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Archive for the ‘Reflexões’ Category

Este post é para quem acompanha Naruto pela internet. Vou comentar a respeito da atual saga no Japão. Se você está acompanhando pelo SBT ou Cartoon Network, irá encontrar aqui spoilers avançadíssimos do enredo. Não aconselho ler.

Feito o aviso, vou ao que interessa. Assisti hoje ao episódio 093 de Naruto Shippuuden e preciso admitir que finalmente os roteiristas encarregados pelo anime entenderam como se deve trabalhar com fillers. A história deixou de embromar, apesar de ainda não ser a original do mangá, mas ficou tudo mais ágil e gostoso de assistir. Sensacional a idéia de colocar Naruto para treinar com os sapos, afinal você que acompanha o mangá sabe que isso vai importar lá no futuro. Melhor ainda é ter criado esse misto de saga filler/mangá, misturando partes do mangá, mas mantendo uma nova narrativa e ritmo para contar o que está acontecendo.

Gostei de terem criado esta saga e colocados Kiba, Shino e Hinata para participarem, pois é o trio que menos recebeu atenção na versão original. Bacana ver Kiba preocupado com uma nova luta contra os mutantes de Orochimaru, já que ele lutou com um quando tentava resgatar Sasuke. Shino também é outro que recebe pouca atenção e parece que quer mostrar serviço, enquanto Hinata precisa ficar mais forte. Interessante e criativo. O filler atual não surgiu para prender e segurar o desenvolvimento da história, pelo contrário, ele veio incrementar e aprofundar melhor as lacunas de enredo, que talvez no mangá não fosse possível fazer.

Se lá desde o início do anime Naruto, os roteiristas estivessem trabalhando assim com os Fillers, não haveria, certamente, este terror e pavor que os fãs tem quando alguém diz que Naruto vai entrar em fase de fillers. Bem, é isso. Alguém vem acompanhando pelo Japão e gostaria de deixar sua opinão sobre a atual saga de Naruto Shippuuden?

Aproveito o assunto para dizer que mês que vem, estarei trabalhando numa matéria da fase atual de Naruto no mangá. Aguardem!

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Não sou mais um Nintendista. Abandonei a Nintendo assim que ela resolveu ficar lambendo o público causal. Bom pra ela claro, casual dá mais lucro. No fim, acabei mudando de casa e estou satisfeito aqui nos jardins da Microsoft. Mas o post não é para ficar chorando as pitangas.

Mesmo não sendo mais um fãnboy da Nintendo, ainda fico sempre curioso pelo que ela está produzindo ou lançando. Últimamente nada está sendo anunciado de interessante pra mim. Portanto fiz um top 5 de franquias que gostaria de ver revividas no console atual da empresa. Escolhi com cuidado e acabei optando por 2 games improváveis, 2 que devem sair e 1 tosco, mas que eu curtia, nessa ordem respectivamente.

Vamos lá?

Donkey Kong Country 4

O primeiro improvável. Desde o Nintendo 64 a Nintendo vem tentando fazer um Donkey Kong que possa chegar aos pés da série Country. Ela nunca conseguiu. Não que todos os DKs posteriores sejam ruins, pois não são. Mas o glamour mesmo de DK ficou congelado no SNES até o 3º Country.

Jungle Beat foi o game que mais chegou perto da série original, porém sem a Rare para administrar a coleta de itens e personagens e mundos, JB se saiu simples demais. O problema não foram os controles Bongos, e sim a curta duração do game e a baixa exploração do mesmo. Apostou-se demais nos combos insanos de continuidade e esqueceram que o que era ótimo em Country era coletar itens e achar passagens secretas.

Gostaria mesmo que a Nintendo produzisse um 4º Country, utilizando um visual mais retro, similar aos 3 games do SNES, com mais polígonos e uma polida maior é claro. E que esquecesse esse monte de macacos que criaram para DK. DK, Diddy e no máximo Dixie poderiam se alternar pelo game, que poderia ter uns 7 a 8 mundos com pequenas fases, como era nos bons tempos do 2D. Com direito aos animais que DK montava e fases bonus. Tudo no melhor estilo retro.

Donkey Kong deve aparecer no Wii, mas eu duvido muito que seja assim.

Luigi’s Mansion 2

A continuação de Luigi’s Mansion também me parece bem improvável de acontecer. Mesmo assim sonha não custa nada. Houve rumores em 2005 que a Nintendo estaria pensando/projetando uma continuação do sucesso de Gamecube, mas nunca passou de um rumor.

Seria bacana uma nova aventura com Luigi caçando fantasmas. Poderia colocar ele em outro local em vez de uma Mansão. Uma floresta ou caverna assombradas. Sendo escuro e com bastantes fantasmas está valendo. Os controles do Wii também poderiam dar uma experiência nova, assim como o aspirador do Luigi poderia ter novas habilidades.

Não que eu não goste de Mario, mas fiquei tão feliz quando a Nintendo mostrou criatividade e originalidade ao produzir um game solo para o Luigi. Sabe quando você sente que está jogando algo único? Foi assim em Luigi’s. Será mesmo que ela não pensa numa segunda versão de um jogo solo para Luigi?

Mario? Maaaaaaario…

F-Zero WX

F-Zero WX não é improvável, é praticamente certo que deve pelo menos aparecer logo logo. Espero que até 2010 já tenha alguma coisa concreta sobre o jogo futurista de carros. Na E3 do ano passado chegou a ter alguns rumores de que a Capcom estaria no comando da franquia desta vez, mas nada foi confirmado.

Na continuação da série não há muito que esperar em termos de novidades. Mais pistas malucas, com um monte de carros. O que deve causar o diferencial desta vez é que agora a Nintendo pode incluir um esperado modo online no game.

E se parar para pensar, F-Zero é o candidato perfeito para partidas on-line com um número grande de players. Talvez mais ainda do que Mario Kart. Nem mesmo a falta de um Hedset faria diferença.

Star Fox 1.5

As aventuras de Fox Mcloud também deve retornar ao Wii. A grande questão é como elas devem retornar. Cheguei a ficar na dúvida se gostaria de um Star Fox nos moldes do SF64 ou se queria algo mais voltado a Star Fox Adventures, mas clássico é clássico e a franquia é de naves, não tem jeito.

