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Archive for the ‘Coluna: Retro Games’ Category

20 anos de Genesis!

Opa, quase que essa data passa em branco! Mas deu tempo de dar um passeio na web e relembrar a época em que eu ia até a casa do meu único amigo que possuía um Genesis, desde seu lançamento, e jogávamos tardes inteiras com a galera em divertidas disputas multiplayer. Nesse post irei contar um pouco da história e curiosidades desse console que marcou a vida de muita gente. Vamos então acionar as areias do tempo e reviver as memórias do nosso querido console de 16-bit da Sega!

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https://i0.wp.com/img505.imageshack.us/img505/4757/bbsnesvf8.jpg

O game nostálgico de hoje eu não sei dizer se foi ou não famoso entre os nintendistas da era Super Nintendo. Eu joguei muito esse game. E adorava. XD

Um pouquinho de história agora, o jogo é baseado numa banda de 1978, que, óbvio, se chamava The Blues Brothers, formada pelos comediantes Dan Aykroyd e John Belushi para o programa de humor Saturday Night Live, que espantosamente existe até hoje. Tem toda uma história os Blues Brothers, mas não no interessa muito, basta saber que é disso que surgiu o game. Para mais informações sobre a banda real, Wikipedia em Inglês.

https://i0.wp.com/img153.imageshack.us/img153/7716/02ln6.jpgO SNES não foi o primeiro console a receber esse game, mas o penúltimo. Eu só conheci o game nele, mas antes disso o jogo apareceu no IBM PC (1991), Amiga (1991), Commodore 64 (1991), Atari ST (1991), Amstrad CPC (1992), NES (1992), claro que em cada console com a qualidade atual de cada época. Em Junho de 1993, Blues Brothers despencam no Super Nintendo, mais colorido e bonito devido a potência do SNES a frente dos outros, também com algumas modificações no game e tal. Em 1994, o game também ganharia uma adaptação para GameBoy. No game os protagonistas se chamam: Elwood J. Blues e Zee Blues.

https://i0.wp.com/img523.imageshack.us/img523/4996/01io2.jpgBB era um game aventura / plataforma no melhor estilo dos Anos de Ouro dos games. O personagem era bem ágil, as fases exigiam pulos precisos, eu achava sensacional os efeitos sonoros e a trilha do game. Havia power ups, como um bolo que deixava os personagens fortões e musculosos. Havia discos, LPs, que o jogador colecionava para poder atirar os mesmo nos inimigos. Sem mencionar o divertidíssimo multiplayer cooperativo para 2 jogadores, naquele jeito clássico de que se só um for, o outro certamente vai prender a tela do jogo impedindo o player de avançar. XD

10 minutos de Blues Brothers no You Tube:

Alias, o game foi desenvolvido pela Titus Interactive S.A., que pelo que vi na Wikipedia, não fez muita coisas memorável assim… veja.

Lembra desse game?

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https://i0.wp.com/img142.imageshack.us/img142/4074/smurfen0.jpg

Será que o pessoal vai lembrar desse game dos Smurfs para o Atari? XD

Não fui um fã fiel do Atari. Tive ele muito tarde quando criança, mas joguei muito na casa dos amigos e Smurfs era um destes games que jogava na casa de amigos. Tinha muita raiva de pular errado na cerquinha, quando relava no corvo, quando pulava alto demais e morria, até mesmo do morcego branco na parte final, antes de salvar a Smurfete (acho que esse era o nome da única Smurf Mulher XD)

Não tem muito o que escrever desse jogo a não ser ver esse vídeo nostalgico das fases, o som não é do game, é uma montagem. Infelizmente o You Tube não tem nenhum outro vídeo grande e de boa resolução do game:

Ah… tempos simples, quando não tinha multiplayer online, gráficos reais… era tudo pixelado, simples, poucas vidas, centenas de milhares de games over e muito controle de Atari quebrando (Smurfs era um jogo que se quebrava controle de tanta raiva que dava em determinados momentos).

https://i0.wp.com/img48.imageshack.us/img48/4417/smurfsjy6.jpg

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[Retro Games] Aero The Acro-Bat (SNES – 1993)

