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Archive for the ‘Reflexões’ Category

Link desta matéria mudou de endereço. Ela pode ser acessada a partir deste link:

http://www.portallos.com.br/?p=9183

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Polêmica no fórum oficial do Star Wars: The Old Republic, futuro lançamento da Bioware. Tudo começou com tópicos discutindo sobre como o sistema do jogo iria lidar com a criação de personagens gays e conseqüentemente, com o relacionamento desses personagens. Mais rápido do que uma bala e com a sutilidade de um elefante, o moderador Sean Dahlberg, trancou os tópicos. Dezenas de outros tópicos surgiram reclamando da decisão, também foram rapidamente trancados e termos como gay, lésbica e bissexual foram inseridos no filtro de palavras ofensivas do fórum. 

Ao ser novamente criticado pelos usuários, Sean Dahlberg, piorou a situação dizendo que “Esses termos não existem no universo de Star Wars.”. Tecnicamente ele está correto, pois os termos gay, lésbica e bissexual, nunca foram utilizados no universo de Star Wars, mas isso não significa que não existam personagens gays na série: Juhani, do primeiro Knight Of The Old Republic, não escondia sua preferência por mulheres; Goran Beviin, um dos melhores tenentes do exército de Boba Fett, tinha uma relação com o ferreiro Medrit Vasur e chegaram até a adotar uma filha. 

Nem é preciso dizer que por conta de toda a polêmica, Sean Dahlberg voltou atrás e pediu desculpas publicamente. Ele fez até uma revisão no filtro de palavras ofensivas do fórum, mas fica a impressão de apenas estarem tentando apaziguar a situação. 

Essa não é a primeira vez que grandes empresas de games entram em conflito com os ‘gaymers’. Em 2006, a Blizzard ameçou expulsar uma jogadora de World Of Warcraft por estar divulgando o seu clã ‘simpatizante’. No início do ano a Microsoft foi notícia por banir a gamertag de uma jogadora que dizia ser gay no perfil. Ambos os casos terminaram com pedidos de desculpas e a promessa de serem mais cuidadosos com essas situações. Aliás, nem precisamos ir tão longe, o Wii Brasil publicou um artigo sobre os gaymers este ano que gerou uma discussão acalorada sobre o tema. 

Não dá para dizer que é um assunto fácil e que será resolvido com um pedido de desculpas e promessas de melhorias, quando o problema do preconceito não está totalmente na indústria de games (jogos como The Sims e Fable estão aí para provar isso), mas sim em grande parte no hábito dos jogadores. Deve-se discutir abertamente o tema, sem criar tabus e desencorajando qualquer ato de preconceito. Pois assim como no mundo real, “they’re here and they’re queer”.

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Certamente que ninguém deve se lembrar de um post meu lá de Janeiro, onde fiquei fulo por não conseguir comprar uma HQ de Aventuras Disney porque ela não chegou aqui na minha cidade. Se tratava de Aventuras Disney nº 42, que trás a terceira parte da saga de 4 edições dos Ultra-Heróis. Essa da imagem acima. A revista nunca chegou aqui em Jacareí-SP.

Se eu não tivesse adquirido a revista este fim de semana pelo Mercado Livre, ela seria a primeira de suas 45 edições que desfalcaria minha coleção. Por isso que há dias que o Mercado Livre é o salvador da pátria. A revista em si custa R$ 5, mas este fim de semana, passeando pelo Mercado Livre encontrei a HQ perdida por R$ 7, com frete por conta do vendedor. Nada mal, hein?

Isso porque não é exatamente a primeira vez que consigo HQs por lá a preço de banana. Já comprei uma pilha de HQs da década de 90 do Tio Patinhas, todas muito bem conservadas, por míseros R$ 0,50 ano passado.

Tem muita gente que reclama do Mercado Livre, e até existem mesmo motivos para tal. Acho totalmente abusivo as taxas que os vendedores tem por lá e algumas regras chatas de vendas, mas para quem compra, as vezes é possível achar algumas pechinchas. Isso é claro, tirando o pequeno, porém existente, risco de problemas na negociação. Eu, por sorte, nunca tive problemas nas minhas compras por lá.