Porém a Nintendo também remexeu tanto na franquia que eu até perdi a conta de qual seria o número de um novo Star Fox… SF, SF64, SFAssault, SF Command… este seria Star Fox 5? Há mas quem se importa. Preciso dizer que depois de SF64 eu não achei nenhum outro com uma história tão bacana ou hipnotizante como foi a versão de Nintendo 64.

A série precisa de uma organizada geral na série. Preferia que fosse criada uma aventura entre a linha de tempo de Star Fox e Star Fox 64.. por isso o nome Star Fox 1.5. Com a tripulação original mesmo e sem aquele monte de coadjuvantes que há em Command, por exemplo.

Quanto ao gameplay, também deveria focar nos moldes do game original. Para com aquela palhaçada de estratégia criada em Command, daquelas missões a pé de Assault. Como eu disse, Star Fox é um game de Naves! Seria interessante controlar a nave com o Nunchuk e mirar com o Wiimote não?

Enfim, fique tranquilo. Star Fox deve acontecer em algum momento da vida do Wii. Se tiver que apostar, eu diria mais ao fim dele. (2012?) Resta saber mesmo qual o formato a Nintendo irá adotar.

Pokemon Snap 2

Fiquei tentado a colocar na quinta posição algum game do Mario, mas Mario sempre vai existir nos consoles da Nintendo. Apesar muitos acharem interessante se a Nintendo produzisse um New Mario Bros 2 ou Super Mario World 3, ou um Mario Sunshine 2. Mario é Mario, independente do nome que leve ao lado. Por isso acabei lembrando e optando por um game mais obscuro do Nintendo 64 e que hoje em dia ficaria bem no Wii: Pokemon Snap 2.

A primeira coisa que me faria comprar Snap 2 é que se ele fosse feito nos dias de hoje, além dos graficos mais bonitos, a série pokemon cresceu muito desde a época do N64. São mais de 400 monstrinhos. Imagine todos num game de fotografia.

A segunda coisa que não torna Snap tão impossível assim é se você pensar na quantidade imensa de spin-offs de Pokemons que a Nintendo produz todos os anos. Pokemon Ranger, Dungeon, Trozei, Dash etc… Por que não fazer um novo Snap atualizado com os novos Pokemons?

Hoje em dia é até mais fácil fazer algum tipo de comunicação com outros games da série Pokemon. E fingir que o Wiimote é uma camera fotográfica não me parece uma má idéia não acham? Acredito que até um apelo casual o game teria, agrandando 2 públicos diferentes.

Snap é tosco eu sei, praticamente uma franquia morta. Mesmo assim, achei interessante lembra-lo neste top 5.

Encerro esse post perguntando aos leitores. Quais seriam os 5 games que vocês escolheriam para a Nintendo continuar no Wii se pudessem?

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WARNING! WARNING! SPOILERS! NÃO ULTRAPASSE NÃO QUISER SABER O QUE ACONTECE NO MANGÁ DE ONE PIECE!

Antes de começar, quero avisar que os fatos narrados não são imparciais! É a minha visão de como está o enredo de One Piece. Existem outros lugares onde você pode ler guias de episódios e etc. A proposta do texto é um pouco diferente. Vale lembrar que se você não acompanha pela internet o mangá japonês e não quer saber o que está acontecendo atualmente no enredo, não leia.

Os eventos comentados aqui começam após o fim de Thriller Bark, a saga que mostrou Ruffy derrotando Moria, outro Shichibukai e após a entrada de um novo companheiro, o esqueleto músico Brook. Também peço adiantado desculpa por algum termo ou palavra do universo de One Piece que eu possa vir a escrever errado. Caso notem essa falha peço que me avisem aí nos comentários que conserto o quanto antes.

Os episódios atuais do Anime entraram em modo filler. Eu gosto dos fillers de One Piece. São histórias curtas e muitas vezes engraçadas e sem aquela enrolação que os fillers de animes tentem a ser. Acredito que logo eles devem acabar e o enredo volta ao original do mangá. O anime também não está distante do mangá, há apenas 3 sagas completas (Tobiuo Riders, Sharbondy e Ilha das Amazonas) e , claro, a saga atual Impel Down. Para a sorte de quem gosta de One Piece, o enredo criado por Eiichiro Oda é dinâmico e dificilmente tem furos ou problemas de ritmo. O anime acaba tento esse mesmo tratamento e segue um bom ritmo em 70% das vezes.

Após o “mais”, começo a destrinchar as próximas sagas de One Piece:

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A revista EGM americana fechou às portas, após alguns meses de especulações e outras EGMs de outros países também sendo canceladas. Pra mim não muda nada, mas há um certo luto na comunidade online de pessoas que sentem com o que parece ser o falecimento de uma era. Afinal a EGM nada mais é do que uma das maiores revistas do mundo inteiro sobre games.

Não sou do tempo da EGM. Eu sou bem mais antigo… do tempo da Ação Games. XD

O caso é que posso afirmar que estou quase completando uma década sem comprar uma revista de games nas bancas. Afinal, para que elas servem na era digital?

Veja bem, longe de querer desmerecer o trabalho dos profissionais da área, principalmente os jornalistas. Não estou dizendo que o material produzido pelos profissonais é ruim, muito pelo contrário. O que quero indagar é o produto em si, sua utilidade e necessidade num mundo onde eu assisto ao vivo uma coletiva de imprensa lá do Japão, por exemplo.

Alguém aqui se lembra de um antigo programa de TV que passava no canal Multishow da TV paga chamado Stargame (relembre)? Eu me lembro o quanto ficava maravilhado com o programa quando ele exibia em 4 ou 5 partes um especial da E3. As vezes levava meses para ver tudo, já que o programa era semanal. Hoje em dia eu acompanho a E3 ao vivo pela internet.

Notícias, dicas, detonados está tudo em tempo real. Travei num pedaço de Blue Dragon? Levando do sofá, sento na cadeira do computador, entro na Gamefaqs, e após 5 minutos já matei a dúvida, isso enquanto o game está pausado. Rápido e prático.

Não vou questionar e nem me aprofundar na questão da EGM americana ou nos fatores que levaram a empresa a encerrar a revista impresa. Só estou usando a situação para refletir se faz tanta falta assim ao mercado esse tipo de produto.