IN- OFF: O blog tá calmo com notícias já reparou? É porque essa semana está calma. Um pede desculpas pela falta de jogos no Wii, outro fala que temos que ter paciência. Sega palpita sobre game da Capcom. Sony ataca Microsoft, Microsoft ataca Sony. Semana pós-E3 tem estas frescuras de empresas se esfrengando em outras e apontando dedo. Normal. Só que isso não nos interessa aqui no Blog. Jogos novos e novos trailers não devem surgir nos próximos dias, afinal, se houve uma feira semana passada para você fazer isso, porque diachos esperaria ela acabar para anunciar? Então essa semana estamos tranquilo. Podemos escrever matérias e colunas com toda a calma do mundo.

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Então hoje vamos dar continudade a sessão Retro Games do Blog. A década de 90 marcou muito devido a quantidade de mascotes que pipocavam em todos os consoles, graças a febre Sonic The Hedgehog e Super Mario. Era modo o 2D Plataforma e todo mundo adorava.

https://i0.wp.com/img124.imageshack.us/img124/1627/aeroqc7.jpg

Sempre tinha um mascote novo na área e quase sempre eram bizarros. Hoje relembro a todo um bizarro: Aero The Acro-Bat. Lançado em 1993 para Super Nintendo e Mega-Drive. Desenvolvido pela Iguana Entertainment e distribuido pela Sunsoft.

A história era bem simples. Aero trabalha e vive no Circo, e agora ele precisa defende-lo de um ex-empregado e ex-palhaço, chamado Edgar Ektor, que quer ver fechar de vez a atração. Nada complexo, apenas para servir de palco para a aventura que continua 4 mundos com 5 fases cada, curto se parar para refletir.

Curiosidade: Não foi um fracasso o jogo. Tanto que uma continuação existe: Aero the Acro-Bat 2 e inclusive um spin-off com um dos personagens segundário do game. Esse spin-off recebeu o nome de Zero the Kamikaze Squirrel. Ambos os games sairam para SNES e Mega. Não cheguei a conhecer esse spin-off, um dia eu pesquiso mais sobre ele e posto por aqui. Em 2002, Aero The Acrobat ganhou uma versão para Game Boy Advanced.

O gameplay vocês podem conferir ali no vídeo, mas não há segredos, o personagem plana e ataca nas diagonais para cima e para baixo. Lembro que alugava muito esse game, mas como era muito novo, não me recordo se cheguei a fechá-lo.

E você? Jogou Aero?

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Ah, aproveitando a atual febre por Mega Man clássico, quero relembrar hoje na sessão retro Mega Man Soccer!

Feito pela Capcom para Super Nintendo e lançado em 1994. Até onde eu vi, esse game não ganhou port para nenhum outro console. Muito antes da febre Mario Sports da Nintendo, MMS já viciava muito gamer, com um game de futebol, porém não tão convencional assim. Os famosos Power Ups dos games de esporte do Mario já exisitiam no game do Mega Man, no vídeo abaixo, vocês poderão vem Cutman dando um chutão e a bola corta o inimigo que ficar em seu caminho. \o/

Algumas curiosidades que encontrei na internet é a de que o game foi o primeiro a levar Mega Man no título que podia ser jogar com 2 players. O game também não tinha fim, depois de qualquer modo de jogo, o game simplesmente voltava para a tela inicial. Também na tela de seleção de personagens tem uma meia imagem do Willy que acabou sendo cortado da versão final do game provavelmente.

Os personagens jogáveis eram Mega Man, Proto Man, Cut Man (Mega Man), Elec Man (Mega Man), Bomb Man (Mega Man), Ice Man (Mega Man), Fire Man (Mega Man), Bubble Man (Mega Man 2), Flash Man (Mega Man 2), Air Man (Mega Man 2), Wood Man (Mega Man 2), Needle Man (Mega Man 3), Top Man (Mega Man 3), Snake Man (Mega Man 3), Gemini Man (Mega Man 3), Skull Man (Mega Man 4), Toad Man (Mega Man 4), Dust Man (Mega Man 4), Pharaoh Man (Mega Man 4) e Enker (Mega Man in Dr. Wily’s Revenge).

Esse game é para ficar na lembrança. Um dos raros games do Mega Man que foge dos padrões normais da franquia.

