de dar susto como Sinais. Faltou ousar, mas mesmo assim é um filme que vale a pena ver.

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Cinema – O Incrível Hulk – Eu fui!



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HULK ESMAGA!!

Acabei de chegar da sessão de O Incrível Hulk. Há muito que se falar e vou com calma para não me perder.

Tudo recomeça no Brasil. Pois é, o filme recomeça, muda alguns dos fatos do indigesto Hulk de Ang Lee, torna um pouco mais plausível, mas o básico permenece, inclusive o fim com Bruce Banner caindo fora dos EUA e se escondendo do exército. Não precisa nem ao menos rever o filme anterior… ufa.

 Bruce Banner está no Rio de Janeiro. Na favela da Rocinha para ser mais exato. Aqui não temos problema com o enredo, mas dá para ficar um pouco chateado em como o Brasil é representado nessa parte. Só vemos a Rocinha. Nada mais do que favela. Tá é onde a história se passa, mas dá uma sensação de tristeza ver o Brasil retratado assim num filme Hollywoodiano. É um Cidade de Deus sem tirar e nem por. Alias teve gente do meu lado no cinema dizendo que é um tanto irreal o exército dos EUA dentro da favela perseguindo Bruce, correndo para todo lado armado. Nem um tirinho de traficantes ao fundo? Tá bom.

Mas a perseguição é de tirar o folego, mostra tantos angulos, tantos corredores, tantas casinhas, tantos lugares para desviar, tantos brasileiros. Realmente ficou muito boa a montagem da perseguição da favela.

Ah, sem mencionar a ironia de que Bruce trabalha numa fábrica de refrigerante “Pingo Doce” que é exportado para os EUA, justamente ao Stan Lee em sua pequena participação, que desta vez nem é engraçado. E serve como ponta para o exército descobrir onde o rapaz está.

Continuando, o filme não desaponta como o primeiro. Tem muita ação e porrada. O segundo ato de Hulk na universidade é arrasador, com o gigante usando pedaços de jipe como escudo e arma de ataque. Mostrando um Hulk mais esperto e mais letal. Mas é difícil chegar a acreditar em algum ponto que ele seja capaz de ser derrotado.

Alias Bruce Banner também está bem fiel aos poucos quadrinhos que já li do verdão. Ele é um bananão, em nenhum momento imagina em controlar o Hulk, apenas quer desaparecer com seu alter-ego. Ele não consegue imaginar o quanto seria útil se conseguisse controlar sua forma verde. Alias eu nunca saquei direito qual é dessa mistura de Herói e Monstro que Hulk exerce nas pessoas. Nem digo que dá para chamar de herói, não é a toa que os heróis do universo Marvel mandaram o cara para o espaço tempos atrás (mas ele já voltou para a Terra).

O filme ainda tem um pouco de draminha, ainda mais quando Betty e Bruce interagem, achei inclusive estes momentos meio recatados. Melhora mais a frente do filme.

Quando Hulk chega a Nova York e aí já estamos no terceiro ato a coisa fica mais interessante com o tal Mr. Blue auxiliando as pesquisas sobre a metamorfose de Bruce. A sala de cobaias ficou muito promissora. Assim como o que acontece com o Dr. que não temos conclusão neste filme. Como não acompanho as HQs do verdão, não sei que vilão ele se transformará, algum fã aí pode me dizer?

Aí vem a luta arrassadora. Monstro versus Monstro. Não espere nada que você nunca tenha visto num filme. Legal e bacana, principalmente quando o verdão fala pela primeira vez.

O filme no fim é diversão. Nada mais do que entretenimento. Algumas menções aqui sobre a fórmula do supersoldado do Capitão América, um pouco sobre a Shield (sem Nick Fury) e o fim arrassador com Tony Stark fechando o filme com chave de ouro, dizendo “Estamos montando um time”. Vingadores in the Future? É cllaarro.

Digo que a Marvel acertou muito mais com este Hulk do que com o de Ang Lee, mas não dá para esperar muito de um personagem não lá tão interessante nem mesmo nas HQs, onde a repetidão é o unico sucesso de sua existencia até hoje, mesmo com seus períodos de criatividade e diversificação que é claro que existem nas HQs. Se você ainda não viu Homem de Ferro, vá ver ele que é mais interessante.