No caso do Brasil, a EGM ainda vai continuar. Já tem especulações que não por muito tempo, mas isso não vem ao caso. Em relação ao Brasil acho que o que falta por aqui mesmo são portais online de games de “grandíssimo” porte. Assim como os americanos tem a IGN e Gamespot, por exemplo. Grandes portais que conseguem entrevistas com os grandes gênios da área, com exclusivas e análises de 95% dos lançamentos de todas as plataformas. Estamos longe de ver um portal assim virar realidade no Brasil.

Também carecemos uma Gamefaqs nacional. Se temos um Wikipedia, porque ninguém ainda montou uma Gamefaqs? Afinal, o site em questão tem o mesmo princípio do Wikipedia, qualquer um pode atualizar. Mas uma iniciativa assim tem que ver dos portais de games existentes no Brasil. São eles que devem incentivar e iniciar um projeto assim.

Quanto ao mundo blogueiro, que aliás acho que é o que tem maiores perspectivas de crescimento atualmente no Brasil. Estes estão indo bem. Longe de ter a quantidade/qualidade de posts e comunidade que uma Kotaku ou Videogaming247 tem, mas os passos são satisfatórios na área. Com um destaque especial a blogs como Continue e GoLuck. Citei estes porque ambos tem algo muito importante: personalidade. Tem seu próprio jeito de ser, seu ritmo, suas unicidades, o que é muito importante nos dias de hoje.

Sei que muitos profissionais no mundo dos games aqui no Brasil também precisam do mundo do papel para viverem, afinal o mundo online dos games não gera dinheiro por aqui. Mas todo período de transição é difícil. As revistas de games como EGM ou Nintendo aqui no Brasil deveriam começar a se preocupar com isso, criando sites decentes e que tomassem a frente no mundo online brasileiro de games. Enquanto houver esse medo de migrar e harmonizar o mundo antigo com o mundo moderno, fica difícil acreditar na melhora de um ou de outro, pelo menos aqui no Brasil.

Sei que a minha visão é simplista e com lacunas a serem preenchidas. Alguém arrisca uma opinião?

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Esse quadro abaixo explica de forma tão clara o que muda nas regras ortográficas agora em 2009. Até 2012 dá para escrever de qualquer jeito, ambas irão valer.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Acho que com exceção das regrinhas do hífen, as outras não tem segredo. Desde que pequenino sempre achei ridículo a existência de acentos na lingua portuguesa. Como se a falta dele fosse suficiente para não conseguirmos entender o que está escrito, então pra mim as novas regras são bem vindas. Quanto menos acentos, melhor. Quem lê o blog diariamente já deve ter notado que sou péssimo para acentuar as coisas e muitas vezes deixo algumas palavras sem o mesmo.

Trema é algo que eu nunca usei também. Tive uma professora na escola antes da 5ª série, que já dizia o quanto ele era uma coisa inútil e que um dia seria extinto.

Acho válido a tentativa de mudanças para que o Português do Brasil e o de Portugal sejam mais parecidos. Quase ninguém no mundo fala nosso idioma, então aos poucos que falam, nada mais sensato se todos falarmos o mais parecido possível.

E, por fim, segundo o site da uol, que montrou esse quadrinho acima, apenas 0,8% das palavras aqui no Brasil vão sofrer mudanças. Pouco né?

Para saber mais, clique aqui. (Para ver o quadro com as regras também precisa clicar nesse link, infelizmente ele não funciona diretamente.)

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Hora de um pequeno balanço da minha vida gamística de 2008. Estava aqui olhando alguns games e fiquei espantado com a quantidade de games que não comecei ou não terminei em 2008. Isso não deve acontecer com todos é claro, mas com quem vive comprando lançamento deve acontecer. Claro que não de forma exagerada como a minha. XD

Games que não fui até o fim em 2008:

Bem, em relação aos RPGs não fico espantado, eu geralmente jogo-os tão devagar que não é nenhuma supresa levar mais de 1 ano para encerrá-los. Em 2008 fiquei satisfeito de ter encerrado Blue Dragon. Já Saints Row 2, recebi ele com atraso em relaçou a seu lançamento e quando ele chegou eu já estava com tantos outros para jogar que ele ficou encostado, nem coloquei no X360 para sentir.

Unreal Tournament 3 foi uma surpresa não ter jogado, agora parando para pensar, não me lembro o que estava jogando na época que o admiri a ponto de ignorá-lo até agora. Já GTA 4 foi um game que me rendeu semanas e muitas horas de gameplay, mas depois de 80% de jogo, parei por cansaço. É tudo igual demais e o jogo ficou enjoado, vamos ver se em 2009 eu termino os 20% que faltou. Já Ninja Gaiden 2 foi um game comprado mais no hype. Não sei, o game não chegou a encantar como eu esperava, talvez eu devesse ter dado outra chance para ele.

Para GRID há uma explicação chamada Burnout Paradise, pois é, eu joguei Burnout 2008 inteiro, ficando difícil dar espaço para qualquer outro game de corrida. Porém vou fechar GRID antes da Codemaster lançar Fuel esse ano! Devil May Cry 4 eu acredito ter jogado até sua metade, mas fiquei horrivelmente irritado com determinadas fases, acho extremamente porco e preguiçoso produzir um game que o obrigada a ficar repassando por lugares já passados. Rainbow Six 2 não tem desculpa, comprei esse jogo sem motivo, nunca tive a pretenção de jogá-lo, na época devo ter confundido ele com algum outro game.

Bad Company existe um motivo para não ter jogado na época devida: Tinha acabado de fechar Call of Duty 4 e não tenho hábito de fechar 2 games com o mesmo tema seguidamente. Aí depois vieram outros lançamentos e o encostei. Por isso ainda não comprei Call of Duty 5 em 2008. Fallout 3 eu comecei e fui até umas 4 horas de game, preciso ressaltar que é um game que se você não entende inglês nem se preocupe em jogar. Mas aí chegou Gears of War 2 dias depois de receber Fallout 3 e você já deve saber o que aconteceu. Far Cry 2 é a mesma coisa, chegou junto de GoW 2, todos os games foram para escanteido quando ele chegou na verdade.

Uau, bastante coisa hein? O bom é que eu fechei também muita coisa em 2008, como Gears of War 2, Call of Duty 4, Blue Dragon, Sonic Unleashed, Beatiful Katamari, Burnout Paradise, Soul Calinur IV, Crash Mind over Mutant, Spider-Man Web of Shadows, Lego Indiana Jones, Battle Fantasia, Lego Batman…

E você? Ficou com alguma coisa aí na sua prateleira sem fechar em 2008?