Vejam uma partida!!

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O MORTO VIVO DA SEGA

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1992 foi um ano que viu aparecer no Mega Drive alguns jogos que desafiariam os paradigmas de então, alguns bem sucedidos outros nem tanto. Nesse ano apareceram o port de Out of This Word (originalmente Another World), Ecco The Dolphin que causou surpresa e admiração ao utilizar um golfinho como protagonista, e Chakan The Forever Man.

Chakan é um guerreiro morto vivo cujo objetivo é… morrer. Isso mesmo, originalmente um grande guerreiro, Chakan foi levado pelo orgulho a desafiar a própria morte para um duelo. Esta aceitou, e os têrmos da disputa foram que, se Chakan vencesse, receberia a vida eterna, mas se perdesse, a alma dele pertenceria a ela. O guerreiro venceu, mas o prêmio tornou-se maldição, pois com o passar das eras ele tornou-se uma criatura decrépita que somente alcançaria descanso se aniquilasse todo o mal sobrenatural. Eu ate hoje lembro da música predominantemente ao tom de tambores enquanto essa introdução era mostrada.

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O jogo em si é um plataforma com temática extremamente sombria, que inicia em uma área central onde é possível acessar os quatro estágios maiores, cada um representando um elemento: água, ar, terra e fogo. Esses estágios eram divididos, cada, em 3 subfases, e ao final da terceira encontrava-se o chefe daquele estágio. Embora as 3 subfases de um elemento precisassem ser jogadas em ordem, não havia restrições quanto a, por exemplo, jogar todas as 3 de um elemento de uma só vez, ou ir intercalando com subfases dos outros 3 elementos, pois completando uma subfase voltava-se sempre à área central. Como Chakan é imortal, não há game over, mas ao ser vencido ele retorna a esse local, e também se ele não completar um estágio no tempo limite.

Como armas, Chakan conta com duas espadas gêmeas, mas encontra outros itens na primeira subfase de cada elemento: um gancho, uma foice, um machado e uma marreta. Além disso, ele coleta vidros com os elementos essenciais espalhados pelas fases, e combinando sempre dois desses , iguais ou de elementos diferentes, obtinha-se magias que, por exemplo, eliminavam todos os oponentes da tela, ou tornavam as lâminas das espadas flamejantes ou eletrificadas. Havia também magias para invisibilidade e teleporte, enfim as possibilidades de combinação dos elementos e portanto de magias eram várias.

https://i0.wp.com/www.consoleclassix.com/info_img/Chakan_GEN_ScreenShot4.jpg

Ao completar todas as subfases dos 4 elementos, iniciava-se um tipo de segundo round, para o qual havia um atalho: utilizando a magia do teleporte na área central, você era lançado diretamente para ele. Alias, o jogo, como vários da época, era cheio de cheats, alguns acionados através de combinações especiais de botões do controle.

Quando finalmente é completado todos os estágios desse segundo round, Chakan se mata cravando uma de suas espadas no peito, e os créditos aparecem. Não desligue o console nesse momento, pois após os mesmos a morte vem e, ao ser cobrada por Chakan que ele poderia descansar se aniquilasse todo o mal sobrenatural, ela responde (tradução livre):

“Olhe acima de você Chakan, olhe as estrelas. Cada uma delas é rodeada por mundos como o seu, e cada mundo repleto de entidades sobrenaturais malignas. E cada uma delas está esperando a sua visita. Esperando, por um longo, longo tempo. Esperando para sempre!”

Chakan solta um grito de horror, reenguendo-se com a sua espada ainda cravada no peito, e o jogador volta a controlá-lo num novo embate com a morte. Se o jogador vence, vê-se Chakan e os dizeres de que o descanso virá um outro dia, se perde, daí o final torna-se vago, pois vê-se apenas a enorme ampulheta que aparece várias vezes durante jogo, sendo que a areia que cai nunca termina.

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Gostou? Agradecimentos ao leitor Germano que escreveu o texto inteirinho! 🙂 O game parece muito interessante. Eu sempre fui um fanboy do SNES na época por isso não pude experimentar Chakan, mas com certeza é uma excelente lembrança aqui no Retro Games do Portallos. \o/

Minha contribuição aqui limita-se apenas ao vídeo abaixo:

E fica o convite a quem quiser mandar algo para alguma sessão do blog. Lá em cima da página você acham nosso e-mail de contato. 🙂

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Retrospectiva Diablo Parte II

Dando continuidade à primeira parte do artigo publicado aqui.