Enfim, fico contente de ter aprendido cedo a negociar, comprar e usar a Internet para negócios. Existe tanta gente que tem medo do mercado virtual. Para os mais audaciosos ainda existe o Ebay lá nos EUA, que é 100 vezes mais movimentado que o Mercado Livre aqui no Brasil. Mas de Ebay a gente fala um outro dia, porque aí a coisa é um pouco mais complicadinha. Ah e quem quiser dar uma olhadinha nas minhas tranqueiras no Mercado Livre, está é meu link lá. 😉 Tem pouca coisa ainda, estou colocando meus games usados e HQs (em breve) bem devagar. Um pouco por dia. 🙂

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Atenção: Existe neste texto comentários a respeito da saga atual de Bleach do mangá no Japão. Se você não acompanha pela net, é melhor parar por aqui e não continuar, pois vou certamente estragar a surpresa.

Quando o Portallos estreou na internet, eu me arrisquei a comentar os 3 animes do momentos no mundo: Bleach, Naruto e One Piece [link]. Puxei sardinha para One Piece, critiquei Naruto e Bleach, com razão ,e o texto rodou muito pela internet. Seja de forma positiva ou negativa. Mas muita coisa que disse lá tem um fundo de verdade e o texto apesar de seus sinais de velhice e problemas, ainda tem pontos interessantes. Este é um deles, a respeito de Bleach na época:

Ichigo agora controla sua parte hollow, o que a meu ver é um grande erro do autor. O legal era ver a força do hollow tomar conta de Ichigo e tornar a luta imprevísivel (…) Ichigo descontrolado é insano e mortal. Mas agora que ele controla, que graça tem vê-lo com a máscara de Hollow? O cara fica mais rapido e mais forte? e daí… sem graça.

E o mundo girou e Tite Kubo mudou isso. Quem acompanhou o atual mini-arco do mangá chamado “The Lust” viu Ichigo morrer e resurgir como um Hollow em sua forma completa. Aquele Hollow insano, mortal e incontrolável do começo do mangá que eu achava o máximo está de volta! E cem vezes pior que o anterior!

Realmente gostei da decisão de descontrolar Ichigo novamente. Afinal a história já mostrou que estes experimentos de Shinigamis com Hollows ainda não estão 100% completos. Assim como a origem de Ichigo, já que seu pai fez uma rápida aparição como Shinigami e sumiu do enredo. As coisas ficam muito mais caóticas quando elementos assim são inseridos na trama.

Uma pena que o Hollow Ichigo não é muito de falar, porque eu adorava aquela risada que ele tinha no começo do mangá. Mas ele é incrivelmente forte em contrapartida. E pelo visto sem consciêcia alguma, já que o cara praticamente estripou Ulquiorra e não teve dó nenhum de enfiar sua espada no Ishida.

Alias, estou escrevendo “Hollow Ichigo”, mas certamente a definição da criatura deve ser outra. Enfim, agora é esperar e ver como o autor vai trabalhar com essa ponta da história.

Mas aproveitando que estou escrevendo sobre Bleach e o tema é “fora de controle”, ainda dá para comentar um pouco sobre o arco atual que simplesmente parece que não vai para a frente. Tite Kube já está nessa saga de Hueco Mundo e Batalha na Cidade de Karakura já nem sei mais desde quando.

Os capítulos de Bleach são atualmente ridiculamente curtos. Estão a passo de lesma. Não é a toa que o anime está quase que pau-a-pau com o mangá. A batalha pelos pilares em Karakura levou um tempão para se concluir e ainda assim a batalha dá ares de nem ter entrado nas suas preliminares. Personagens importantes como a turma dos Vaizards, que ganharam uma saga do passado no meio das Sagas atuais, deixando o enredo mais longo, assim como Urahara e Yoruichi ainda nem deram os ares da graça. Eu realmente espero que tais personagens apareçam para derrubar Aizen.

Também acredito que a Saga de Karakura só vai terminar depois que Ichigo conseguir dar um jeito de chegar por lá e ainda pegar o fim da batalha contra Aizen. Não faz sentido o protagonista principal da série não estar lá, quando o principal vilão for derrotado. Pena que isso parece longe de acontecer.

Um problema freguente quando se trabalha com dezenas de personagens e ainda os coloca para lutarem individualmente. Nesse quesito Tite Kubo parece não saber trabalhar direito com tantas linhas de história. Faz o leitor ficar perdido constantemente com tantos personagens atuando ao mesmo tempo. Se contar que alguns traços do autor são “sujos” demais. Tem páginas que eu fico olhando e olhando e olhando e simplesmente não consigo imaginar a lógica dos desenhos.

Para terminar, acredito que a batalha em Karakura não seja o fim de Bleach. Tenho até mesmo as minhas dúvidas se Aizen será mesmo derrotado nesta saga. Se for, ainda assim o mangá dá sinais de que tem ainda pontas soltas para se amarrarem, como o passado de Ichigo e a sua nova forma Hollow, a estrutura de comanda da Soul Society que desde que começou o mangá mostra que é totalmente equivocada, como fica os vaizards no mundo dos humanos etc.