OBS: Fiquei sem jogar alguns games em 2008 porque não consegui compra-los ainda como Banjo-Kazooie Nuts & Bolts, The Last Remnant e Tomb Raider Underworld. Este ficaram para 2009 mesmo.

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Recebi há 2 dias atrás a revista Superinteressante [sou assinante] de Janeiro de 2009. Folheando encontrei uma matéria interessante a respeitos dos programas e filmes voltado ao público jovem dos tempos atuais. A matéria é bem curtinha, com apenas 2 páginas, bem resumida e pouco complexa, mas ainda assim cumpre a sua meta de filosofar porque programas como Hannah Montana ou filmes como High School Musical são sucessos mundiais, que rendem pilhas de dinheiro a seus criadores.

Primeiro há a confirmação do óbvio: Os sucessos adoslecentes lucram até 5 vezes mais do que custam para serem feitos. Isso não significa que são toscos, alguns até são feitos com orçamentos alto e com uma produção de qualidade, como Harry Potter ou até mesmo o recém lançado Crepúsculo. Os programas ou filmes raramente tratam de temas complexos demais para a faixa etária como sexo ou drogas, ficando mais na idéia de espectativa e na fantasia juvenil. Isso é importante pois evita polêmica com os pais e os adultos, que não se opoem a essa industria que esta crescendo a cada ano. E o público juvenil não tem pudor em gastar dinheiro. Vão aos cinemas ver o mesmo filme várias vezes, compram produtos da franquia e não há um controle sobre o dinheiro quanto os adultos.

O que chega a ser interessante mesmo é a parte da matéria que mostra que os programas certinhos, sem sexo ou temas muito complexos, estão na moda e são melhores assim. Há um trecho que diz: “O sexo perturba sempre, em qualquer idade. E a abstinência é uma maneira de lidar com isso, fazendo de conta que ele não existe.” Palavras da psicanalista Diana Lichtenstein Corso, que também mais a frente da matéria comenta: “Quem está entrando na adolescência tem devaneios meio pobres e fantasias muito concretas. Geralmente, sonha com 3 coisas: prestígio, amor e afirmação da identidade”.

Não sei até onde isso está correto, mas dá para entender melhor porque canais como Boomerang ou aquelas séries xaropes do Disney Channel tem exatamente este apelo juvenil. Para quem não consegue engolir High School Music, a matéria compara o filme com Embalos de Sábado à Noite quando lançado em sua época. Fico pensando onde fica nessa análise filmes como American Pie ou séries como That’s 70 Show, que trazem conteúdos mais maduros comparado com programinhas como Hannh Montana. Será mesmo que a galerinha mais nova prefere Hannah?

E onde ficam os desenhos animados nessa história? E os animês, que são bem mais maduros que estas séries americanas com adolescentes sem sal? A cultura pop/juvenil de hoje em dia me dá medo. Não questiono tudo é claro, eu gostei de Harry Potter até um certo ponto, por exemplo, mas há coisas que não consigo ver nem 10 minutos…

Enfim falei demais, alguém quer compatilhar uma opinião?

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Nessa altura do campeonato ou você deve ter se dado conta ou leu pela internet: O Cartoon Network a cada mês dá menos atenção aos animes. Naruto jogado para escanteio nas madrugadas de sábado, sem previsão da nova temporada. One Piece então… esqueça. Novo espisódios? Só em sonho. Nem previsão de novos animes existe atualmente no canal a não ser a nova temporada de Pokémon.

Veja bem, já escrevi aqui no blog metendo pau no Cartoon Network. Sobre sua grade de horário, sobre a programação, sobre a qualidade dos programas e até mesmo sobre o novo slogan. Mas desta vez, tenho que concordar com o canal. Não existe mais espaço para os animes ali e devem mesmo acabar de vez. Por quer? Cliquem em “mais” e continuem lendo.

(mais…)

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Aproveitando o finzinho desde domingo, vendo o final da sétima temporada de Arquivo X em DVD, resolvi que já era hora de fazer minha colaboração ao blog Continue e a seu MEME promissor a respeito do melhor e do pior de 2008 no mundo dos games!

Para saber mais sobre o que este MEME trata, basta clicar aqui.

A tarefa é bem simples, cada colaborador do blog pode votar, não precisa ser apenas 1 voto por blog, então este post é sobre o meu voto, os outros participantes daqui fiquem à vontade para darem seus votos em novos posts. 🙂

JOGO DO ANO: Pois é, apesar de ainda não ter jogado Prince of Persia e Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, devido a nossa adorável alfândega brasileira que retém e perde pacotes, joguei a maioria dos lançamentos de 2008. Difícil acreditar que exista outro game em 2008 que tenha se saido melhor. GoW 2 é tudo que os gamers esperavam. Modo campanha extremamente viciante, com um aprofundamento do universo do game bem mais centrado, com um multiplayer também gigantemente melhorado, com muito mais opções para todos os lados. Defeitos? Há, mas são ofuscados pelas enormes qualidades. É uma das raras regras onde a continuação dá aquela sensação de se um jogo completamente novo e chuta a bunda do primeiro game. E olha que Gears of War 1 já era sensasional. Não adianta, melhor do ano e há mais de 3 milhões de gamers para comprovar isso. E olha que o game saiu faz pouco mais de 1 mês apenas.

DECEPÇÃO DO ANO: Infelizmente GTA IV terá meu voto esse ano. Ouvi muitos gamers falarem do quanto fenomenal seria o GTA da nova geração. Meu hype na época do lançamento era o máximo, mas a minha queda foi gigantesca. A Rockstar fez realmente um belo game, mas não superou as expectativas que eu tinha sobre ele. É um game centrado, com todos seus aspectos certinhos demais. No fim das contas eu me diverti mais com as bizarrices e superpoderes de Crackdown do que com as mesmas missões repetidas de GTA IV. Vai de um ponto a outro de carro, mata todo mundo e volta. O game se resume a isso. É tão chato que mesmo voltando vez ou outra, ainda não tive pique para terminá-lo. Quanto ao multiplayer, joguei algumas vezes, mas sinceramente não tem a empolgação que outros games tem. Uma cidade gigante demais para 16 pessoas brincarem. Faltou aquele brilho que tantos queriam que tivesse. Não é um game ruim, mas está longe de ser o que esperavam. Me decepcionou e ponto.