Lançado apenas quatro anos após seu antecessor (em 2000), Diablo II já nasceu um clássico. A Blizzard não brincou em serviço: Diablo II é maior e melhor que o original em diversas maneiras. A jogabilidade point and click continuou a mesma, mas com muitas novidades: o sistema de stamina, novos personagens, novos lugares e novas ameaças…

Não será fácil falar de um jogo que, oito anos após seu lançamento ainda tem muita gente jogando e descobrindo coisas novas, mas tentarei.

Vamos?

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Aproveitando o post “Cartoon Nostalgia” de hoje, vou relembrar o game dos Swat Kats de SNES de 1995. Eu jogava!! XD

https://i0.wp.com/img366.imageshack.us/img366/3360/videogamedh8.jpg

Feito pela Hudson hein? \o/

Tinha esse game na locadora do meu bairro. Era um plataforma bem consistente. Infelizmente não lembro muito bem dos detalhes do game, mas corri atrás de um vídeo do You Tube e olha só:

Você chegou a jogar isso? Repare como essa fase que representa o segundo mundo é bem estruturada, com muitas plataformas de pulos e cenário bem amplo. Uma bela homenagem aquelas fases clássicas de “Carnival” que os games tinham naquela época (Sonic 3 deve ser o mais clássico, mas me lembro de fases assim em Mega Man também, o 8 senão me engano).

Show! Games assim não conseguem mais fazer sucesso… é uma época que não volta mais.

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https://i0.wp.com/img48.imageshack.us/img48/7366/ghostbusters1zj5.jpg

Huahuaha nossa, que coisa horrorosa. Lendo a coluna do Maverick hoje sobre o novo game dos Caça-Fantasmas, ele citou um horrivel game de NES do grupo.

Fui atrás conferir porque eu realmente não lembro de ter jogado. E pelo vídeo abaixo, realmente a coisa é uma bomba daquelas bem fedorentas. XD

Foi feito em 1988 pela Activision. Tudo bem que na época tinha muito games assim…

Mas isso mostra como os videogames mudaram e evoluiram de forma incrível em 20 anos. Na época não tinha como fazer mais do que isso.

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Retrospectiva Diablo Parte I

Ainda estou em êxtase com o anúncio da Blizzard sobre o lançamento de Diablo III. Tanto que amanheci este fim de semana jogando Diablo II online (valeu Helio, biomassbc, darkseid, Myron e todo mundo mais que apareceu!).

Mas daí me vem na cabeça: eu conheço Diablo e sei como o jogo é bom, mas, e quem não conhece? Como fazê-los entender o que o jogo significa para milhões de jogadores mundo afora? E é aqui que surge este especial, fazer uma retrospectiva dos jogos da série: Diablo, Diablo II e a expansão Lord Of Destruction. Lembrando que a expansão Hellfire não é oficialmente adotada na mitologia do jogo.

Então, vamos começar?

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No forum NGM as reações quanto a Mega Man 9 não foram positivas, entretanto em foruns estrangeiros, a reação foi o contrário. Bastante gente achou bacana a iniciativa e se animou com o game. Muito bizarro isso. Apesar de toda a proposta de visual retro da Capcom e do fato de Mega Man hoje em dia não conseguir mais ter aquele apelo que tinha no passado, ainda assim fico chateado com a decisão da Capcom em faze-lo destar forma.

O Germano postou no Forum da NGM 2 vídeos muito interessantes, a mesma fase de Mega Man 2, mas um na versão NES e outra na versão Mega Drive. A jogabilidade é praticamente idêntica, o que muda são os gráficos, notem como eles ficaram bem melhores:

Versão Mega Drive

Versão NES

Agora, tudo bem querer adotar um visual retro, mas não seria mais legal também não exagerar? A versão Mega melhora em muito o visual do game, dando inclusive um cenário de fundo. Quem viu as poucas fotinhos de Mega Man 9 deve ter reparado que está cheio de cenários com fundo preto… muito feio.