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Narnia II amadurece e se redime do primeiro…

Quem assistiu o primeiro Narnia se decepcionou com algumas coisas. Enredo arrastado, onde a história demorava a se desenvolver, alguns efeitos especiais duvidosos e, principalmente, aquele final enfadonho de uma batalha que demora o filme inteiro para acontecer e quando acontece, não dura um piscar de olhos. Sem falar na história de Bruxa do Gelo e irmão xarope sem para lá de chata.

O segundo filme resolveu todos os problemas do primeiro e se torna uma continuação que supera a anterior. Uma coisa rara de se acontecer em Hollywood.

A primeira coisa é o enredo que está melhor. Uma linha de história completamente diferente do que aconteceu no primeiro. O primeiro falava de um Reino que precisava ser despertado. Um reino congelado.

Caspian tem um tratamento filosófico interessante. Depois que os 4 irmãos, os 4 reis e rainhas de Narnia, voltaram a Terra no fim do primeiro filme, 1 ano se passou para eles, mas 100 anos se passaram para Narnia.

Essa linha é otima para limpar o filme daqueles personagens chatos do primeiro como o Castor e Homem-Cabrito. Você reseta toda a história. Passados 100 anos, você espera um Reino em ascenção não? Pois é exatamente o contrário que acontece em Narnia. O Reino é destruido.

Delmarindos, o Reino vizinho, onde apenas humanos vivem destroem Narnia. E perceba aqui que o filme faz uma crítica extremamente forte a respeito do Real e da Fantasia. Nós, humanos, estamos matando e destruindo os seres de Fantasia, estamos acabando com a Magia, com os contos de fadas. Não há bichos falantes, seres mitológicos, anões e outras criaturas neste reino. Apenas o ser humanos, e eles fazem o que fazem de melhor, destruir aquilo que é diferente. Eu gostei muito desse clichê de humanidade vesus bichos de contos de fada que fica como tema de fundo do segundo filme.

O primeiro ato do filme, então cumpre esse papel de gerar dúvidas e ir explicando o que aconteceu com Narnia, quem são os novos personagens e o que diabos aconteceu em 100 anos para Narnia ser destruida?

A história não enrola e vai respondendo. Fica apenas uma ressalva no segundo ato, quando os irmãos estão já em Narnia, sabem o que aconteceu, e precisam encontrar o prícipe Caspian, que está com outros Narnianos na flores. Este trecho do filme é de dar sono. Muito parado e chato, mas são 10 a 15 minutos de um filme de mais de 2 horas.

Depois disso é diversão e belos efeitos e montagens. Batalha dentro dos portões do Castelo a noite. Batalha em campo aberto. Duelo de Reis.

Até a Bruxa de Gelo do segundo faz uma participação especial, num dos momentos mais agonizantes do filme, pois os irmãos tentam durante todo o filme trazer a paz a Narnia e a tarefa não é fácil. E essa parte do filme mostra o desespero gerado.

Os 4 irmãos também estão mais entrosados do que o primeiro, sem aquela frescura e ciumeira do primeiro. Todos tem um papel a desenvolver no filme e o fazem com exatidão.

No fim, eu recomendo Narnia II. A continuação amadureceu a série. Não chega a fazer um barulho como Piratas do Caribe, mas mesmo assim algumas reflexões em torno de como tratamos os contos de fadas, dá para ser revistos.

Mas aguarde mais alguns clichês, como a tropa de choque de árvores numa reviravolta da batalha, um Deja Vu imenso de Senhor dos Anéis, se bem que ver uma daquelas árvores de Narnia destruindo uma catapulta gigante do jeito que ela fez, é sensacioanal.

E destaque para o efeito de Poseidon no finzinho do filme. Ficou incrivelmente perfeito. Ah e como é um filme baseado em livros grandes e grossos e como a Disney pulou alguns, fica umas coisas em aberto, ou que pelo menos eu não saquei. Como qualé a do Leão que abandou Narnia por 100 anos? O que ela é afinal, uma espécie de Merlin, aquele feiticeiro dos contos? Mas nada que estrague o filme.