NOTÍCIA DO ANO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE GAMES: Aqui meu voto é nulo. Sinto muito, mas não acredito que 2008 tenha tido alguma notícia realmente relevante ao mercado brasileiro de games. Pelo contrário, tivemos mais um ano de enrolações no Congresso Federal, onde leis de incentivo ao mercado estão em banho-maria. Nintendo e Microsoft, ainda que oficialmente aqui, sem tomar nenhuma atitude agressiva para aumentar mercado, quanto a Microsoft a coisa foi mais feia ainda, com lançamentos com atraso, com games tendo a possibilidade de serem legendados e não sendo, com o problema dos códigos de Gears of War 2 e Fable II sendo capados e bloqueados. Fraca iniciativa de inclusão no mercado. Ambas deveria de atuar de forma mais agressiva. Muito se fala, em vários sites e blogs quando algo de bom acontece no mercado brasilero, que estamos dando “um passo”, pequeno mas estamos andando. Sinceramente, não estamos andando, passos de formiga em meio a passos de elefentes num mercado global que vem crescendo a cada minutos não significam nada. Zeboo da Tectoy? Se não fosse verdade, eu diria que seria o 1º de Abril do ano. Na velocidade que estamos, talvez daqui a 500 anos, o Brasil chegue a algum lugar com o mercado de games. Hoje? Somos lagartixas andando no meio dos dinossauros. Voto Nulo. Se fosse melhor notícia internacional, diria que a quebra da exclusividade de Final Fantasy foi algo que pode mudar a competição ao mercado global nos próximos anos. Isso com apenas 1 quebra de exclusividade do que talvez seja a franquia de produtora terceirizada mais importante do mundo dos games.

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Quer saber como os Correios cuidam dos pacotes?

Sedex é o tipo de envio mais caro que os Correios têm. É o mais rápido também. Mas a pergunta é: “Os Correios sabem cuidar dos pacotes na qual são responsáveis?”. Te respondo com fotos de um pacote que peguei hoje numa agência aqui da minha cidade:

Devido a um erro meu, o destinatário não foi encontrado e o sedex retornou pra mim. Veja o estado na qual ele retornou. Não vai me dizer que estava assim quando postei, pois é óbvio que agência alguma postaria um pacote neste estado. Sorte que o conteúdo, uma porrada de revistas do Superman, não foram afetadas, afinal, só Kriptonita afeta o homem de aço. XD

Note que na última foto há um grampo! Impressionante, ainda grampearam o pacote! Pra que? Qual o sentido de um único grampo justamente ali? Os Correios brasileiros se gabam também que o serviço de Sedex deles é eficiente e rápido e trata um pacote desta maneira? Palhaçada. Poderia entender se fosse num tipo de envio econômico como carta ou pac…

Uma grande salva de palmas para os Correios brasileiros pelo tratamento exemplar para com os pacotes dos brasileiros. -_-

Update [20 Minutos depois]: Refeito a embalagem, olhe como ela fica antes dos Correios maltratá-la novamente:

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Bem, primeiro tenho que dar os parábens ao Thiago Simões do blog Garagem dos Games, que é um dos muitos blogs da rádio Jovem Pan, por ter conseguido uma entrevista com Guilherme Carmado, gerente de Marketing do Xbox 360 da Microsoft Brasil. O jornalista mandou bem nas perguntas e manteve a conversa o mais profissional possível. Para ouvir a entrevista acesse este link.

Infelizmente o que me chateou foram as respostas do Sr. Guilherme. 2009 será mais um ano frustante para os donos de Xbox 360 no Brasil. A impressão que tenho é que, independente de quem seja responsável por algumas decisões sobre o mercado aqui, e eu dúvido que todas seja tomadas pelo Guilherme, o Brasil merece crescer nesse mercado. Parece que aqui é a terra de florestas, macacos, dinheiro colorido a la banco imobiliário e praias e mulheres de biquini. Não há o menor respeitos pelo mercado brasileiro ou pelos jogadores.

Live 2009? Rá é mais fácil a Globo falir antes que os brasileiros venham a ter oficialmente a famosa live. Catálogos de games a R$ 99? É até piada ver a felicidade do Guilherme dizer que talvez em 2009 o mercado atinja 10 games nesse catálogo. Pior ainda é ver a afirmação do óbvio, de que os games produzidos pela Microsoft Brasil continuarão sendo lançados por aqui – Ninja Blade e Halo Wars. Decepcionante e broxante ver que a decisão de não legendar Gears of War 2 foi da Microsoft Brasil, e que se ela quissesse, isso poderia ter acontecido. Bloqueio de IP para conteúdo via download? Esquece, o assunto nem ao menos foi mencionado. Edições limitadas tesouradas com explicações porcas e inconsistentes, e lançamentos de 2009 sem a confirmação de novas edições para os proximos lançamentos. Investir em acessórios em 2009? Nossa que fantástico, com a “enorme” biblioteca de jogos no Brasil com certeza eles darão belos enfeites, isso porque o mais importante são os preços e com o dolar lá nas alturas, esqueça amigo.

Viva a república das bananas, onde aqui o otário somos nós, os consumidores que ainda acreditamos que o produto original vale a pena.

Sinceramente Microsoft Brasil, se é pra entrar no mercado brasileiro assim, por favor, a porta de saída é por ali…

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Minha pretensão aqui não é tentar adivinhar o que vai acontecer na próxima geração. São apenas pensamentos soltos que podem formar algo interessante na teoria… os gamers precisam mesmo de uma outra geração de games após esta?

Continue lendo após o clique…

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Tirando as teias de aranha da minha conta aqui no Portallos… XD

Com a queda de preço do Xbox 360 (nos EUA!) e o lançamento da New Xbox Experience vindo aí, a IGN perguntou a vice-presidente de assuntos corporativos da Nintendo, Denise Kaigler, se a Big N deveria estar preocupada com o investimento da Microsoft no público casual, principalmente através dos avatares. Eu passei apenas os pontos que eu achei mais interessantes… quem quiser ver a resposta completa (que não tem muuuita coisa a mais…) clique aqui.