Sei lá, eu não consegui engolir esse papo de que é um novo game de NES, uma homenagem e blá blá blá. Podia simplismente ter um modo retro no game e ele sair com os gráficos melhores.

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17 anos de Sonic! Parabéns Atrasado!

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Ih caramba, ninguém lembrou. XD

Segundo o site Sega Nerds ontem foi o 17º aniversário do Sonic!! O personagem surgiu em 23/06/1991 com Sonic The Hedgehog (Master System Mega Drive) no mercado Americano e Europeu. No Japão ele estreou um mês depois, em Julho.

Todo mundo sabe a importancia do personagem na época. Surgiu para concorrer com Super Mario da Nintendo. Se tornou o mascote supremo da Sega e até hoje figura em diversos games, mesmo após a saida da Sega da Guerra dos Consoles. Seus próximos lançamentos são Sonic Unleashed e Sonic Chronicles, o primeiro RPG do personagem!!

Parabens atrasado a Sega e ao Ouriço que ainda não é maior de idade XD

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Green Hill Zone: Sonic The Hedgehog (1991)

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Não chega a ser um game tão antigo, mas já faz mais de 10 anos que Hércules da Disney foi lançado ao Playstation. Um dos raros games Disney que depois da era 3D se deu bem. Mas Hércules não é um game 3D, mas um plataforma 2D!

Impossível ter passado pelo Playstation e não ter jogado. O game usava gráficos cartoonizados com alguns modelos em 3D. Era um game fácil, porém divertido e com um tamanho razoável na época.

Essa fase aqui é clássica mesmo, todo mundo em casa que via o game achava demais essa fase:

Uma pena que a Disney abandonou esse tipo de jogo simples e divertido depois de um tempo. O game foi desenvolvido pela Eurocom segundo a Gamespot, mas a Disney Interactive também fez sua participação, já que é o símbolo dela que está na capinha do game.

Para época, os modelos em 3D com o mix de desenho 2D eram fantásticos, outro momento inesquecível com o chefe Hydra:

Por fim, para matar a saudade desse belo clássico Disney, a cena com a batalha contra a Hydra no longa-metragem!!

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Já começo no Portallos com uma nostalgia (se T_thiago me permite usar o layout que ele usa para os posts retro dele :P).

Bom, falo sobre o game Dynamite Dux. Foi o primeiro game que eu “zerei” (era alugado). O game foi criado pela Sega em 1989 para Arcade, com a mesma placa que usaram nos arcades de Altered Beast e Golden Axe. Um ano depois, uma versão para Master System foi lançada, óbvio, com qualidade gráfica inferior (mas joguei apenas no Master mesmo).

Para quem não sabe, o jogo é um “beat’em up” (jogo de porrada) 2D e side-scrolling, onde o “monstro” Aohoaha rouba a sua namorada e o transforma em um “pato” meio mutante, com poderes. Cabe a você resgatar a bela, podendo usar armas contras os inimigos. Curiosamente na versão de Arcade havia dois “patos”, pra poderem explicar o fato de duas pessoas jogarem simultaneamente.

Vejam o video da versão arcade:

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Aproveitando um dia calmo de notícias, vamos recordar mais um game clássico da história dos consoles. 🙂

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Quem não se lembra de Aladdin?! Foi um dos game que eu mais jogava no Super Nintendo. Cheguei a fechar várias vezes.

E olha ae na capinha acima… era um game feito pela Capcom! Não é a toa que tinha qualidade para a época. O jogo era muito interativo. E o personagem de 2D de Aladdin tinha boa movimentação. Pulando em cima dos inimigos, se agarrando em plataformas, com cambalhotas e piruetas. Era sensacional.

Me lembro como a fase onde se usava o tapete voador para escapar da lava era alucinando. Ou a divertida fase do Gênio que representavam a canção dele no filme. As rodas de bônus quando se pegava o escaravelho dourado escondido pelas fases.

Volto a dizer, era uma época em que os games Disney tinham seu prestigio.

E a fase com Jasmine! Onde se passeava com o tapete apenas pegando esmeraldas!