Se você viu o primeiro e se decepcionou, recomendo que dê uma chance a Caspian, pois a Disney realmente se esforçou para melhorar e consertar os erros do primeiro.

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Não perdi a estréia do filme quarta-feria, entretanto só pude fazer o review hoje.

Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Que Homem de Ferro nada, Tony Stark é quem comanda!

Tony Stark é um protagonista estranho. Um típico milionário que só sabe olhar para seu próprio umbigo e que se acha estar fazendo o bem ao construir armas de destruição em massa.

Isso até o momento em que ele é capturado por terroristas. Para sobreviver, nasce o primeiro rascunho do que viria a ser no futuro o Homem de Ferro. Com isso também, Tony passa a uma nova perspectiva de vida. Esta é a premissa do filme.

Não há mensagem clara no filme. Uma moralzinha. É um filme de entretenimento puro. Como se fosse uma HQ mesmo. E de maneira alguma isso é ruim. Alias é essa coisa de passar moralzinha que deixou as continuações do Homem Aranha enfadonhas e cansativas.

O humor do filme é outra aperitivo sensacional. Tony Stark, mesmo com a sua pomba de fodão ganha a carisma do público. Ele não é um daqueles personagens esnobes e orgulhosos na qual você não tem simpatia.

Mas e o Homem de Ferro? Aqui temos uma rara exceção de um personagem que não veste uma máscara. Quero dizer, Clark Kent se transforma quando vira Superman, Batman é outra pessoa como Bruce Wayne. Peter Parker e Homem Aranha tem suas distinções. As personalidades mudam. Tony Stark não tem essa distinção. Ele é o que é. Não há uma máscara, uma alteração de identidade. Continua sendo Tony, mas com uma armadura.

Impagável o momento em que ele está fugindo de 2 jatos e resolve ligar para seu amigo militar. Huhuahauh Também não espere ver a armadura a todo o momento do filme. O Homem de Ferro aparece em 2 cenas no filme, exatamente nessa parte dos jatos, onde Tony estréia a armadura e no fim, em seu climax, quando temos a luta contra o Monge de Ferro.

Primeiro filme tem isso, origem do começo ao fim. Alias outro momento impagável são as tentativas frustadas de desenvolver os dispositivos de võo da armadura. Só é um pouco estranho o fato dele conversar com seus robôs toda hora.

Os coadjuvantes também tem seus momentos. Assim como a pequena referencia a S.H.I.E.L.D. entre outros momentos que só nerds fã dos quadrinhos vão encontrar.

Além de tudo isso, o filme é recheado com belos efeitos e explosões. Vale a pena conferir no cinema.

Defeitos? Eu diria que há apenas 3. O primeiro é que o filme entrega o jogo logo nos 5 primeiros minutos iniciais de quem é o vilão por trás de tudo. Não atrapalha, mas quando a revelação é feita você diz “Dã, é óbvio”.

O segundo é que ficou meio no ar a tecnologia usada por Tony para desenvolver a armadura. Aquela coisa gigantesca na fábrica Stark, em que é explicado em determinado momento que se trata de um projeto do passado na qual ele nunca conseguiu avançar e que dentro de uma caverna, ele fez um protótipo do tamanho de um lata de refrigerante, acabou sendo estranho. O que era aquilo? Uma nova fonte de energia? Alias bem bizarro mesmo ele conseguir reduzir aquele trambolho numa coisa pequena em poucos dias.

O terceiro problema não é bem um problema, mas o climax no fim, com a luta entre home de ferro e monge de ferro não é lá grande coisa agora que eu assisti Transformers, que alias, tem efeitos bem mais insanos. É legal, mas fica aquela sensação de Deja Vu, ainda mais a luta no meio do trânsito.

No fim, temos um filme que vale a pena assistir, vai valer a pena ter o DVD e os nerds fãs do personagem vão se estasiar com o filme. Quem não conhece o personagem? Vai curtir e se divertir com o filme.

Vejam! Eu recomendo. E já espero uma continuação, ainda mais com a última fala do desgraçado do Tony no fim do filme. XD Impossível não sair deste momento, com um sorriso no rosto e pensar “maldito”. XD

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