“Eu passaria essa pergunta aos consumidores, já que são os que decidem qual console é o melhor para eles e suas famílias. […] Nós continuamos certos de que a Nintendo está oferecendo os produtos certos no tempo certo, e esses produtos apelam para a mais larga base de consumidores que essa indústria jamais viu.

Nos últimos anos, nós percebemos que, para que novos consumidores sejam atraídos pelos video games, eles não precisam de apenas um preço favorável. Eles querem, precisam e esperam um software amigável e interfaces rápidas e fáceis de entender.

Nosso Wii Remote tornou mais fácil a entrada de milhões de novos jogadores no mundo dos video games. Ao invés de aprender várias combinações de botões, os jogadores apenas movimentam o controle como um taco de golfe ou beisebol. Simples, fácil, divertido. Wii Sports foi a primeira introdução para vários jogadores, mas desde então eles deram passos maiores no mundo dos games com Super Mario Galaxy e Mario Kart Wii. Wii Fit é um outro título que apela para um segmento consumidor totalmente novo. Tem uma interface diferente e combina diversão e exercício físico de maneiras impossíveis anteriormente. Em Setembro, apenas nos EUA, mais de meio milhão de pessoas compraram um, apenas quatro meses após seu lançamento.

As thirds também apostaram grandes números para fornecer uma gama de jogos para o Wii. Existem cerca de 130 títulos vindo para o Wii neste último quarto, incluindo tanto títulos tradicionais para jogadores hardcore como aqueles para o mercado casual. Jogos como Rayman Raving Rabbids: TV Party e Shaun White Snowboarding (ambos Ubisoft) têm apelo para vários jogadores e são bons exemplos que podem nos ajudar a quebrar as barreiras entre casual e hardcore.

[…]

Nós ainda não vimos nenhuma outra empresa que fornece essa combinação de interface e acessibilidade que esses jogos oferecem.

Para os consumidores, o Wii oferece uma sinfonia de características atraentes, e o preço é apenas uma delas.”

Resumindo? Nada de novo! A proposta é essa que nós vemos hoje e vai continuar asism até o fim dessa geração. Eu arriscaria dizer que, vendo os títulos disponíveis para o Wii, a maneira que q Nintendo encontrou de “quebrar a barreira entre casual e hardcore” é enfiar jogos casuais pela goela dos hardcores e fazer os gamers casuais acreditarem que Wii Sports, Wii Music e semelhantes são hardcore, a fim de tornar os dois segmentos, no final, a mesma coisa. Fazer isso com os novos gamers é uma coisa, agora com os antigos eu já acho complicado…

Longe de mim ficar vestindo camisa de um ou outro console, mas na minha opinião a Nintendo faria bem em se preocupar com o avanço da Microsoft sobre o público casual, já que esse é o principal alvo da empresa e seu favorito declarado. Por outro lado, eu também não vejo motivo para o público casual, cuja grande maioria já foi conquistada pela Nintendo, partir para o Xbox 360 apenas pelos avatares e outros atrativos casuais. Esse mesmo público costuma comprar poucos games, tornando um investimento desses pouco provável e desnecessário…

A Nintendo manterá seu público? O pitaco da Microsoft com os aviitares vai se tornar perigoso? Continua no próximo episódio… XD

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20 anos de Genesis!

Opa, quase que essa data passa em branco! Mas deu tempo de dar um passeio na web e relembrar a época em que eu ia até a casa do meu único amigo que possuía um Genesis, desde seu lançamento, e jogávamos tardes inteiras com a galera em divertidas disputas multiplayer. Nesse post irei contar um pouco da história e curiosidades desse console que marcou a vida de muita gente. Vamos então acionar as areias do tempo e reviver as memórias do nosso querido console de 16-bit da Sega!

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Nessa altura do campeonato você já deve estar sabendo que Gears of War 2 vazou na internet. Eu não ia comentar sobre o assunto aqui no blog, até porque sou contra a pirataria, apesar de também entender que num país como o Brasil, nunca a coibiremos por completo devido a algumas questões sociais e políticas mal resolvidas. O que irei comentar pode ser entendido como uma indireta ou cutucada em algumas pessoas, mas não sei ficar de boca fechada.

Até tudo bem o game, um dos mais esperados do ano, vazar na internet e acabar nas mãos de gamers. Seja cópias ilegais via torrent ou cópias originais que lojistas acabam passando antes da hora. Isso acontece. Não aconteceu com Grand Theft Auto 4 algumas semanas antes de seu lançamento? Aconteceu. Imagino que a ansiedade e a expectativa de alguns, principalmente quando falamos nos americanos, que são muito mais vidrados nesse mercado do que, nós, brasileiros, é normal que alguém, de má-fé ou de sacanagem mesmo, acabe ignorando as regras da brincadeira e solte no mercado o game antes da hora.

Particularmente não sou uma pessoa que infarta ou tem um treco se não jogar determinado game no dia do seu lançamento. Não sou fanático a ponto de querer pegar o game no dia que lança, correr pra casa, jogar ele e só sair do sofá quando encerrá-lo. Qual a graça disso? Poder me gabar na internet que já fechei e sei o final do game?

Enfim, não é para isso que estou escrevendo este post. Vazamentos acontecem. As vezes a empresa consegue coibir e proibir que ele se alastre. Segundo alguns sites reportaram, a Microsoft e a Epic já estão identificando os consoles que rodaram o game antes do lançamento e irão banir todos os espertinhos que não tem paciência para esperar começar a brincadeira. O responsável também pelo vazamento também parece que foi encontrado e será punido pelas leis americanas. Ótimo, pois odeio gente que não sabe brincar.

Mas o que me deixa mais revoltado não é o gamer que joga antes, afinal, ele é gamer! A paixão pelos games fala mais alto. Claro que é um risco que ele vai assumir se a Microsoft realmente resolver bani-lo. O que me deixa revoltado e ao mesmo tempo decepcionado são alguns veículos da mídia que acabam se aproveitando do vazamento.

Hoje estava passeando por alguns blogs, sites e foruns brasileiros para ver quem estava sendo sacana e quem não estava. Descobri que alguns lugares brasileiros já afirmaram terem jogado Gears of War 2, fecharam o game e inclusive estão para soltar o review nos próximos dias. Obviamente que a versão jogada é a vazada. Isso sim é uma falta de ética gigante pra mim. Acredito que se você mantém um blog ou um site, o mínimo que você pode fazer é ser correto.