Bleach melhorou de um ano para cá. Só precisa agora eliminar certos clichês, como a da donzela em perigo, e estas eternas batalhas isoladas e sagas existindo paralelamente para dar certa agilidade ao enredo.

Nota: Eu ia ilustrar esse post com a forma final do Hollow Ichigo, mas achei que poderia ser um spoiler óbvio demais para quem não acompanha o mangá. Por isso deixo tal imagem após o “continuar”:

(mais…)

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Patapon 2 acaba de receber uma importante tarefa. A Sony nos EUA decidiu que o game será lançado oficialmente via download, sem UMD. Isso era um rumor semanas atrás, mas agora é oficial. Patrick Seybold, diretor sênior de comunicação corporativa da Sony, oficializou o rumor.

Quem já fez pré-venda em lojas, receberá a caixinha e manual do game sem UMD dentro, apenas um código para baixar o joguinho através da Playstation Store. Entretanto, quem não reservou o game, poderá comprá-lo a partir de 05 de Maio, através do PSP mesmo, sem a necessidade de ir a loja.

Patrick Seybold disse que Patapon 2 servirá como teste de receptibilidade no mercado para ver se os gamers aceitam o formato digital. Isso me lembra determinados rumores que diziam que a Sony queria abandonar o UMD no sucessor do PSP e deixa tudo por distribuição digital. Interessante mesmo!

Quem ganha com isso são os brasileiros. Vou poder jogar Patapon 2 no dia do lançamento americano, sem precisar esperar 30 dias para o jogo chegar via importação e não precisarei pagar frete internacional. Já sai no lucro em tempo de espera e gastos.

Nunca comprei nada online pela Sony, então nem imagino como funciona. Até onde eu sei não existe bloqueio de IP e nem nada destas melecas que a Microsoft faz com Gears of War 2. Dia 05 de Maio comprarei o Papaton 2 online e comento aqui no Portallos como foi, o que precisou, quanto gastei e quanto tempo demorou o download.

Claro que nem tudo são flores. Quem não tem como colocar seu PSP online, se lascou. Pessoal colecionador, como eu, também vai sentir falta da caixinha e do manual. Só espero que com essa iniciativa a Sony disponibilize o manual online do game. Isso porque tem gente que lê eles. Eu mesmo vira e mexe me pego consultando manuais dos meus games para tirar dúvidas.

Ah, também me preocupo com o tamanho do arquivo do game. Tenho um SD de 2GB no meu PSP, espero que caso isso venho virar moda, a Sony invente um jeito de não fazer os gamers ficarem comprando cartões SD sem aquela desculpa de “delete e quando quiser, abaixe de novo”.

O futuro promete!

Update: Atendendo ao pedido do mauricioof, um vídeo de Patapon 2! Detalhe para o mapa do jogo… olha a quantidade de fases!! \o/

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A Microsoft já afirmou que a expansão de GTA IV, Lost & Damned, em DLC, já bateu alguns recordes da Live Arcade. Porém ainda não foi oficializado o número de vendas oficiais. Mas o mundo gamer não dorme no ponto e cálculos extra oficias de alguns sites estrangeiros já dizem que o DLC conseguiu atingir a marca de 1 milhão de unidades vendidas.

Aí há dois pontos de vista. Primeiro o de que um conteúdo complementar via download ter vendido mais de 1 milhão de unidades é excelente num mercado que surgiu nesta geração. Não digo que é inédito que porque no momento não me lembro quanto Castle Crashers vendeu, mas também é outro sucesso de vendas.

O segundo ponto de vista é um pouco complicado. A Kotaku recorda que GTA IV vendeu em torno de 6-7 milhões. A expansão de 1 milhão já não parece grande coisa perto das vendas totais sobre esta perspectiva.

Mas porque as pessoas não compraram o DLC? Eu não comprei porque GTA IV não cumpriu certas expectativas que tinha para o game. Achei ele enfadonho e repetitivo, o que me afastou um pouco do game. Falando de Sandbox, Crackdown foi bem mais divertido, apesar de curto.

Alguém quer compartilhar uma opinião?

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Você já deve ter ouvido falar em Genndy Tartakovsky. Se não ouviu, no mínimo deve ter visto algum de seus desenhos. Tartakovsky é um dos responsáveis pelo crescimento bombástico do Cartoon Network lá na década de 90. Sem ele, entre outros gênios da época, é possível que o Cartoon Network não tivesse o sucesso que tem hoje.