Uma boa recordação não acha? 🙂

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Lego Games

Seguindo a onda da série Lego nos videogames, um maluco fez o inverso: levou os videogames para o Lego. Tem gente que têm muito tempo nas mãos mesmo… XD

Shadow Of The Colossus

Clique em More para ver os outros “jogos”

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Mais um joguinho da minha infância enfurnado em locadoras. XD Cool Spot!

Olhando o vídeo do You Tube, hoje eu percebo como era tosco o game. Mas na época era o máximo ele, e o pior é que nunca parava na locadora aqui do bairro, ele estava quase sempre alugado.

Fiz a pesquisa básica sobre o game para poder postar aqui no blog. Ele foi lançado primeiramente para Mega Drive (1993) e só depois foi para o Super Nintendo. Como na era de ouro dos games, ou você tinha mega ou super, eu só fui conhecer ele no Super Nintendo.

O que eu não sabia na época era que Cool Spot era mascote de uma marca de refrigerante. O 7Up. O game era um plataforma desenvolvido pela Virgin Interactive e fez muita fama na época justamente devido a propagando do refrigerante na TV.

Comercial de TV da 7UP:

Tanto que em 1995 ele ganhou um continuação, que também joguei muito. Spot Goes to Hollywood, onde os gráficos 3D estavam em começo de carreira. A continuação saiu no Mega Drive, mas depois ganhou outras plataformas, chegando até 1997 a pintar no Playstation 1.

Está aí então, mais um joguinho das “cavernas”, todo empoeirado, que estou recordando por aqui. XD

Primeira Fase do Game:

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Recentemente andei preparando uma arte para um camisa para a NGM/Portallos (e ainda estou preparando) e uma das tarefas era relembrar alguns game que fizeram a minha infância e este é um dos games clássicos da Disney que eu adorava jogar. Você se lembra dele?

Eu não me recordava que o jogo era estrelado pelo Donald, apenas lembrava que era da Disney e tinha um Pato Ninja. XD Pesquisando pela net, vi que o jogo foi feito pela Eurocom e distribuido pela Dinsey Interactive, alias, foi um dos primeiras da Disney Interactive.

Esse é um game que precisaria urgentemente sair no Virtual Console!

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História (chupado do Wikipédia)

Em uma ilha tropical, o ídolo Shabum Shabum desaparece. Shabum Shabum é considerado o espiríto guardião da ilha, e a menos que o ídolo seja recuperado, a ilha inteira irá explodir. O detetive Maui Mallard (“interpretado” pelo Pato Donald) é chamado na ilha para descobrir o paradeiro do ídolo, e suas investigações o levam a uma mansão assombrada. Indo adiante, ele encontra uma fortaleza de treinamento Ninja, aonde um mago lhe concede habilidades Ninja. Assim, Maui passa a poder se transformar em Cold Shadow (algo como “Sombra Fria”).

Como Cold Shadow, Maui enfrenta outros ninjas e vai parar em um vila de nativos, aonde Maui é sacrificado aos deuses e atirado dentro de um vulcão. Maui sobrevive, e o povo da ilha submete ele ao teste de patolidade. Ao passar por ele, Maui ganha a confiança e o respeito dos nativos. Os nativos contam a Maui que o único que sabe aonde está Shabum Shabum morreu a algum tempo, e Maui vai para o mundo dos mortos atrás dele. Ele vai para o mar, atrás do Flying Duckman (um trocadilho com Flying Dutchman, o “Holândes Voador”), e o persegue até o mundo dos mortos.

Maui guia a alma do conhecedor da localização de Shabum Shabum para que ele possa descansar, e obtem a informação que queria. Maui então enfrenta o mago que lhe concedeu os poderes de Cold Shadow, que está em posse do ídolo. Maui vence, e como sinal de gratidão, os nativos colocam o nome de Maui na ilha – mesmo sabendo que Mallard (“Marreco”) não tem muito potêncial para uma atração turistíca.

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Eu me pergunto porque esse jogo nunca virou desenho ou teve continuação. Era muito divertido na época e é um plataforma de qualidade até hoje.

Um vídeozinho para matar a saudade:

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Dedico esse post ao Germano da NGM que é um gamer que adora e coleciona games retro! 🙂

Lembrou do game? Você jogou? Gostava? XD

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