É a famosa prática de querer sair na frente a qualquer custo. Tudo bem que sites americanos postam reviews antes do lançamento em alguns casos, mas eles tem acesso ao game pelas produtoras. Aqui no Brasil não tem isso, salvo raríssimas excessões.

Querer jogar o game devido a ansiedade e expectativa dele é uma coisa, mas querer dar uma de espertalhão, se aproveitar de um vazamento e querer tirar proveito disso não só deixando óbvio que jogou tal versão, ainda fez um review dela e ainda se gabar de ser um dos primeiros a ter o review do game em mãos? É uma tremenda palhaçada pra mim.

O Portallos irá sim cobrir e fazer matérias sobre Gears of War 2. Mas faremos na data correta. Teremos o game em mãos, após a data de seu lançamento e iremos brincar, jogar e falar sobre o game, na hora certa. Não seremos oportunistas e nem incentivaremos essa prática chata de querer ser o primeiro a ter informações. Não temos pressa.

Concluindo, minha revolta não é com você que baixou e jogou o game. Tudo bem, aconteceu, você não se aguentou. Mas você aí do outro lado que não só baixou, mas jogou e encerrou numa tapada e agora está escrevendo o review da versão vazada… você é um sacana e não sabe participar honestamente do mundo gamer.

Obs: Não vou apontar os locais onde ví isso acontecento. Cada um que olhe seu próprio umbigo e veja a sujeira dele. A minha intenção aqui é apenas partilhar da minha opinião.

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Lego Batman: O quanto um game pode repetir uma fórmula?

https://i0.wp.com/img207.imageshack.us/img207/4308/legobatmanvu5.jpg Ontem recebi algumas unidades de Lego Batman para colocar no Mercado Livre, porém resolvi ficar com uma já que gosto muito da franquia Batman e me diverti muito com Lego Indiana Jones.

Joguei apenas o primeiro level, já era tarde e não puder mais que isso, prometo que final de semana regaçarei de jogar para fazer sua análise. O caso é que para quem já jogou Indiana Jones e Star Wars em suas versões Legos, o terceiro game da série não inova muito. Pelo contrário, continua apostando na fórmulas do anteriores e de certo modo não muda muito.

A barrinha de lego studs, o dinheiro do game, continua, tendo que encher 100% em cada level; as peças escondidas que ao final formam alguma coisa; as dezenas de personagens diferente do universo do game, cada um com habilidade únicas importantes para a caçada de todos os itens do game; Fases em que se torna obrigatória serem jogadas mais de uma vez para acesso a áreas secretas e aos itens extras; muita exploração e puzzles misturados com beat-up e plataforma; e o excelente modo cooperativo para 2 jogadores.

Ainda assim é notável que após 3 séries, esperava-se que a Traveller’s Tales implementasse algumas melhorias. Claro que o modo cooperativo é fantástico, mas seria melhor ainda se funcionasse online. No mercado atual esse requisito é quase que obrigatório. Poderia incluir assim um multi com mais do que 2 jogadores.

O caso é também não imagino muitas outras mudanças no sistema de gameplay, até porque após 3 três, ainda acho divertido jogar Lego. E aqui abro a pergunta que dá título ao post, mais quantos games serão necessários até a franquia desgastar?

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Quanto ao game do Batman, joguem. Ficou muito engraçado todos os personagens em forma de Lego, os poderes das armaduras de Batman e Robin são mais legais e permitem uma dinâmica maior que o jogador tinha em Indiana Jones. Não arrisco dizer se ficou maior ou menor que o Indy, pois nem comecei a arrranhar o game. Os cenários escuros de Gotham dão um clima bem mais sinistro ao game do que o ensolarado Indiana, alias a tela de Start de Lego Batman é fantástica, com Batman em cima de um prédio e uma lua enorme atrás. E a Batcaverna ficou sinistra com os veículos do heroi em formato de peças Lego. \o/

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Uma pequena pausa no cotidiano do Blog apenas para refletir sobre a crise econômica de nível planetária que assola terrívelmente esta semana. Ora o que você tem a ver com bolsa de valores, ações e yada yada yada né?

Eu não tenho muito a ver com isso. Não tenho aplicações atreladas a ações na bolsa de valores. Porém eu me importo com a alta do dólar que fica amarrado a toda essa crise.

No Brasil existem várias classes de Gamers. Há aqueles que usam piratas e aqueles que usam originais. Dos que usam originais, que já são uma parcela minúscula do mercado pois a pirataria domina, a uma pequena parte que sobrevive comprando via importação direto dos EUA.

É vantagem importar direto dos EUA porque em geral o custo de tudo acaba sendo mais barato do que a maior parte das lojas convencionais (nem sempre). Se você tem um cartão internacional e não tem medo de extravios ou tributação. É uma boa importar games para aumentar sua coleção. Boa parte da comunidade NGM online é bem instruida e praticam esse hábito por exemplo.

Só que o dólar pulou em menos de um mês de R$ 1,70 para R$ 2,45 (valor cotado hoje pela manhã). A crise está longe de acabar, a Bolsa de Valores hoje abriu em queda no mundo inteiro, o dólar continua subindo e medidas de vários países ainda não conseguiram segurar o pânico mundial. É um efeito dominó devastador e que me dá medo.

Claro que reclamar que não posso mais importar games com o dólar nas alturas parece birra comparado com o desastre que será se a economia mundial não refrear esse pânico. Mas é verdade. Se a crise não parar, ou se ela parar e o Brasil não conseguir abaixar o dólar, os gamers brasileiros que compram seus games lá fora, estão mortos. Não preciso dizer nada dos pequenos vendedores destes que vivem de importação…

Fico aqui, torcendo para que alguém consiga refrear essa rescessão mundial, pois ela não afeta somente os gigantes do mundo dos negócios, mas todo mundo, até a turminha do “Game Over”.

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Essa é boa. Podia ser piadinha de 1º de Abril se não fosse verdade. A genial Sony, dona do canal, canal que supostamente deveria ser 24 horas de Anime, agora irá, a partir de 06 de Outubro, exibir as 3 primeiras temporadas de Lost no Animax.