Tartakovsky é o criador do mais antigo e famoso Cartoon Cartoon: O Laboratório de Dexter (1996-2003). Antes de Dexter, Genndy trabalhou na Hanna-Barbera nos storyborads de 2 Cachorros Bobos [2 Stupid Dogs]. Alguém se lembra desse desenho? Eu achava engraçado:

Mas foi o Laboratório de Dexter que levou Tartakovsky a um novo nível. O desenho fez um sucesso estrondoso. Alias Dexter foi um dos motivos de eu ter passado a ver Cartoon Network quando criança. Adorava o desenho, até que a últimas temporadas, aquelas com um traço diferente e com novas cores o estragaram.

O desenho do pequeno nerd que tinha um laboratório secreto, uma irmão burra ao extremo e de outros personagens tão estranhos quanto era genial. Robôs gigantes, viagens no tempo, dentro do corpo humano, um rival malígno, o desenho tinha de tudo. Adorava também aqueles amigos da Justiça, com um Capitão América sem noção, um Thor Rockeiro e um Hulk Imbecil que passava junto com Dexter. Outro momento memorável do show era o romance do macaco com um pato. 😄

Genndy Tartakovsky também produziu em dezenas de episódios das Meninas Superpoderosas. Isso porque o criador das Meninas, Craig McCracken, já conhecia Genndy desde a época da Hanna-Barbera, que também trabalhou em 2 Cachorros Bobos.

Logo em seguida um novo sucesso nasce no Cartoon Network pelas mãos de Tartakovsky: Samurai Jack!

Samurai Jack lhe rendeu seu Emmy Awards. Samurai ainda viria ser presenteado com mais 3 Emmys nos anos seguintes. O desenho é simplesmente uma obra prima.

Foram 4 temporadas antes deles sobre um cancelamento “não oficial”. Foram mais de 50 episódios. O desenho era extremamente elogiado por se utilizar excecivamente de recursos visuais ao invés de falas. Perdi a conta de quantos episódios Jack quase não abria a boca. Tudo era transmitivo através das imagens e da fantástica trilha sonora. O traço do show também era único, pois quase não apresentava linhas pretas de contorno, o que na época era coisa rara. Kung Fu Panda da Dreamworks, de 2008, fez uma pequena homenagem ao desenho, a abertura da animação é feita no estilo da série animada.

Genndy Tartakovsky sempre mostrou interesse em fazer um longa animado para Samurai Jack. O filme só não aconteceu na época, porque causa dos resultados inferiores do filme das Meninas Superpoderosas. Porém o produtor vem dizendo desde 2004, quando o desenho foi interrompido que os fãs ainda verão Jack e que ele ainda dará um fim para a série.

Após Samurai, a última produção de Tartakovsky para o Cartoon Network foi Star Wars: Guerras Clônicas. Isso só aconteceu porque George Lucas adorou Samurai Jack. Da série animada de Star Wars eu nem preciso falar muito porque é bem recente. Foi sucesso aclamado de crítica, rendeu Emmys e é reposável pelo sucesso de Star Wars na TV hoje no Cartoon Network.

Depois disso Tartakovsky sumiu. Dei uma pesquisada na internet e descobri que o produtor diretor se tornou presidente de um estúdio de animação chamado The Orphanage, montado por veteranos da Lucasfilms e que pretendem alcançar a qualidade Pixar para animações.

Atualmente o estúdio está envolvido num projeto para animar The Dark Crystal , um filme de 1982. Não vi muita coisa dele, nem um videozinho do You Tube, então não posso mostrar nada dele por aqui.

O melhor de tudo é que Genndy Tartakovsky irá produzir um novo desenho para o Cartoon Network em 2009/2010!

O canal anunciou recentemente alguns projetos para 2009 e 2010. Mais para frente eu falo dos outros projetos. O melhor entretanto foi o anuncio de Sym-Bionic Titan, produzido pelo Genndy. Veja a primeira arte promocional do desenho que será um ação/sci-fi:

Muito pouco se sabe ainda sobre história ou produção da série, que só deve estrear mesmo em 2010 ou quem sabe no finzinho de 2009. Mas o visual parece ótimo, hein? E sabendo que está na mão de Tartakovsky, já sabe-se que vem coisa boa por aí.

Fecho o post um uma segunda arte concentual da futura série que achei no google:

Assim que mais detalhes, assim como previews foram lançados na net, eu volto a comentar aqui sobre Sym-Bionic Titan. Fecho por aqui esse pequeno especial sobre um dos caras que sabe fazer, atualmente, desenho animado.

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