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Posts Tagged ‘plataforma’

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A idéia inicial seria fazer uma mini-análise/review do game, mas vários sites internacionais e nacionais conseguiram ser mais velozes do que eu. Por isso, tive a idéia de fazer um top 10 das razões pelas quais, Braid merece não passar em branco:

1 – 2D Plataforma: Em tempos atuais é incrivelmente difícil alguém apostar nesse gênero em desuso. Os games em plataforma morreram já faz anos. Seu auge foi mesmo durante a década de 90. Vez ou outra, alguma produtora nos faz relembrar desse tipo de jogo com um ou outro game. Claro que nem todas conseguem resgatar a alma do gênero. Bradi respeita muito bem a jogabilidade e é um plataforma de respeito. Requerendo do jogador pulos certeiros, escadas, grades, plataformas em movimento, tudo que a receita pede. Desligue um pouco esse Shooter 3D e experimente voltar as origens dos videogames.

2 – Homenagens: O game homenageia indiretamente, mas não tão discretamente, games dos anos de ouros como Super Mario Bros e Donkey Kong entre outros. Ao terminar a primeira fase do game, o jogador dá de cara com um castelo, um dinossaurinho sai dele e solta a clássica frase “I’m Sorry, But the Princess is in another Castle”. Preciso dizer de onde vem isso?

3 – Designe Único: Apesar de resgatar estas nostalgias da cabeça de qualquer gamer, o jogo prima por uma beleza gráfica impecável. Não é nada parecido com a atitude da Capcom em resgatar Mega Man, fazendo em forma de Pixel da era NES. Os gráficos de Braid brilha na tela da sua televisão. São utilizados cenários quase como que se fossem pintados a óleo. Mais ainda é que apesar disso, eles se movimentos, como se ouvesse vento fazendo a tinta se mexer. É muito difícil descrever com palavras a sensação que o visual de Braid passa.

4 – Trilha Sonora: A melodia das fases do game combinam perfeitamente com seu clima e visual. Nada de jingles grudentos. É uma coisa mais lirica, mais poética, que casa perfeitamente com o jogo.

5 – Manipulação do Tempo: Como se não bastasse os elementos nostalgicos, Braid ainda caminha alguns passos para a criatividade e inovação. É possível Manipular o tempo e vários enigmas do game torna imprescindível entender esse sistema. Em cada um dos 6 mundos do game essa manipulação irá interagir de maneira diferente a cada mistério.

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6 – Filosofia e Metáforas: Antes de entrar em cada mundo o jogador passa por uma salinha com alguns livros. Leia os textos. E de impressionar alguns parágrafos e a imersão que tal texto causa ao jogador. Tudo no clima de game arte que se une a todos os outros elementos mencionados.

7 – Não é preciso pagar U$ 59: Braid não é um game usual de caixinha e manual. Ele está disponível via Download no Xbox 360, pelo menos por enquanto, já que uma versão de PC está sendo cogitada. No fim, o preço sai por U$ 15. Apenas U$ 5 acima da média dos games do sitema, mesmo assim ainda vale a pena.

8 – Puzzles: Além dos elementos de plataforma o game traz algumas peças de Quebra Cabeça durante as fases. Elas não estão escondidas, mas o acesso delas não é nada fácil, pois requer racicínio para manipular o tempo de maneira que Tim, o protagonista consiga a peça. Os puzzles, por assim dizer, vão se tornando cada vez mais difícil conforme os mundos avançam. É de arrebentar o controle na parede de tão complexo são alguns.

9 – “Portunhol”: Tem quem não goste do Portunhol que alguns games da Live Arcade traz, mas eu acho admirável o fato de, pelo menos, haver essa possibilidade. Se você vacila um pouco no inglês a tradução vale a pena. Pena que o português seja uma língua pouco utilizada e bem difícil de ser aprendida, aí o resulta é um Portunhol, entretanto, totalmente compreensível para nosso entendimento.

10 – Simplicidade de Botões: Um jogo de plataforma que resgata vários elementos antigos não estaria completo se houvesse simplicidade na jogabilidade. É tudo bem simples, com um botão Tim pula, um outro botão acina portas e alavancas e um outro manipula o fluxo de tempo. Simples assim e não requer complexidade alguma.

Talvez alguns não concordem de todos os pontos abordados, entretanto, ainda assim Braid é um excelente game, inteligente, bonito e uma bela refrescada num mercado onde temos tanta coisa repetida ou mal feita.

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Aproveitando o post “Cartoon Nostalgia” de hoje, vou relembrar o game dos Swat Kats de SNES de 1995. Eu jogava!! XD

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Feito pela Hudson hein? \o/

Tinha esse game na locadora do meu bairro. Era um plataforma bem consistente. Infelizmente não lembro muito bem dos detalhes do game, mas corri atrás de um vídeo do You Tube e olha só:

Você chegou a jogar isso? Repare como essa fase que representa o segundo mundo é bem estruturada, com muitas plataformas de pulos e cenário bem amplo. Uma bela homenagem aquelas fases clássicas de “Carnival” que os games tinham naquela época (Sonic 3 deve ser o mais clássico, mas me lembro de fases assim em Mega Man também, o 8 senão me engano).

Show! Games assim não conseguem mais fazer sucesso… é uma época que não volta mais.

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