Parece palhaçada. Os canais de TV por assinatura estão merecendo uma legislação para regulamenta-los e acabar com estas putarias. Até hoje não entendo porque diabos o Cartoon Network exibe filmes como Homem-Aranha 2, Harry Potter e Homens de Preto. Porra… “Cartoon” = “Desenho”.

Agora o Animax vem e dá um furo desse? Alguém tem que explicar para os executivos do canal que Lost não é um anime. Claro que Lost é uma série de sucesso, cheio de glamour e renome. Mas não dá para entender porque criar canais próprios de uma programação específica só para depois de algum tempo cagar na programação coisas que nada tem a ver com a proposta do mesmo.

Até porque Lost não vai sair do AXN, que continuará sendo o canal oficial do Lost. O Animax vai exibir somente os 3 primeiros anos. O AXN tem reprise de séries que não acaba mais, é um inferno de ruim a programação desse canal. Não podiam reprisar Lost nele mesmo? Tinha que jogar no Animax? Pior é o Animax, a cada 6 meses, dezenas e mais dezenas de animes são lançados no Japão, falta de conteúdo não deveria ser motivo, apesar do canal repetir a exaustão todos os animes de sua grade e ter uma péssima organização de programas.

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Quando você acha que a coisa está ruim, aparece algo muito pior… Há 2 semanas atrás o Canal Fox esqueceu de legendar um episódio de Prison Break. Pior ainda é o comercial da Sony em que ela pede desculpas pelas falhas na sua programação. Desculpas? Caramba, não peça desculpa, conserte logo os problemas.

É uma pena que a TV por assinatura esteja ficando cada vez pior. Não apoio o projeto que fala sobre colocar mais programas brasileiros nela, mas apoiaria com certeza um projeto de lei que regulamentasse melhor seu conteúdo atual, para que palhaçadas assim não aconteçam.

[Via Anime, Manga e TV]

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https://i0.wp.com/img72.imageshack.us/img72/9659/conradlogo2ue1.jpgEstá rolando desde ontem a notícia oficial de que a Editora Ediouro desistiu de fechar parceria com a Conrad. Não está sabendo? Leia aqui. O motivo foi que após uma auditoria lá na Conrad, a Ediouro decidiu que o preço não valia a pena. Que bicuda hein Conrad?

Não é novidade que a Conrad vem sofrendo de problemas financeiros faz tempo e certos materias da editora vem sofrendo com isso assim como o consumidor brasileiro.

Em tempo onde é mais fácil ler um mangá na internet, a Conrad ainda pisa no saco e na paciência de quem ainda prestigia e compra o material original e apoia os mangás em “carne e osso”. Existem uma porrada de mangá pela editora em atraso. O mais grave pra mim é One Piece, e que adoro periodicamente aqui lembrar a todos o maus trato que a série vem recebendo pela Conrad.

Depois de quase 1 ano renegociando contrato, período em que o mangá ficou congelado no meio de uma saga. A Conrad nos primeiros meses de 2008 retornou a publicação do mesmo para que após 4 edições posteriores pausasse novamente. Estamos 4 meses esperando a edição 69 de One Piece.

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Não esquecendo de dizer que, ao contrário, da excelente Panini, a Conrad não lança os volumes originais de One Piece. A editora pega um volume japonês e com um facão de açougueiro corta-o em 2. As vezes até no meio de capítulos. Trabalho porco e que faz com que 1 volume original de One Piece acabe nos custando R$ 12,60. Enquanto Naruto nas bancas custa R$ 9,90 pelo volume inteiro, sem mutilações ou atrasos. É de doer.

Só não desisti ainda de One Piece porque tenho as 68 edições e não vou jogar no lixo e porque eu já li e vi tudo (anime e mangá) da série pela Internet. Só tento prestigiar o trabalho do material original, quando a empresa resolve dar as graças de lança-lo.

A Conrad já disse que está negociando com outras 2 empresas para fechar parcerias. Tomara mesmo que alguma gigante engula logo a Conrad, porque esse trabalho de empresa falida atualmente não ajuda nem um pouco o cenário brasileiro de comics.

As editoras dizem e acusam a Internet de pirataria desse material, entretanto fazem um trabalho incrivelmente porco no Brasil. Edições com atrasos, preços altos, formatos anormais e distribuição tão ruim que faz com que o material não chegue a todos. E ainda tem a audácia de reclamar das vendas.

Seria de assustar se depois de tanto tempo, o mangá do One Piece tivesse queda de vendas? Isso porque o mercado no Brasil é tão escuso que nem revelações de números vendidos por mês as editoras revelam.

Alguém, então, compre logo a Conrad e coloquem a editora de volta nos trilhos. Quero One Piece nas bancas todo mês! Estou errado em querer o produto original ao invés de só ficar lendo-o pela internet? Tenha dó dos fãs de quadrinhos que gostam do material das bancas!!

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Você sabe o que é Firefly?

Não? Mas você sabe quem é Joss Whedon certo? Por mais que existam alguns que torcem o nariz para seriados como “Buffy” e “Angel”, é inegável dizer que Joss Whedon, criador de tais shows, sabe criar universos imersivos e que arrastam para dentro dele milhares de fãs. É assustador se você parar para pensar.

Whedon trabalhou em Buffy e ficou 7 anos no ar com uma legião de fãs. Conseguiu disso um spin-off Angel que durou 5 anos. Com suas devidas séries canceladas, os fãs não sussegaram. Whedon acabou continuando ambos os shows em HQs. Atualmente o 8º ano de Buffy e o 6º de Angel pode ser conferido em quadrinhos, inclusive aqui no Portallos.

Mas Whedon não fez só isso. Sabia que ele é responsável por 90% do roteiro de “Velocidade Máxima” apesar de não constar nos créditos? Ou que ele é um dos roteristas de Toy Story, sendo inclusive o criador do personagem do Dinossauro no longa? Fora que trabalhou ainda na trilha sonora de Atlantis O Reino Perdido e Rei Leão 2 da Disney. Esse é Joss Whedon.

No mundo dos quadrinhos ele ainda é responsável pelo sucesso arrematador de Astonishing X-Men.

O roteirista/diretor/produtos ainda tem em seu histórico uma série televisiva de curta duração mas que deu um enorme estrondo e até hoje ainda gera dinheiro. Você pode não conhecer, mas seu sucesso é inegável: Firefly!

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